Betim

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Atualizado em 29/07/2019 - 13h04


Adalberto José de Oliveira Torquato faleceu em outubro de 2014 em acidente de trabalho

A família que morava em Betim-MG foi tentar uma vida melhor na cidade de Gaspar -SC.

E após alguns anos de progresso veio um acidente fatal que culminou com falecimento de Adalberto José de Oliveira Torquato.

A família esperou arduamente e após cinco anos de espera conseguiu na justiça o pagamento de uma indenização por danos morais após o pai de família falecer em acidente de trabalho numa queda durante em uma obra de construção civil.

O acidente que vitimou Adalberto Torquato aconteceu em outubro de 2014, no bairro Sete de Setembro. Na época a empresa em que ele trabalhava o acusou de o funcionário é quem teria sido culpado pelo ocorrido. Sendo assim, a viúva e mãe de cinco filhos, procurou a equipe do escritório Cruz & Pereira Advogados Associados para buscar seus direitos. Na decisão de primeiro grau, a Justiça do Trabalho condenou a construtora responsável pela obra a pagar uma indenização de R$ 40 mil para cada dependente do trabalhador e o pagamento do equivalente a 2/3 do salário recebido pelo falecido, até a viúva completar 70 anos ou se ela viesse a falecer antes.
O valor também seria pago aos filhos, até que completem 24 anos. Porém, após a sentença, ambas partes entraram com recursos.

Acordo 

Mas o fim do processo veio neste ano de 2019, e após um acordo entre as partes a família recebeu o pagamento, sendo que parte do valor, com concordância do Ministério Público, deve ser destinado á compra de um imóvel em nome dos filhos da viúva.
Para um dos advogados responsável pelo caso, Dr. Edson Rodrigues da Cruz, são casos como esse que dignificam à classe. "Nos orgulhamos pelo nosso trabalho, reconhecendo a brilhante participação dos defensores da empresa, que em conjunto não mediram esforços, ambos em suas teses, mas sempre com o respeito necessário, e chegamos à uma composição, de modo que, a indenização financeira jamais trará o marido de volta, mas uma moradia concretizará o maior sonho de seu falecido esposo, e com certeza trará mais conforto a ela e sua família", ressalta. "Meu marido só queria comprar uma casa para os filhos, por isso trabalhava tanto", disse a viúva. 







Com informações de Escritório Cruz & Pereira Advogados e Jornal Metas

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A perna foi amputada na última quarta-feira (24/07/2019) após acidente que aconteceu no sábado (20)

Gabriel, menino que teve a perna amputada após sofrer acidente com linha chilena, ganhará uma prótese! A perna foi amputada na última quarta-feira (24) após acidente que aconteceu no sábado (20). A modelo e digital influencer Paola Antonini, que teve sua perna amputada depois de ser atropelada na avenida Raja Gabaglia em 2014, anunciou nesta quinta-feira (25), que viabilizará a prótese para Gabriel, em um gesto lindo de empatia.

Modelo Paola Antonini com Gabriel no hospital - Crédito da foto: Reprodução/Instagram Paola Antonini

Ela perdeu a sua perna esquerda em dezembro de 2014, quando estava com o namorado e foi atingida enquanto colocava malas no carro para viajar para as festas de fim de ano.

Paola ficou sabendo da história de Gabriel e se sensibilizou na hora. Foi então, que aos conversar com amigos, Paola conseguiu reunir várias pessoas para ajudar a dar uma prótese para o garoto. Nos stories do Instagram, Paola contou “Falei do Gabriel que perdeu a perna com linha de cerol em Betim. E todo o mundo tá comovido e querendo ajudar. Perguntei da vaquinha e todo mundo topou. Conversei com o Fabrício que fez minha prótese em Belo Horizonte. Ele topou e vai doar uma pernoca pro Gabriel. A gente não vai precisar fazer a vaquinha”.

Fabrício Daniel de Lima, de 42 anos, é fisioterapeuta e protesista e também ficou mexido com o caso de Gabriel “Eu me sensibilizei, senti que é um caso que ele pode representar muito para os outros deficientes físicos”. Ele contou que nesta sexta-feira (26), fará a primeira consulta com o adolescente. De acordo com o protesista, em no máximo 40 dias após retirar os pontos, Gabriel já poderá usar sua prótese.

O valor da prótese varia entre R$ 70 mil e R$ 80 mil, e vai proporcionar a Gabriel sua mobilidade de volta. Segundo Fabrício de Lima, o fato de Gabriel ser novo e ainda em fase de crescimento, contribui para a reabilitação dele, tornando-a mais rápida e com melhor resultado.

Paola ficou muito feliz com a ajuda e doação de Fabrício e agradeceu o gesto em seu Instagram, pedindo para que todos fiquem alegres pela conquista “O Fabrício é sensacional e sempre ajuda. Eu fiquei muito feliz e emocionada. Muito obrigada. Você é demais e o Gabriel vai ter uma pernoca nova. Vamos ficar todos felizes”.

Relembre o caso

O acidente que levou à amputação da perna, ocorreu no sábado (20), quando Gabriel voltava da escola onde praticava futebol. Segundo testemunhas, uma linha chilena, utilizada para soltar pipa e que corta 4 vezes mais que o cerol, agarrou em um veículo. O motorista não percebeu a presença do material, e acabou passando pelas pernas do garoto.

Ferido na altura dos joelhos, o garoto teve cortes muito profundos. No acidente, o jovem teve nervos, artérias e veias atingidos.

Linha Chilena

Feito com uma mistura de quartzo e óxido de alumínio, o cerol chileno tem tem sido muito utilizada por quem adora soltar pipas. Ele é resistente e com alto poder cortante, sendo quarto vezes maior que o do cerol que é feito de vidro.

 



MaisMinas

 

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Pelo quarto ano consecutivo, a Unimed Federação Minas é uma das Melhores Empresas para Trabalhar em Minas Gerais em 2019. O prêmio foi entregue pelo Great Place to Work (GPTW), ontem (23), no Hotel Ouro Minas, e a instituição conquistou o 10º lugar, disputando com outras grandes empresas de todos os segmentos. Essa é a quarta edição do ranking, padrão de excelência para a definição de ambientes de trabalho admiráveis. A pesquisa é feita anualmente pela consultoria e desde a primeira edição, em 2016, a Federação aparece na lista.

Criado pelo GPTW, pioneiro em conduzir a pesquisa mundial, o ranking é realizado em 53 países, nos seis continentes. Para realizar a classificação, funcionários respondem a questionários e avaliações. Os principais pontos analisados são: relações interpessoais com a equipe, bem-estar e qualidade no local de trabalho, assistência e benefício que a empresa proporciona ao empregado e reconhecimento. O GPTW publica anualmente mais de 40 rankings em âmbito nacional, regional, setorial (como TI e Saúde) e temático (Melhores Empresas para Mulheres).

Segundo o presidente da Unimed Federação Minas, Luiz Otávio Fernandes de Andrade, a classificação demonstra a percepção positiva que os colaboradores têm a respeito dos benefícios oferecidos, sobre a postura dos gestores em lidar com as questões do dia a dia, o respeito nas relações, as possibilidades de crescimento profissional, a forma de comunicação e informação de assuntos importantes, os feedbacks recebidos, o relacionamento com os colegas e com o local de trabalho. “Além do bom ambiente corporativo, acredito que as pessoas valorizam o trabalho na Unimed Federação Minas pelas oportunidades de desenvolvimento profissional”, avalia Luiz Otávio Andrade.

Há 24 anos na empresa, Luciana Neri Couto, analista administrativo da Gestão de Regulação em Saúde (GRS), foi escolhida pelos gestores para representar os colaboradores na cerimônia de premiação. “Fiquei muito emocionada por ter sido lembrada. Tenho muito amor pela Unimed. Até hoje me arrumo para trabalhar como se fosse o meu primeiro dia na empresa”, revela. Lu, como é carinhosamente chamada, ressalta o respeito dos colegas, independentemente do cargo que ocupam, e o diálogo aberto com a diretoria e os gestores como os pontos que fazem da instituição um dos destaques do GPTW.

Da esquerda para à direita: José Anísio Dias Cabral, gestor de Recursos Humanos, Cristiano Silva Rocha, superintendente de Negócios, Luciana Neri Couto, analista administrativo da Gestão de Regulação em Saúde – representando os colaboradores, e Rodrigo Steves Bragança, superintendente de Desenvolvimento e Relacionamento.

 

 

 

 

 

 

 



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Gabriel Nascimento, de 15 anos, caminhava pela rua quando foi atingido por artefato cortante que se prendeu em ônibus. Ele ficou uma semana internado no Hospital Regional de Betim

Gabriel deixou hospital com os pais e com o irmão confiante em sua recuperação(foto: Prefeitura de Betim/Divulgação)


O garoto Gabriel Nascimento, de 15 anos, que teve a perna amputada após sofrer um corte provocado por linha chilena em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, recebeu alta e deixou o hospital na manhã deste domingo. 

O acidente aconteceu em 20 de julho, quando Gabriel foi atingido por uma linha chilena que se prendeu em um ônibus. O artefato cortante acertou o garoto quando ele caminhava na calçada.  

Na saída do Hospital Regional de Betim, Gabriel recebeu o carinho de amigos e familiares, que lotaram a porta da unidade para recebê-lo aos gritos de "feijãozinho guerreiro", em alusão ao apelido de "feijão" do jovem.

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Por Dr Paulo Marcos Mundim


TEM QUE LEMBRAR MESMO
Não é a notícia que a gente acorda num domingo e quer ver nos jornais. 
Mas até que enfim uma reportagem com abordagem humanizada sobre a catástrofe da DENGUE que assolou Minas Gerais. Aqui ela matou. E muito. E quem aí sabe a dor de uma MORTE EVITÁVEL?
Em um país sério não se morre por causa de um inseto. Mas aqui nessas “Rondônias rudes” um mosquito nos destrói. Mesmo a gente pagando impostos de gente grande ele nos destrói. Claro, as atenções do Poder Público, aqui, não são muito chegadas à palavra VIDA.
Em Betim foi pior. Para as autoridades políticas daqui, a culpa da epidemia foi do cidadão e de sua falta de educação ambiental. Quer dizer que minha avó de quase 90 anos, uma das milhares de vítimas, quase morreu por falta de educação ambiental?! Eu jamais engoliria essa. 
Isso mesmo, EM BETIM A CULPA FICOU SENDO DO POVO. E quem sentenciou isso foi a Prefeitura, que talvez tenha esquecido que a educação ambiental é também papel dela, assim como o trabalho de prevenção (capina, limpeza urbana etc). Essa Prefeitura que apontou o dedo para o povo tem agentes de combate a endemias que não ganham adicional de insalubridade nem EPI (equipamento de proteção individual). 
Essa Prefeitura, também, fez uso de borrifadores MANUAIS de fumacê, imaginando que iria cobrir 343km² de território, por onde o aedes egypti encontrou seu paraíso. 
Ante ao caos e as mortes, a Prefeitura de Betim simplesmente fez a egípcia, e sequer lamentou os óbitos. Eu não vi nenhuma nota de pesar das autoridades municipais.
EM BETIM NÃO HOUVE NENHUMA NOTA CURTA NOS JORNAIS.
Parabéns, Estado de Minas – o jornal, no caso.