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A escolha proporciona a garantia de um resultado profissional e durável em objetos construídos em madeira.

Grande parte dos projetos de marcenaria envolvem martelos, pregos, furadeiras e outros objetos que, muitas vezes, tornam o processo difícil e demandam mais tempo na execução.  Colar as peças é uma solução mais prática e rápida, mas, além de buscar produtos de qualidade no mercado, é necessário que as pessoas estejam informadas sobre como realizar a aplicação da cola na superfície, permitindo que o resultado seja eficiente e evite prejuízos ou retrabalhos.
 
Essas informações são necessárias tanto para as grandes e pequenas empresas, quanto para as pessoas que desenvolvem os mais diversos projetos e objetos em casa. A cultura do Faça Você Mesmo, por exemplo, - no inglês DIY: do it yourself – vem ganhando força nos últimos anos em todo o mundo. Com o boom da internet, as pessoas passaram a dedicar o seu tempo em vários tipos de projetos, por exemplo, móveis e objetos de madeira. E, mais do que simplesmente produzir, começaram a compartilhar os resultados e ensinar as técnicas nas redes sociais, contribuindo para uma economia criativa e geração de novas ideias.
 
 
A cola ideal para cada projeto: para esclarecer as características e utilidade de cada cola, separamos algumas dicas.
 
O processo de colagem de madeira parece ser simples, mas, é preciso ter cuidado e atenção, para que o resultado seja positivo. O consumidor deve ficar atento na função de cada cola, bem como nas informações a respeito daquele produto.
 
Com qualidade muito superior às colas tradicionais para madeira, as colas da marca americana Titebond têm diferentes opções para cada necessidade e vem conquistando os brasileiros nos últimos anos. As colas Original, Premium II e Ultimate III, por exemplo, são as mais utilizadas no mercado nacional por marceneiros, luthiers (profissionais que utilizam madeira para construir instrumentos musicais) e hobbystas. 
 
Com alta tecnologia e inovação, a linha é considerada uma das melhores do segmento de marcenaria e moveleiro. Todas as colas podem ser utilizadas para consumo de pequenas empresas, marceneiros, artesões ou hobbystas, já que a linha  conta com vários tipos de embalagens.
 
O adesivo Titebond Original é ideal para a utilização interna, sendo uma ótima opção para colagem de madeiras, MDF, aglomerado, lâminas de madeiras e para a montagem de móveis. Desenvolvendo uma colagem mais forte que a própria madeira, a cola é produzida em resina alifática, e tem sido utilizada por marceneiros profissionais, indústria de móveis e demais profissionais.
 
O vice-presidente da Grossl, Sergio Luiz Jankowski, indústria catarinense que comercializa as colas para madeira e construção civil da marca Titebond em território nacional, explica que a Titebond II Premium é recomendada para colagem de madeira e lâminas pelos processos de colagem a frio, quente e de alta frequência. Também pode ser utilizada na montagem de móveis e esquadrias de madeira de uso externo, devido a sua alta resistência à umidade.
 
E, por fim, a Titebond III Ultimate é considerada a melhor cola para madeira. A cola é recomendada para aplicações externas mesmo em temperaturas mais baixas ou quando a preocupação for a umidade excessiva. “A cola é a escolha certa para móveis de jardim, caixas de correios ou qualquer outro objeto que ficará exposto ao ar livre. Além de poder ser utilizada na fabricação de utensílios de cozinha, como tábuas de corte, visto que é segura para o contato indireto com alimento”, explica Jankowski.
 
A Titebond Original, II e III são livres de solventes e não produzem vapores nocivos. “Além disso, a Titebond II e III podem ser utilizadas para projetos interiores, mas, devido à alta qualidade e resistência à umidade e à água respectivamente, são indicadas para uso externo também”, ressalta Sergio.
 
Sergio ainda comenta que as colas podem ser utilizadas em projetos com contato direto com água, mas, não são indicadas para projetos de imersão constante. A Titebond III, por exemplo, já passou pelo teste da ANSI/HPVA Tipo I de resistência à água. O teste Tipo I consiste em ferver os objetos peças coladas por quatro horas e colocar as amostras em forno de 63°C por 20 horas. Após isso, as colas são fervidas novamente e resfriadas em água corrente. Depois, as peças passam por um teste enquanto ainda estão úmidas . As colas precisam atingir algumas exigências de resistência e falha na madeira para passar na especificação. "Ou seja, devem oferecer resistência superior de colagem, além de tempo de montagem mais longo.”, finaliza.
 
 
Grossl
 
Fundada em 1982, em São Bento do Sul (SC), a Grossl oferece soluções completas em abrasivos e adesivos para as indústrias moveleira, madeireira, metal mecânico, automotiva, naval, couro e óptico.
 
Entre os principais produtos comercializados estão abrasivos, adesivos, colas, selantes, discos de corte, desbaste e esponjas abrasivas, limas rotativas, aplicadores manuais de Hot Melt, lixadeiras pneumáticas manuais Dynabrade, entre outros acessórios e itens.
 
Os produtos de alta qualidade estão divididos em diferentes grandes marcas distribuídas exclusivamente pela Grossl, são elas: Titebond, Franklin International, Ekamant, Starcke e Horse.
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O APP é uma ferramenta de contato menos burocrática entre o Conselho, os profissionais e a sociedade

 

Com o intuito de estimular a participação da sociedade na denúncia de obras e serviços irregulares, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG) lançou o aplicativo Crea-MG Mobile. O módulo “Você Fiscal” permite que os usuários façam consultas e denúncias de irregularidades de forma rápida e simples. O aplicativo, que está disponível nas plataformas digitais desde fevereiro de 2019, recebeu 470 denúncias, das quais 428 já tiveram um encaminhamento. A maior parte das queixas diz respeito à obra e serviço sem placa, com 207 denúncias, e sem responsável técnico, com 176 notificações.

Por meio de uma interface simples e intuitiva, o aplicativo possibilita a qualquer cidadão enviar denúncias, que podem ser feitas tanto de forma identificada quanto anônima. É possível encaminhar o endereço, fotos e outros dados de obras e serviços, alertando sobre possíveis irregularidades no exercício da engenharia, da agronomia e das geociências. As denúncias são recebidas pelo setor de Fiscalização que dá o encaminhamento necessário. Quando feitas de forma identificada, o denunciante poderá acompanhar todos os trâmites, o que não é possível no caso de denuncia anônima. O Crea-MG Mobile permite também a consulta da regularidade de profissionais e empresas, além da conferência da autenticidade da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e certidões.

Segundo a diretora Técnica e de Fiscalização do Crea-MG, engenheira civil e de segurança do trabalho Graça Lage, o aplicativo será mais um canal de contato entre o Conselho, os profissionais e a sociedade. “Por meio dessa ferramenta, o Crea dá a oportunidade de participação ativa na fiscalização do Conselho de maneira direta e menos burocrática, auxiliando nas denúncias do exercício ilegal da profissão", afirma. O presidente do Crea-MG, engenheiro civil Lucio Borges, explica que o suporte online vai otimizar ainda mais a atuação do Conselho ao possibilitar à sociedade, incluindo o profissional, um meio para denunciar obras e serviços sendo executados por pessoas não habilitadas, ou mesmo a ausência da ART, por exemplo. “A partir dessas denúncias, será possível identificar mais facilmente as irregularidades e, assim, promover uma fiscalização efetiva e imediata, assegurando à sociedade a prestação de serviços por profissionais habilitados”, detalha Lucio.

O Crea-MG Mobile pode ser baixado de forma gratuita através da AppStore, para dispositivos IOS, e pela Play Store, para dispositivos Android.  

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São 280 unidades em todo país com facilidades de pagamento

 

Adquirir a casa própria ou conquistar a sede para investir em um negócio é possível com alguns cliques a partir dos leilões online de imóveis. Até o dia 6 de maio, os leilões do banco Santander oferecem 280 unidades residenciais, comerciais e rurais. São apartamentos, casas, terrenos, sobrados e lojas com valores abaixo do mercado e facilidades de pagamento em todo o país.

 

Os pregões serão realizados pelas leiloeiras: Sold, Biasi, Frasão, Mega Leilões e Zukerman. Para todos os imóveis residenciais há desconto de 10% caso o pagamento seja feito à vista. É possível quitar, em alguns casos, em até 420 meses pelo crédito imobiliário Santander. Todas as unidades podem ser consultadas neste link: www.santanderimoveis.com.br

 

Com encerramento em 6 de maio, estão disponíveis 173 imóveis residenciais em Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, com lances iniciais entre R$ 22 mil e R$ 9 milhões.

Essas unidades estão disponíveis neste link: https://www.sold.com.br/lote/lista?filter=tag:santander_diversos

 

Também até o dia 6 de maio será possível arrematar imóveis e terrenos, esses leiloados apenas pela Sold e Zukerman. São 107 opções distribuídas pelos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os lances iniciais variam entre R$ 25 mil e R$ 10 milhões.

Veja as unidades neste link: https://www.sold.com.br/lote/lista?filter=tag:santander_comerciais

 

 

Como participar

Os leilões são abertos a qualquer pessoa. Basta se cadastrar no site onde o imóvel de interesse está disponível, criar um login e senha e se habilitar para ofertar lances. A partir daí, basta acompanhar os lances no dia marcado para o encerramento. O método usado na Internet é o mesmo de qualquer leilão: quem der o maior lance, leva a oferta, conforme as condições descritas no edital de cada leilão.

 

 

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Saiba como as empresas devem se adequar à nova legislação e quais os  efeitos no mundo empresarial.


Conhecida com a quarta revolução industrial, a Indústria 4.0 exigirá cada vez mais ambientes integrados e automatizados, com grande volume de dados e informações essenciais para rodarem. Por isso, ameaças e ataques cibernéticos são cada vez mais frequentes e temidos pelas empresas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte. Um ramsoware, por exemplo, pode parar uma produção e ocasionar na perda de dados. Além disso, gestores e empresários devem se preocupar ainda com a proteção, regulamentação e uso das informações públicas e privadas que obtêm de funcionários, fornecedores e clientes, protegendo todos os dados em seu poder ou de parceiros em seu nome.
 

Em mais de 100 países, existem critérios mínimos para permitir a atividade e manuseio de dados no ambiente online. No Brasil, uma lei sancionada em agosto do último ano, também impõe regras sobre a coleta e o tratamento de informações de pessoas por empresas e órgãos públicos. É a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que está prevista para entrar em vigor em agosto de 2020. Com ela, as empresas terão mais responsabilidades perante o recolhimento e proteção dos dados pessoais, estando sujeitas a multas de cerca até 2% do faturamento da empresa, que podem chegar a R$ 50 milhões e penalidades em caso de descumprimento e violação das regras relativas à proteção e privacidade dos dados. 

O especialista em Segurança da Informação da Indyxa, Tiago Brack Miranda, explica que a adequação à nova lei, trará consequências maiores para o ambiente online, já que a maioria das pessoas possuem registros coletados e armazenados diariamente em um banco de dados, seja por meio das redes sociais ou por empresas.

Tiago alerta que, uma simples compra onde é solicitado o CPF ou qualquer outro documento, também implica a proteção deste dado coletado, portanto, a normativa também vale para o ambiente offline. "A lei foi desenvolvida para criar diretrizes no acesso às informações e no tratamento dos dados pessoais ou qualquer informação que identifique determinado indivíduo, como nome, CPF e RG, além de informações sobre a etnia, sexualidade e religião", comenta.

Para as empresas e organizações públicas, a grande mudança com a chegada da nova lei, será fornecer as informações de forma clara e simples, de modo que os indivíduos possam saber como é obtido, armazenado e compartilhado seus dados. Além de possibilitar ao cidadão, a revogação, portabilidade e a retificação de suas informações.

A LGPD trará grandes mudanças e impactos para as empresas. Entretanto, a lei pode gerar benefícios para as organizações que decidirem implementar as regulamentações antes, proporcionando uma vantagem competitiva no mercado. “As implementações das normas estabelecidas pela LGPD precisam ser encaradas como uma transformação dos padrões dentro da empresa, e não simplesmente para estar de acordo com a lei", ressalta Miranda.

Como se adequar à nova lei?

Tiago comenta que além dos investimentos adequados em tecnologias para evitar o vazamento ou perda de dados de forma maliciosa, será necessária a adequação documental de acordo com a lei. Políticas e processos deverão ser revisados ou até mesmo elaborados, para serem implementados dentro das empresas. Também é fundamental o ajuste de aspectos internos da empresa, incluindo cultura e treinamento dos funcionários para haver a conscientização sobre o tema.

É fundamental que as empresas identifiquem quais dados são manipulados e gerenciados, analisando como eles são armazenados e protegidos de possíveis ameaças, potencializando as políticas de privacidade e segurança da empresa, em conformidade com o que determina a lei. “Será necessário uma mudança na forma como as empresas trabalham com os dados. Torna-se indispensável que as empresas invistam em softwares que identifiquem riscos, façam a gestão das informações, garantindo mais segurança de transferências de dados e controle ao acesso das informações”, finaliza Miranda.

O especialista ainda ressalta que são necessárias algumas práticas para implementar a LGPD nas empresas. Confira:

Gerencie e avalie os dados: as empresas precisam estar atentas ao que já está sendo feito internamente e avaliar a proteção dos dados de todos os envolvidos nos processos. É importante implementar soluções e políticas de proteção destes dados em toda a organização.

Monitoramento: controle e faça vistorias constantes na empresa, evitando possíveis vazamentos de informações internamente e externamente. E, certifique-se que somente pessoas necessárias tem acesso as informações.

Compartilhamento de informações e dados: é necessário que o usuário tenha consentimento do compartilhamento de seus dados. Além disso, as empresas precisam ter em mente que, ao compartilhar informações com terceiros, ela continua responsável por estas informações.

Solicitação de informações: com a determinação da lei, os clientes podem solicitar ou excluir os dados a qualquer momento, bem como saber onde esses dados estão armazenados, diante disso, a empresa precisa estar ciente que, ao solicitar as informações, é determinado um prazo para entregar essa informação ao cliente.
 
 

Avaliação do Usuário: 5 / 5

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Construtora AP Ponto investe em novas práticas sustentáveis e reduz em 60% os resíduos gerados no canteiro de obras

 

O comportamento do consumidor está mudando, mais consciente sobre a relação do homem com o ambiente, ele busca por produtos, serviços e alternativas sustentáveis. Segundo levantamento realizado pela Opinion Box a respeito da percepção dos consumidores brasileiros sobre a sustentabilidade e o engajamento social nas empresas, 42% dos consumidores se preocupam muito com práticas sustentáveis quando compram algo. Essa mudança também pode ser notada no mercado imobiliário.

 

Para Bárbara Guimarães, coordenadora de engenharia da construtora AP Ponto, a tendência é que os clientes se tornem mais engajados e exigentes. “Somos muito procurados por jovens solteiros que estão iniciando suas vidas. Esse grupo que já representa 70% do nosso público apresenta mais essa preocupação com o consumo consciente e a sustentabilidade e opta por imóveis menores. No momento do atendimento apresentamos a eles as alternativas sustentáveis adotadas pela empresa e percebemos que essas ações despertam a atenção desses clientes”, afirma a coordenadora.

 

Mais do que dar atenção especial aos aspectos sociais e ambientais que envolvem a obra, tornou-se necessário pensar em alternativas mais sustentáveis para a construção dos empreendimentos. Essa mudança, além de ser benéfica para o ambiente, garante economia para as empresas. Fazer com que os materiais sejam reutilizados, definir alternativas menos invasivas para a modificação dos terrenos e encontrar novas formas de geração de energia são atitudes que diminuem os impactos da construção no ambiente. Além disso, tornam os processos economicamente viáveis. Seguindo essa tendência, a construtora AP Ponto adotou práticas que visam a diminuição dos resíduos gerados nas obras dos seus empreendimentos. A ação já gerou bons resultados para o ambiente e para a empresa.

 

“Realizamos em nossas obras a gestão de resíduos de toda a linha de produção, conferindo e garantindo que os rejeitos sejam separados e descartados adequadamente, de maneira responsável, sem prejuízo ao meio ambiente e à sociedade. Através deste acompanhamento, realizamos treinamentos com todos os funcionários, atendemos as exigências das legislações e órgãos ambientais, impedimos qualquer tipo de disposição final irregular e desperdício de material. Todos os processos são acompanhados por uma engenheira ambiental. Com este trabalho, estabelecemos o consumo consciente de materiais e reduzimos em 60% os resíduos gerados durante a construção em nossos canteiros”, declara Bárbara.

 

 

Sobre a AP Ponto

 

A AP Ponto é uma construtora e incorporadora que atua na construção de condomínios que fazem parte do programa “Minha Casa Minha Vida”. Com foco no cliente, a missão da empresa é descomplicar o sonho da casa própria. É conhecida também por ter a entrega garantida e sempre no prazo. Fundada na capital mineira em 2010, pelo engenheiro Bruno Lafetá, a empresa chegou ao mercado com profissionais com mais de 20 anos de atuação no setor. Em 2013, a AP Ponto iniciou seu processo de expansão e está presente nas cidades de Uberlândia, Belo Horizonte, Contagem, Betim, Vespasiano e Santa Luzia. Ao todo, a construtora já entregou 27 condomínios e mais de 3.000 unidades de apartamentos.