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Categoria: Betim
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(foto: Edesio Ferreira/EM/D.A Press - 27/08/2012)


Dados do Atlas da Violência, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), foram divulgados nesta segunda-feira

 

Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, é a cidade com a maior taxa de homicídios entre os municípios com mais de 100 mil habitantes em Minas Gerais. Em 2017, foram registrados 188 ocorrências, quando a população da cidade era de 427 mil pessoas, uma taxa de 52,1. Em seguida, vem Governador Valadares, com taxa de 42,8 homicídios, e Ribeirão das Neves, com 40,3. A capital mineira está na 12ª colocação, com taxa de 26,7. 

 

Os dados fazem parte do Atlas da Violência, divulgado nesta segunda-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo foi feito para medido o nível de violência nas cidades médias e grandes do país. Ao todo, foram 310 municípios analisados. O instituto se debruçou sobre a taxa de homicídio por 100 mil habitantes nos municípios brasileiros no ano de 2017. 

A pesquisa mostrou uma queda na taxa de homicídios em Belo Horizonte entre 2017 e 2016, quando saiu de 29,1 para 26,7. A redução foi de 8,4% no período. Entre as 10 cidades mineiras que apresentaram as maiores taxas de homicídios, estão seis municípios da região metropolitana

Betim está na liderança negativa, com taxa de 52,1. Seguida de Governador Valadares (42,8), Ribeirão das Neves (40,3), Vespasiano (37,2), Contagem (36,7), Santa Luzia (35,2), Araguari (30,9), Sabará (29,9), Juiz de Fora (29,2), e Sete Lagoas (27,2). Belo Horizonte está na 12ª colocação. 

 

Violência no Brasil


A cidade mais violenta do Brasil em 2017 foi Maracanaú, no Ceará, com 145,7 homicídios para cada 100 mil habitantes. No ano do estudo, 308 pessoas foram assassinadas na cidade, que fica na região metropolitana de Fortaleza e tem 224 mil habitantes. 

capital cearense foi a cidade que teve o maior número absoluto de homicídios em 2017, com 2.145 casos, superando até mesmo as cidades populosas do país. O Rio de Janeiro, que tem mais que o dobro de habitantes de Fortaleza, teve 1.850 assassinatos, e São Paulo, que tem uma população quatro vezes maior, teve 1.011 - menos que a metade.




UAI/EM