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Especialista em chás dá dicas para quem quer servir a bebida com excelência em casa

 

CURITIBA, 15/05/2018 – Você sabia que chá, no sentido estrito da palavra, é só aquele que se origina das folhas da planta Camellia sinensis? Todas bebidas preparadas com outras ervas e frutas devem ser chamadas de infusões. Você sabia que dependendo do horário que você tomar o seu chá, ele pode trazer benefícios para a sua saúde?

“Não é que exista um regra ou horário para o consumo da bebida, mas por exemplo, o chá preto consumido pela manhã estimula os neurotransmissores cerebrais que ajudam a dar energia. O chá verde após as refeições ajuda na digestão e é diurético e o chá e camomila à noite, ajuda a acalmar”, explica Simone Skorek, chef e proprietária da curitibana Chá com Alice.

Simone comenta, ainda, que na hora de preparar um chá, decidir entre infusão e decocção vai interferir diretamente na eficácia da bebida. Por isso, é bom você sempre levar em consideração o ingrediente que está sendo utilizado, já que ele também pode indicar a forma adequada de utilização. O método por infusão é o mais utilizado para os chás que usam a Camellia sinensis, ou mistura de ervas como melissa, camomila, capim limão, erva doce.  Já a decocção é usada quando usamos frutas, cascas e raízes para que saiam todos seus sabores e aromas.

Agora que você já sabe um pouquinho mais sobre os chás, como preparar o chá perfeito?

Etapa 1 – encha um infusor ou um saquinho para chá, (1 medida de colher de chá para cada xicara de chá), com o chá ou a infusão de sua escolha, coloque dentro de um bule de preferência de porcelana ou vidro, o metal pode alterar o gosto e as propriedades.

Etapa 2 – esquente a água na chaleira, sem deixar ferver, em torno de 85°C (quando as primeiras bolinhas começarem a subir)

Etapa 3 – jogue a água no bule, sempre em movimentos circulares para permitir uma maior entrada de oxigênio.

Etapa 4- Deixe a bebida descansar coberta, ela guarda os aromas e maiores propriedades. Cada bebida pede um tempo diferente, de 3 a 7 minutos.

A temperatura e o tempo do seu chá

 

Temperatura

Tempo

Chá preto

95-96°C

3-5 min

Chá verde

70°C

1-3 min

Chá branco

80°C

2-3 min

Infusão

100°C

5-7 min

Decocção

100°C

5-7 min

 

 

*Respeitar temperatura e tempo é importante para que as folhas de seu chá não fiquem queimadas e nem amargas.

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Teresa Noviello, dermatologista e empresária

Alcançar o sucesso profissional não é uma caminhada fácil. São anos de estudos dedicados à formação, estágios, cursos, burocracias e especializações; um caminho árduo, porém, que traz extrema alegria e satisfação ao ser alcançado. Este desafio pode ganhar capítulos mais intensos para aquelas mulheres que, assim como eu, optam também por viverem o papel de mãe. Mesmo sendo uma das missões mais lindas e admiráveis, ser mulher, mãe e profissional de sucesso tornou-se, nos contornos atuais, uma missão um tanto quanto difícil.

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), há mais mulheres com dificuldade de encontrar trabalho do que homens; sendo que a taxa de desemprego para os homens no mundo é de 5,2%, enquanto para as mulheres é de 6%. Segundo o estudo Mulheres e o Mundo Corporativo, feito pela Robert Half, com 293 profissionais brasileiras, conforme 49% delas, menos de 5% das posições de liderança são ocupadas por mulheres em suas empresas. Como se não bastasse a complexidade em conseguir uma vaga de trabalho por ser mulher, dados do mesmo estudo apontam que 27% das mulheres encontram dificuldades na volta da licença-maternidade e há casos em que a funcionária é desligada após o período de estabilidade.

Apesar de exaustiva, a dupla jornada – profissional e mãe – é uma realidade cada vez maior. Quando fazemos o que amamos, o trabalho se torna prazer e ser mãe é um dos trabalhos mais prazerosos que pude vivenciar.  Há mais de uma década atuando como dermatologista, posso garantir que ser médica não é uma profissão fácil. Chegar em casa depois de um dia de atendimentos, aulas e workshops e deparar com todo aquele amor puro e verdadeiro, que é o que as crianças exalam, não tem preço. É revigorante e traz vida e sentido àquilo que fazemos, já que o que plantamos hoje é o que esperamos para o nosso futuro.

Como a jornada dupla como mãe e empresária já é realidade em muitas casas, alguns estudos mostram que a maternidade pode influenciar de forma satisfatória o campo profissional da mulher. É o que aponta a pesquisa feita pela Microsoft, em 2014, nos Estados Unidos, com 2 mil funcionárias e 500 empregadores. O estudo constatou que as mulheres melhoram o desempenho profissional após a chegada dos filhos.  Isso porque a capacidade de executar várias tarefas simultaneamente aumenta e a gestão otimizada do tempo e as relações cordiais com os outros colegas de trabalho também. Além disso, os empregadores concordaram que quem tem filho trabalha melhor em equipe do que quem não tem.

É uma jornada dupla, que requer jogo de cintura e rotina intensa. Como, além dos atendimentos como dermatologista, gerencio minha clínica e ministro palestras e workshops para outros profissionais da minha área e cirurgiões plásticos em todo o país, afirmo que é totalmente possível conciliar o sucesso profissional e a vida presente como mãe. Mesmo atuando como médica há 16 anos, faço questão de acompanhar passo-a-passo o dia-a-dia das minhas gêmeas.

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São Paulo, 26 de abril de 2018 – Essa afirmação pode parecer estranha, mas segundo Marina Simas de Lima e Denise Miranda de Figueiredo, ambas psicólogas, terapeutas de casal e família e fundadoras do Instituto do Casal, quando se trata de amor, ceder em favor do outro, tolerar ou ainda superar as diferenças são ingredientes fundamentais para construir relações mais duradouras e com qualidade.

“O sucesso de um relacionamento amoroso está ligado à disposição que cada parceiro tem em perder alguma coisa para ganhar outra. No momento em que você vai morar junto com alguém, abrir mão de certos valores da família de origem para construir novos, dentro da nova família que será constituída, será essencial para experimentar a nova fase e viver essa relação integralmente. Podemos dizer que essa é a ideia inicial de uma grande “perda”, mas que significa um possível ganho futuro importante”, comenta Denise.

“Em um casamento, você precisa abrir mão de muitas coisas, você precisa praticar constantemente o altruísmo e a generosidade. Mas, isso pode ser particularmente mais difícil para quem viveu uma vida de solteiro por muitos anos, com muita liberdade, mais voltada para o individualismo”, diz Marina.

“Na vida a dois, o trabalho a ser feito é para construir uma unidade, mas levando em consideração que são duas pessoas com diferentes valores, crenças e educação. Daí o exercício diário será “perder” essas diferenças para construir uma nova identidade que corresponda a essa relação. Portanto, aqui se aplica o conceito de perder para ganhar também”, explica Denise.

Cada escolha é uma renúncia
Muitas vezes não paramos para pensar que a vida é um eterno jogo de perde-ganha ou vice-versa. “Mesmo sem perceber, estamos o tempo todo fazendo escolhas e, automaticamente, quando escolhemos algo abrimos mão de outra coisa, reflete Marina.

“No casamento você pode escolher trair ou ser fiel, pedir desculpas ou manter seu orgulho, fazer programas que você não gosta para agradar o (a) parceiro (a) ou se recusar a fazê-los. São renúncias e escolhas que fazem parte da rotina da vida. Os casais que conseguem compreender que a perda de hoje pode ser o prêmio de amanhã, acabam sendo mais felizes e satisfeitos com a vida conjugal do que aqueles que são menos flexíveis nas negociações”, afirmam as terapeutas.

Treine
Marina e Denise comentam que esses comportamentos podem ser treinados e há pontos específicos que podem ser trabalhados. “Um dos pontos que o casal pode trabalhar é a comunicação, assim como a negociação de conflitos ou até mesmo a negociação dos combinados, estabelecendo um equilíbrio na relação. Ou seja, alternando as renúncias para que um não sinta que está renunciando mais que o outro”.

“Quando falamos em comunicação parece fácil. No entanto, se comunicar não é somente falar, na verdade requer escutar, acolher e compreender, estando aberto às novas possibilidades. Maturidade e flexibilidade são elementos essenciais para estabelecer um bom diálogo. Sendo estes instrumentos poderosos para o alcance de relações mais equilibradas e duradouras”, finalizam Marina e Denise.

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Enfrentamos tempos difíceis neste Brasil que tenta se consertar. Parece haver surgido, em nosso país, uma fé na popularidade de forma incontrolável, a ponto de se considerar um político que outrora fora popular, ou que poderá ainda sê-lo, uma figura jurídica de inimputabilidade. Ora, sejamos francos, o ex-presidente Lula nada tem de preso político. Passou pelo crivo do Judiciário em todas as instâncias, e, ainda assim, a esquerda tenta a qualquer custo se aproveitar da desinformação da grande maioria do povo brasileiro, que nem sequer lê jornal, na maioria das vezes em função da pouca escolaridade. São 11,8 milhões de analfabetos, um terreno fértil em que brotam as brechas ideológicas esquerdistas para envolver num manto de vitimização o ex-presidente, alegando ser ele um “preso político”, a fim de manipular os pobres incautos.

Contudo, para ser considerado um preso político pela nossa legislação, é preciso ter cometido um crime político previsto na Lei de Segurança Nacional, e isso é bem claro. Senão, vejamos: A Lei de Segurança Nacional (L 7.170/1983) prevê como crime político atos que "lesam ou expõem a perigo de lesão a integridade territorial e a soberania nacional; o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito; e a pessoa dos chefes dos Poderes da União". Então vem a pergunta: Por acaso ele se enquadra nessa situação? Evidentemente não. Ele foi, sim, condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.  A grande verdade é que aqueles que fogem da leitura eminentemente jurídica elaboram uma “manobra diversionista” com o intuito de caçar incautos, alimentar-se da ignorância do povo brasileiro e fazer, acima de tudo, brilhar a estratégia esquerdista, desqualificando o Judiciário brasileiro e propagando o alarmismo político persecutório a um presidente que foi julgado com todos os requisitos pertinentes ao Estado Democrático de Direito na sua plenitude.

Como se não bastasse, tenta a esquerda se valer de problemas internacionais para dar visibilidade e veracidade ao que não é real. Portanto, o populismo na América Latina, apregoado pelos representantes da velha esquerda, está perdendo espaço, de tal forma que o conservadorismo surge como uma opção, e mais, perdeu-se a vergonha de identificar como cidadão aquele que compactua com os ideais conservadores, afinal, se pensarmos bem, transformar um condenado por corrupção em perseguido político é a última cartada dos sonhadores de Marx, que afundaram o país nesta imensa crise, tudo porque Lula é popular, e ser popular num país de desinformados pode facilmente permitir que a pena por um crime se converta na salvadora “perseguição política”..

Fernando Rizzolo é Advogado, Jornalista, Mestre em Direitos Fundamentais

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Na reta final da entrega da declaração do Imposto de Renda – o prazo termina em 30 de abril – muitos brasileiros se interessam pela antecipação da restituição. Trata-se de um empréstimo, portanto é preciso considerar os juros e ter certeza de que não cairá na malha fina e acabará arcando com as parcelas do próprio bolso.

Muitos consideram essa uma boa saída para “desafogar” o orçamento, sem considerar que se há um problema financeiro, não será a entrada antecipada de dinheiro que irá resolvê-lo. A questão é mais profunda, diz respeito aos hábitos e comportamentos que o levaram a precisar deste empréstimo em primeiro lugar.

É claro que se o problema for uma dívida com juros altos, maiores do que os da antecipação, é um bom negócio, contudo é preciso ter consciência de que trocar uma dívida pela outra não é a solução. Ainda assim, é importante fazer uma boa pesquisa entre as instituições financeiras, já que as taxas variam muito.

A vantagem da liberação rápida do dinheiro na conta corrente tem um custo, que vai além dos juros: os riscos. Afinal, além de perder dinheiro ao pagar as taxas, há a possibilidade de haver alguma inconsistência na declaração e o valor devolvido pela Receita ser menor do que o esperado, ou pior, a declaração cair na malha fina e o contribuinte não receber essa restituição – esses fatos não mudarão em nada o empréstimo tomado anteriormente, restando a quem tomou o empréstimo parar pesados juros.

Ou seja, se for utilizar a antecipação é preciso ter certeza de que a declaração está perfeita. Por isso é válido ter cautela ao preencher e se organizar com antecedência, separando documentos para que possa justificar o que está declarando. Por se tratar de um relatório minucioso em alguns casos, é válido buscar a assessoria de um especialista contábil.

Ainda assim, a principal recomendação é que, antes de tomar qualquer decisão, o contribuinte faça um diagnóstico financeiro para ter consciência de que forma gasta o seu dinheiro e possa identificar pontos de melhoria, para que não mais precise de rendas extras para manter o equilíbrio financeiro.

Uma última orientação: os que vão receber a restituição no primeiro lote precisam investir o valor em um fundo adequado para o prazo em que se deseja atingir um objetivo, afinal de nada adianta manter uma quantia destinada para a realização de um sonho de longo prazo na poupança, por exemplo. Assim se tornaria mais vantajoso receber nos últimos lotes, já que o governo paga as correções.

Reinaldo Domingos é doutor em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor do best-seller Terapia Financeira, do lançamento Diário dos Sonhos e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil.