Técnica, que alia meditação à boa alimentação e emagrecimento, propõe autoconhecimento e vivência do presente no ato da nutrição, experimentando sabores, texturas e aromas

 

A alimentação é um ato instintivo e caracterizado, sob o ponto de vista biológico, como a simples ingestão de nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo. Entretanto, a relação humana com a comida ultrapassa a mera satisfação de uma necessidade. “Comer virou sinônimo de deleite e emoção: traz conforto, bem-estar e, muitas vezes, até culpa”, articula o médico e nutrólogo Dr. Lucas Penchel.

Estabelecer uma relação saudável com a comida é a proposta do Mindful Eating que, em tradução livre, significa alimentação consciente. A prática – que não é uma dieta – está presente em todos os programas das técnicas meditativas orientais como o Mindfulness. Este se caracteriza por estado mental de atenção plena, onde se controla a capacidade de concentração em atividades, experiências e sensações do presente.

De acordo com médico, o ato de se alimentar conscientemente é um processo educativo que, além de poder ajudar a sanar desordens alimentares como a compulsão, induz o indivíduo a fazer escolhas saudáveis que sejam prazerosas e satisfaçam suas necessidades físicas e psicológicas. Ele dá algumas dicas de Mindful Eating para quem deseja despertar o alimentar consciente:

 

. Esteja no presente: primeira fase do processo – com ou sem comida –, consiste em perceber pensamentos, sensações e sentimentos. A respiração funciona como âncora para vivenciar o agora;

. Entre em sintonia com seu corpo: O corpo fala por sinais. Observa-los ajuda a diferenciar a fome fisiológica da emocional. A barriga ronca ou você está ansioso? Sintonize-se com você mesmo;

. Saboreie: Perceba o aroma e a textura. Ouça os sons e diferencie sabores. A consciência do que estamos comendo consente percepções mais aguçadas que relacionam enorme prazer ao ato;

. Viva o momento: Quando for se alimentar, esteja completamente presente somente nisto. Desligue-se das distrações – celular, TV, jornal, computador, entre outros – e evite multitarefas. Isto ajuda a prestar atenção na comida;

. Se aceite sem julgamentos: Dialogue consigo mesmo com compaixão, gentileza e ternura. Críticas ficam registradas em forma de energia negativa no corpo. Evite regras severas e dieta milagrosas. Ouça o seu corpo. O processo é gradual. Fique atento ao dia-a-dia e aprenderá cada vez mais os sinais que ele dá;

. Abra o coração e conduza as transformações: Quando for abordado por pensamentos incômodos, não brigue com eles. Direcione-os, gentilmente, para a prática e o intuito de mudar sua relação com mente, corpo e alimentos.

Dr. Lucas Penchel

Médico Generalista (Unifenas – BH)
Membro do International Colleges for the Advancement of Nutrology
Membro da American Society for Nutrition
Membro da Sociedade Brasileira de Fisiologa
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte
Membro da Associação Brasileira de Medicina Antienvelhecimento
Membro da Sociedade Brasileira de Nutrologia
Membro da Associação Brasileira do Estudo sobre Obesidade e Síndrome
Metabólica (Abeso)
Presidente de mesa do 8º Congresso Brasileiro de Fisiologia Humana e Hormonal

Clínica Lucas Penchel

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