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Inscrições são gratuitas para moradores do Aglomerado da Serra e Pedreira Prado Lopes

 

A Cemig, em parceria com o programa Favela É Isso Aí, realiza oficinas de Elaboração de Projetos Socioculturais para pessoas de comunidades atendidas pelo programa Energia Inteligente. Moradores do Aglomerado da Serra e Pedreira Prado Lopes terão a oportunidade de participar das oficinas que são oferecidas gratuitamente. São 30 vagas por comunidade, e as aulas serão ministradas pela professora Clarice Libânio, consultora em diagnóstico, pesquisa, elaboração de projetos sociais e culturais.

 

Para participar do curso, no sábado (22/9), no Instituto BH Futuro (Antigo Espaço Criança Esperança), no Aglomerado da Serra, os interessados devem fazer a inscrição pessoalmente, de segunda a quinta-feira, de 13 às 20 horas, na Rua Desembargador Mário Matos, 578. O próximo curso será no dia 29/9, na Pedreira Prado Lopes, no Colégio Municipal de Belo Horizonte, localizado na avenida José Bonifácio, 189. As inscrições podem ser feitas no próprio colégio, de segunda a sexta-feira, de 9 às 18 horas, ou pela internet no link.

 

Os cursos acontecem aos sábados, de 9 às 18 horas, e são voltados para artistas, produtores, gestores culturais e lideranças comunitárias. O objetivo é introduzir e discutir as principais etapas e ferramentas de elaboração de um projeto sociocultural, desde sua concepção até a captação de recursos, além de apresentar e definir conceitos principais da elaboração de projetos culturais e sociais, por meio de um passo a passo na elaboração.  Os alunos receberão lanche, material didático e certificado da oficina.

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(Reuters) - A Justiça de Minas Gerais mandou prender novamente todos os funcionários da Vale e da auditora Tüv Süd que haviam sido soltos recentemente, informou em nota nesta quarta-feira o Tribunal de Justiça mineiro, em meio às investigações de autoridades sobre o rompimento da barragem de rejeitos da mineradora em Brumadinho (MG), no 25 de janeiro, que deixou ao menos 200 morto.


Dos empregados que haviam sido presos e depois liberados, onze são da Vale e dois da Tüv Süd, empresa responsável pelo laudo de estabilidade da estrutura que entrou em colapso. Os 13 são investigados por envolvimento no desastre. [nL1N1ZT114]

No início de fevereiro, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu colocar em liberdade três funcionários da Vale e dois da auditora, ao afirmar que eles já prestaram declarações, já foram feitas buscas e apreensões e não foi apontado qualquer risco que eles pudessem oferecer à sociedade.

Ao final do mês passado, o STJ liberou oito funcionários da companhia que tinham sido presos, em meados de fevereiro, com argumentos semelhantes.

Mas na decisão desta quarta-feira, a 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou, por unanimidade, habeas corpus impetrados em favor dos funcionários.

 

“Com essa decisão, os 13 devem retornar à prisão para cumprimento da prisão temporária decretada pelo juiz da comarca de Brumadinho, Rodrigo Heleno Chaves”, disse o TJMG em nota.

De acordo com o voto do relator, desembargador Marcílio Eustáquio Santos, a decretação da prisão temporária foi “devidamente fundamentada pelo juiz, como forma de se buscar informações sobre o conhecimento dos investigados a cerca da situação de instabilidade da barragem”.

Além disso, Santos disse em seu voto que ficou demonstrado que a “prisão temporária é necessária ao bom andamento do inquérito policial no qual, frisa-se, apura delito de elevada gravidade concreta”. O relator descartou a alegação de “qualquer constrangimento ilegal na manutenção da medida cautelar”.

As prisões não envolveram integrantes da cúpula da companhia, que afastou no início de março o presidente-executivo da Vale, Fábio Schvartsman, o diretor-executivo de Ferrosos e Carvão, Peter Poppinga, além de Lucio Flavio Gallon Cavalli (diretor de Planejamento e Desenvolvimento de Ferrosos e Carvão) e Silmar Magalhães Silva (diretor de Operações do Corredor Sudeste), após recomendação de autoridades que acompanham o caso.

Em nota, a Vale afirmou que “essas prisões são desnecessárias, pois os colaboradores já haviam prestado depoimento de forma espontânea e estavam disponíveis para prestar novos esclarecimentos às autoridades a qualquer momento”.

 

A empresa reiterou ainda que, atendendo à recomendação da força-tarefa, inclusive como medida cautelar alternativa à prisão, todos esses funcionários já estavam afastados.

“A companhia e seus empregados têm apresentado, desde o momento do rompimento da barragem, todos os documentos e informações solicitados voluntariamente e, como maior interessada na apuração dos fatos, a Vale continuará contribuindo com as investigações”, disse a empresa.

Já a Tüv Süd informou que, em respeito às investigações, no momento não está comentando o caso.

Reuters

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'Vou matar todo mundo amanhã. Tomara que a sala esteja cheia', escreveu jovem de 18 anos em aplicativo de mensagens. À polícia, ele disse que postagem era 'brincadeira', e acabou detido

Um estudante de 18 anos foi detido por incitação ao crime após uma publicação dele em uma rede social se espalhar e levar medo a alunos e pais. Na mensagem, ele dizia que nesta sexta-feira mataria pessoas na escola estadual em que estuda no Bairro Horto, Região Leste de Belo Horizonte. À polícia, ele disse que a intenção era fazer uma “brincadeira”. 

Policiais militares compareceram à escola, que fica na Rua 7, após denúncias registradas no fim da tarde dessa quinta-feira. Segundo a PM, funcionários disseram que estavam com medo e preferiram não registrar a ameaça, mas contaram que receberam várias ligações de pais de alunos falando que não levariam os filhos à escola. 
 
Eles mostraram a postagem do rapaz, que tinha uma foto com uma arma acompanhada da mensagem “Vou matar todo mundo amanhã. Tomara que a sala esteja cheia”.
 
Os policiais foram até a casa do estudante e foram recebidos pelo pai dele. Questionado pelos policiais, o aluno confirmou ter postado a mensagem no WhatsApp, mas que não passava de uma brincadeira, e que a foto que ele postou foi enviada a ele em 2017 por um ex-aluno da instituição. Ele não soube dizer se a arma era verdadeira ou um simulacro. Ele foi encaminhado a uma delegacia. 
 
SÉRIE DE OCORRÊNCIAS Após o massacre na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, interior de São Paulo, uma sequência de ocorrências têm assustado a comunidade escolar em outras instituições pelo Brasil. 
 
Em Manaus, um dia depois da tragédia que deixou 10 mortos, dois alunos de 16 e 17 anos do Instituto de Educação do Amazonas (IEA) fizeram ameaças por meio de mensagens no WhatsApp. O mais velho foi levado para a delegacia e liberado após assinar um Boletim Circunstanciado de Ocorrência por ato infracional análogo ao crime de ameaça.
 
Em São Pedro do Avaí, distrito de Manhuaçú, na Região da Zona da Mata mineira, um rapaz de 18 anos utilizou o perfil no Facebook para apoiar o massacre em Suzano. Além disso, na mensagem, ameaçou cometer um atentado semelhante na Escola Estadual Ana Mendes Pereira Dutra, localizada no distrito. Pessoas que acessaram o perfil do homem acionaram as polícias Civil e Militar e ele acabou preso. No celular dele, foram encontradas conversas com grupos de outros estados que também são favoráveis ao atentado. 
 
Na noite de quinta-feira, um estudante de 20 anos atirou para o alto na porta da escola estadual em que estuda em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele disse ter cometido o crime para assustar colegas que estavam espalhando boatos sobre a sexualidade dele. O jovem foi autuado em flagrante pela Polícia Civil e encaminhado a uma unidade prisional.



UAI e (Com agências)
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Flexibilização de posse de armas favorece feminicídio

Essa relação foi defendida em audiência que lembrou ainda assassinato a tiros da vereadora carioca Marielle Franco.

 

 

 

Participantes do debate apontaram que violência atingiria principalmente mulheres negras e de baixa renda, dependentes financeiramente dos seus companheiros

Participantes do debate apontaram que violência atingiria principalmente mulheres negras e de baixa renda, dependentes financeiramente dos seus companheiros - Foto: Ricardo Barbosa


A memória do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (Psol) marcou simbolicamente a audiência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta quinta-feira (14/3/19). Nesta data, há um ano, a parlamentar foi executada a tiros no Rio de Janeiro e o crime até hoje não foi elucidado, já que os mandantes e a motivação ainda não são oficialmente conhecidos.

A reunião teve por objetivo discutir os riscos da flexibilização da posse de armas para a vida das mulheres e a maioria das participantes concordou que a medida favorece o aumento da violência.

Segundo a presidenta da comissão, deputada Marília Campos (PT), até o dia 7 de março foram registrados, no Brasil, 340 casos de feminicídio. “Os números são alarmantes. A cada hora, no País, 500 mulheres são agredidas”, afirmou.

Em Minas Gerais, o quadro não é diferente. Conforme denunciou Andrezza Rafaela Abreu Gomes, subsecretária de Prevenção à Criminalidade da Secretaria de Segurança Pública, em 2018, no Estado,156 mulheres foram vítimas de feminicídio.

Diante desses dados, Marília Campos ressaltou a necessidade de se ampliar o número de delegacias de mulheres em Minas. Com 853 municípios, o Estado dispõe apenas de 72 delegacias desse tipo. A presidenta da comissão referiu-se ao ataque a uma escola em Suzano (SP), na quarta-feira (13), para exemplificar como a facilidade do acesso a armas pode gerar cada vez mais violência.

Parlamentares convocam para ato Marielle Vive

Marília Campos lembrou a passagem de um ano da execução de Marielle Franco, conclamando todos a participarem das manifestações de protesto nesta quinta-feira em todo o País, exigindo uma investigação séria sobre o crime. Em Belo Horizonte, disse, o ato será a partir das 16h59, embaixo do Viaduto Santa Tereza.

Andréia de Jesus (Psol) observou que o assassinato da vereadora carioca é não só um crime contra a mulher, mas "um ataque ao Parlamento e à democracia".

Ana Paula Siqueira (Rede) também defendeu Marielle, destacando que a vereadora assassinada, natural da periferia, teve uma trajetória de vida muita parecida com a sua. A deputada ressaltou que na última terça-feira (12), em Brasília, foi aprovado projeto de lei do deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ), que determina a apreensão de armas de agressores de mulheres, "como medida cautelar da Lei Maria da Penha".

Para a deputada Leninha (PT), a data do assassinato de Marielle tem um significado muito grande. "É importante que nos coloquemos como Marielle. Não seremos interrompidas pelo medo, pela violência nem pelas ameaças. Não podemos deixar passar em branco o crime contra as Marielles. É preciso saber não só quem matou Marielle, mas quem mandou matar e por quê?".

Contraponto - A deputada Delegada Sheila (PSL) opinou de forma um pouco diferente no tocante à questão das armas. Segundo ela, o tema da audiência "é muito complexo" e merece um estudo mais aprofundado. Admitiu que o feminicídio é uma realidade, apontando dados que chegam a seis mil mortes/ano. Mas ponderou que é preciso avaliar com cuidado a relação do feminicídio com arma de fogo.

"Estamos vivenciando um momento de troca de governo e posicionamento em relação a isso, porte de arma, liberação de armas de fogo. Precisamos conhecer primeiro a realidade do nosso País", disse. A parlamentar diz que trabalha na área de segurança há muitos anos mas ainda tem "muito a aprender". "Não tenho opinião formada a respeito", concluiu.

Conceito de feminicídio é ainda muito recente

Para Letícia Godinho, feminicídios representem 86% dos homicídios de mulheres no País
Para Letícia Godinho, feminicídios representem 86% dos homicídios de mulheres no País - Foto: Ricardo Barbosa

Pesquisadora da Fundação João Pinheiro, Letícia Godinho definiu feminicídio como "um crime de gênero e de ódio". E afirmou que se trata de um conceito recente, que surgiu na militância social e na academia para dar visibilidade ao alto grau de violência sofrida pelas mulheres. "Foi uma  vitória do movimento feminista conseguir, em 2015, que o termo fosse incorporado à legislação brasileira", disse.

Segundo Letícia, estima-se que os feminicídios representem 86% dos homicídios de mulheres no País. Ela citou dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública e disse que a violência atinge em maior número as mulheres negras. Segundo a publicação, em dez anos, o assassinato de mulheres negras aumentou 15,4%, enquanto entre as mulheres não negras a taxa caiu 8%.

Ela destacou também que 71,1% dos homicídios são cometidos com armas de fogo, segundo dados oficiais de 2016. "O domicílio é um lugar mais perigoso para as mulheres do que as ruas e a flexibilidade no uso de armas de fogo com certeza vai gerar um aumento da letalidade", afirmou.

A coordenadora do Coletivo de Mulheres do bairro São Matheus, Simone Miranda Soares, acrescentou que a violência é muito maior ainda nas mulheres de baixa renda, na periferia e nos aglomerados, devido à dependência financeira dos maridos.

Requerimentos aprovados – Durante a reunião, foram aprovados diversos requerimentos, entre eles alguns para realização de audiências. Três são de autoria da presidenta da comissão, deputada Marília Campos: 

  • audiência de convidados para debater a participação das mulheres no "hip hop";
  • audiência pública para debater as garantias constitucionais para ampliar a participação feminina na política; e no município de Passos (Sul), para debater as demandas e pautas inerentes às mulheres da região, especialmente no que se refere às várias violências perpetradas contra a mulher.

 Da deputada Leninha foram aprovados dois requerimentos de audiência:

  • para debater a situação das delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deams) em todo o Estado, em especial no município de Passos.
  • para debater os impactos da reforma da Previdência na vida das trabalhadoras rurais.





    Com informações de ALMG
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Solicitação foi encaminhada à Câmara Municipal e à prefeitura. Chegada dos ETs está marcada para 20 de julho



(foto: Pixabay)

Auto-declarado embaixador cósmico, Walmir de Souza Marques, de 60 anos, vem pedindo aos vereadores e à Prefeitura de Belo Horizonte a liberação para o pouso de um disco voador na Praça Sete, na região central da capital mineira. Segundo ele, a autorização é necessária para que a manobra não se caracterize como uma invasão.

 
Durante evento na Câmara Municipal de BH, Walmir entregou aos parlamentares a declaração universal dos direitos humanos, dos visitantes extraterrestres e das cidades abaixo dos oceanos. Ele chegou a se reunir com o Deputado Gabriel Azevedo (PHS), que se comprometeu, ironicamente, a tomar as devidas providências.
 
Walmir tenta a autorização junto à PBH há alguns anos. Em 2012, ele já havia pedido permissão para pouso de discos voadores no mesmo local, mas a solicitação foi negada pela prefeitura. Posteriormente, em 2014, fez a solicitação diretamente à presidente Dilma Rousseff, mas não obteve resposta. Um pedido para pouso no Vaticano também foi feito, mas também não foi respondido.


UAI