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Com a entrada em vigor da Resolução 23.406/14 que dispõe sobre a prestação de contas eleitorais de candidatos e partidos políticos para a eleição 2014, o Conselho Regional de Contabilidade de Minas Gerais (CRCMG) tem orientado os profissionais da contabilidade sobre a legislação vigente.

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Por Orlando Oda

Quando li a afirmativa “você é 100% responsável por todos os acontecimentos da sua vida”, no livro do Prof. Massaharu Taniguchi, fiquei assustado. Acredito que há a atuação da lei da causalidade neste mundo, portanto não discordei totalmente da afirmativa. Com o tempo percebi o quanto é importante assumir 100% de responsabilidade para si.

Costumava justificar muitas coisas que eu não conseguia obter ou fazer culpando, responsabilizando os outros, as circunstâncias, ao momento errado, ao azar, a falta de sorte, falta de tempo, recursos materiais e financeiros, etc.

Pensava que o sucesso ou insucesso dependia  da vontade, da ação ou participação dos outros. Por exemplo: o salário dependia não na totalidade da vontade do meu patrão. Tinha consciência que tinha que fazer a minha parte, mas daí em diante não dependia mais de mim.

Tinha uma lista de justificativas padrões: “perdi o negócio por causa da concorrência”, “cheguei atrasado por culpa do trânsito”, “deu errado por culpa de...”,  “não cumpri o prazo por que...”, “ é culpa da crise...”, “não deu certo porque fulano falhou, errou”, etc.

Muitas vezes não assumia responsabilidades por medo. Medo de errar, medo de agir, medo de arriscar. Pura falta de coragem e iniciativa. Embora não admitisse publicamente, intimamente sabia que a culpa era minha nestes casos.

Uma outra forma de não assumir a responsabilidade era diluindo a própria culpa compartilhando com outros ou no meio dos outros: “todos fazem isso”, “é um ato sem importância”, “é só uma vez”. Outras táticas de não assumir a responsabilidade eram “ainda tenho tempo”, “posso fazer mais tarde/depois”, “pode ser que aconteça/apareça algo/alguém ...”, “vou me informar/pesquisar ...”.

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Alguém sabe o que significa efetivamente isto? Um Pai travar uma luta contra o descaso e a impunidade ao longo de 103 meses? Três mil e noventa dias, ou mais precisamente 74.160 horas? Uma luta quase desigual para que a Justiça finalmente seja feita? Um Pai que teve seu até então único filho assassinado covardemente por desalmados antes de completar seus 21 anos de existência? Dificilmente isto pode ser avaliado por quem não passou por momentos tão dramáticos quanto este. Comigo, centenas de outros pais se somam a esse coro por Justiça e contra o descaso das autoridades que acabam por premiar assassinos crueis com a tão conhecida impunidade.

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Minhas amigas e meus amigos:

Nesta quinta-feira, o brutal assassinato do meu amado filho Mário completa nada menos do que 104 meses. Isso mesmo: 3.120 dias de descaso e de enfrentamento a algumas notícias desfavoráveis. Isso porque a nossa Justiça,  e a polícia vai ou não reabrir o processo que foi arquivado por ausência de indiciado na autoria.

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A Lei Maria da Penha foi instituída para abranger toda mulher submetida à violência de quaisquer tipos.

Tanto no àmbito familiar, relação íntima de afeto, inclusive a cunhada.

Segundo o entendimento de especialistas, a 5º Turma do STJ que negou Habeas Corpus a um homem acusado de agredir a irmá e sua companheira, que morava com o casal havia mais de um ano.

A precariedade da Lei Maria da Penha ou de quem?