O prefeito de Betim Vittorio Medioli, nomeou para cargo de sua extrema confiança um ex-deputado pelo PP, condenado na máfia das ambulâncias.

Lembrando que também o prefeito de Betim Vittorio Medioli também foi condenado em primeira instância por evasão de divisas, crime federal, aonde o Ministério Público Federal recorreu da pena de 5 anos e 5 meses por achar pouco devido aos crimes praticados pelo atual prefeito de Betim. Vittorio Medioli foi um dos alvos da Operação Farol da Colina da polícia federal decorrente do Caso Banestado que revelou a atuação de Alberto Youssef.

A Procuradoria da República solicita ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) o aumento da pena para "patamares próximos ao máximo". O acusado foi condenado a três anos e um mês de prisão pelo crime de evasão de divisas e a dois anos e quatro meses de prisão por "manutenção clandestina de depósitos" no exterior. A lei prevê penas de até seis anos de prisão para cada um dos crimes.

O prefeito de Betim foi condenado por evasão de mais de R$ 3,8 milhões de reais.





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O Pastor Marcos Roberto Abramo foi colocado num cargo estratégico na prefeitura (Diretor Especial de Relações Institucionais do Gabinete do Prefeito), lotado no gabinete do próprio prefeito de Betim-MG.

O pastor Marcos Roberto Abramo, ligado à Igreja Universal e então integrante da bancada evangélica, foi condenado à oito anos de reclusão, porque se beneficiou do esquema criminoso de compra de ambulâncias, mas anda livre leve e solto, sob a confiança do prefeito de Betim. 




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