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Reino Unido apresenta principais novidades de parceria estratégica em defesa e transferência de tecnologia na mais importante feira de defesa e segurança da América Latina

 

Mark Lancaster, Ministro das Forças Armadas, tem presença confirmada na LAAD 2019, entre 2 a 5 de abril, no Riocentro

 

Parcerias em defesa e segurança e transferência de tecnologia são os principais objetivos do Reino Unido na LAAD 2019, mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, que acontece de 2 a 5 de abril, no Riocentro.

 

Empresas britânicas que promovem equipamentos inovadores e capacitações nos setores de defesa e segurança veem na LAAD 2019 uma grande chance de firmar parcerias industriais com empresas brasileiras, além de oportunidades no setor marítimo, já que o Brasil procura investir em novas plataformas nos próximos anos. Os números do Reino Unido, de fato, impressionam: as exportações britânicas de defesa em 2017 atingiram de £9 bilhões, enquanto as exportações de segurança do Reino Unido, no mesmo ano, somaram £4.8 bilhões.

 

Segundo Mark Lancaster, Ministro das Forças Armadas, que lidera a equipe britânica nesta missão e vem ao Brasil na próxima semana para a feira, a relação estratégica com o Brasil é muito importante. "O tema da participação do Reino Unido é a amplitude e a profundidade da relação de defesa estratégica entre o Reino Unido e o Brasil. É construída sobre valiosas parcerias entre os dois países com interesses no futuro, forças armadas modernas e profissionais e indústrias de defesa ricas em tecnologia, refletidas no Acordo de Cooperação de Defesa.", afirma.

 

 

Alexis Hammer Diretor Regional do Ministério do Comércio Internacional e da Organização de Defesa e Segurança do Reino Unido também vê na LAAD 2019 uma oportunidade importante para as empresas britânicas promoverem suas capacidades nos setores de defesa e segurança e identificarem oportunidades de joint ventures com empresas brasileiras. "A cooperação industrial é fator chave para o sucesso, por isso incentivamos empresas britânicas a colaborarem com iniciativas futuras e satisfatórias, ao passo que o Brasil moderniza suas forças armadas", diz.