Destaque

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

A  9ª edição da AMIDOG contará  com animais de rua e resgatados do acidente com a barragem de Mariana

 

Eles são peludinhos, têm quatro patas e estão procurando por novos donos. Só querem carinho e prometem devolver fidelidade e muitas alegrias. São os cães e gatos resgatados do acidente com a barragem de Mariana e também de rua que vão participar da Amidog, a feira de adoção que acontece no Pátio Savassi. A entrada é gratuita.

O evento, que tem cunho social, acontece entre os dias 05 e 08 de setembro e contará com cães e gatos, entre adultos e filhotes. “O evento é importante para reforçar a conscientização da causa e as pessoas podem levar um novo amigo para a casa”, comenta o gerente de marketing do Pátio Savassi, Marcelo Portela.

A Fundação Renova é parceira do shopping na ação e vai encaminhar à feira de adoção 12 cães e 2 gatos por dia de evento. Os animais foram recolhidos nas regiões de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo, distritos de Mariana, e no município de Barra Longa. Fazem parte de um total de 23 cães e gatos que esperam por uma nova família enquanto estão abrigados no Centro de Acolhimento Temporário de Animais (CATA), localizado na Fazenda Asa Branca, distrito de Camargos (Mariana).   “O nosso maior objetivo com a realização destes eventos, é encontrar uma família para que cada um destes animais seja acolhido com todo amor e cuidado”, destaca o veterinário da Fundação Renova, Rafael Carneiro.

Todos os animais da AMIDOG estarão saudáveis, com vacinas em dia e com exame negativo para leishmaniose. Os animais adultos são castrados. Para realizar a adoção, é necessária a presença do responsável pela casa para onde o cão será levado, para que ele confirme a disponibilidade e vontade de receber o animal. Também é necessário estar com a carteira de identidade e um comprovante de endereço do adotante.

 

AMIDOG - Feira de Adoção de cães e gatos do Pátio Savassi

Data: 05 a 08 de setembro

 Horário: Quinta a sábado: das 10h às 19h / Domingo: das 12 h às 17h

Local: Estacionamento do piso G3 do Pátio Savassi (Av. do Contorno, 6061 - Savassi)

Entrada gratuita

patiosavassi.com

Facebook: /meupatiosavassi

Instagram: @meupatiosavassi

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Por Claudio Sassaki


O filósofo Nick Bostrom, professor da Universidade de Oxford e um dos especialistas sobre os efeitos da inteligência artificial nas nossas vidas, alerta que a inteligência das máquinas será a última invenção que a humanidade precisará fazer. No livro Superintelligence: paths, dangers, strategies (Superinteligência: caminhos, perigos e estratégias, em livre tradução), o diretor do Future of Humanity Institute (Centro para o Futuro da Humanidade), apresenta suposições polêmicas sobre os riscos da criação da superinteligência. De um lado, o desenvolvimento dessa máquina pode trazer novas possibilidades à vida humana – acelerar exponencialmente as descobertas científicas – mas, de outro, apresenta riscos existenciais que podem levar a humanidade à extinção. Discutir a questão pode parecer um exercício de ficção, entretanto, estudiosos da temática afirmam que a Human Level Machine Intelligence, a inteligência de máquina no nível humano – tem 10% de chances de surgir em meados de 2020 e 90% de probabilidade de ser apresentada em 2050.

Está claro para todos nós que os avanços tecnológicos são exponenciais. Mas, como pensar nessa tecnologia dentro de um contexto que leve a educação a um novo patamar? Há alguns anos, a inteligência artificial tem sido posicionada como o ápice da tecnologia para a educação. Muitos acreditam que somente a tecnologia, de modo geral, é capaz de abrir espaço para a inovação educacional, sobretudo em um contexto em que crianças e jovens gastam duas vezes mais tempo diante das telas – televisão, computador, smartphonee tablet – do que na escola. Essa forma de pensar ganhou reforço desde 2010, quando a revolução digital passou a ser incorporada à escola. Um pensamento mais criterioso, entretanto, mostra que a educação inovadora nem sempre está atrelada a soluções tecnológicas do momento, como a da inteligência artificial. Inovar na educação requer analisar os contextos específicos e os objetivos mais amplos, antes de depositar toda a esperança de mudança educacional em uma abordagem única.

A Geekie, referência em educação com apoio de inovação no Brasil e no mundo, há sete anos tem usado a inteligência artificial em ferramentas e plataformas criadas pela empresa. Com uma visão pragmática e especializada, temos desenvolvido formas inovadoras de fazer uso da tecnologia e de metodologias para elevar os processos de aprendizagem a um nível coerente com as necessidades de estudantes do século XXI. Não se trata de automatização, mas da possibilidade inovadora de personalizar, canalizar o tempo dos educadores e gestores para o que realmente importa e utilizar os recursos e metodologias capazes de apoiar uma educação coerente com as necessidades dos nossos alunos. Na sala de aula, os ganhos do uso da tecnologia são indiscutíveis: ela ajuda a personalizar o aprendizado, auxilia professores no planejamento de aulas e habilita os alunos com as capacidades digitais. O cerne da questão – e um contraponto que trago – é que as tecnologias trazem benefícios exponenciais quando voltadas aos professores. Um computador nas mãos dos professores, por exemplo, elevou a notas dos alunos brasileiros no PISA em 2,7 pontos.

O que defendo é um olhar mais crítico para o uso da tecnologia na sala de aula; enxergar e refletir para além da novidade. Aliás, inclusive, devemos lembrar que a inteligência artificial não é uma novidade; ela está entre nós desde a década de 1950. O cientista J. McCarthy, da Universidade de Stanford – onde cursei o mestrado em Educação –, usou o termo pela primeira vez em uma conferência, em 1956, na Dartmouth University, nos Estados Unidos. Na ocasião, classificou teorias de complexidade, simulação de linguagem, redes neurais e máquinas de aprendizagem; na prática, sistemas de imaginação humana que usam a ciência da computação.

Uma das chaves da inteligência artificial aplicada à educação é a machine learning – um programa ou sistema que constrói um modelo preditivo a partir da análise de correlações entre os dados disponíveis para aplicar sobre dados não conhecidos. Esse sistema usa o modelo aprendido para traçar previsões úteis a partir de novos dados; o aprendizado de máquina também se refere ao campo de estudos relacionado a esses programas e sistemas. A machine learningé a prática de usar algoritmos para coletar dados, aprender com eles e fazer predição de algo. A partir desses dados e algoritmos, a máquina é “treinada” e adquire habilidade de aprender a executar determinada tarefa. Com a automação de funções analíticas, cada vez mais será exigido dos seres humanos habilidades criativas e sociais – algo que a escola tradicional, muito comum ainda hoje, não está preparada para desenvolver.


A trajetória e visão da Geekie mostra a importância da inclusão do professor em todas as propostas educacionais; com ou sem tecnologia, o envolvimento desse profissional é essencial para potencializar o aprendizado. Na empresa, aliamos a tecnologia de ponta às metodologias pedagógicas inovadoras que potencializam o aprendizado. Ao contrário do pregado pelos críticos, a tecnologia tem se tornado uma importante aliada dos educadores, sobretudo no desafio de gerenciar melhor o tempo dentro e fora da sala de aula. No Brasil, os docentes utilizam 12% da carga horária para administrar tarefas operacionais (corrigir exercícios e provas, preencher listas e tabelas, elaborar e revisar o planejamento, calcular notas); 20% é usado para manter a disciplina na sala de aula; e 67% é dedicado ao ensino e aprendizagem propriamente dita. Essa é a conclusão da pesquisa conduzida pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Com a experiência do atendimento de mais de 12 milhões de alunos e 5 mil escolas públicas e privadas, posso afirmar que o principal aprendizado é que a tecnologia a serviço da educação se torna mais poderosa quando está nas mãos dos professores. Quando auxiliamos o docente a ter informações de forma rápida e eficiente, ele se torna um verdadeiro super-herói que pode melhorar a qualidade da educação no Brasil. O processo de visto, correção e cálculo de notas de atividades alternativas pode levar muito tempo, demandando um tempo precioso que poderia ser investido pelo educador no desenvolvimento de planos de aula e no atendimento um a um com estudantes. A inteligência de dados pode trazer uma experiência mais personalizada e personalizável; aprendizado adaptável no qual os professores passam a ter acesso exatamente quando o aluno está consumindo o conteúdo; o envio de informações sobre como estão lidando com esses conceitos. Esse conhecimento oferece ao professor a oportunidade de fazer ajustes nas aulas de acordo com a necessidade do aluno. Podem, inclusive, oferecer conteúdo adicional para que o aluno possa ter um reforço necessário a ir mais adiante.

Com o apoio da inteligência de dados, o trabalho do professor não se restringe a passar os conceitos, mas sim moldar comportamentos como resiliência e inteligência emocional para lidar com desafios. Além disso, todos nós temos aquela lembrança de um professor que moldou nossas vidas e nos inspirou a escolher uma carreira profissional ou tomar uma decisão de longo prazo nas nossas vidas. A tecnologia pode colaborar para conectar estudantes e tutores por meio de feedbacks constantes e customizados. A interação do aluno com o docente, face a face, é responsável pelo desenvolvimento das habilidades do século XXI – incluindo habilidades cognitivas como resolução de problemas e desenvolvimento de pensamento crítico, além de características como determinação e perspectiva.

A tecnologia na sala de aula extrapola a visão sobre a capacitação de professores para o uso da ferramenta. Estou falando de como os recursos tecnológicos ajudam a tornar a aula uma experiência mais dinâmica e completa. Algo que é almejado por alunos, professores, pais e toda a comunidade educacional. Para finalizar, quanto aos perigos da criação das máquinas superinteligentes, acredito que devemos investir na criação de um ambiente para que os humanos desenvolvam todo o potencial de aprendizado: ativo e repleto de significado. Como diz Howard Gardner, cientista das inteligências múltiplas e diretor-sênior do Project Zero: “A qualidade do sistema educacional de uma nação será uma das principais determinantes – talvez a principal – de seu êxito durante o próximo século e para além dele." 

*Claudio Sassaki é mestre em Educação pela Stanford University e cofundador da Geekie, empresa referência em educação com apoio de inovação no Brasil e no mundo.

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu decisão liminar que garante que o jornalista norte-americano Glenn Greenwald não seja investigado pela divulgação de informações ou por preservar o sigilo da fonte.

Greenwald rebate ataques de Bolsonaro: constituição garante liberdade de imprensa. (Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)
No dia 27 de julho, o presidente Jair Bolsonaro insinuou que Greenwald poderia ser preso depois da publicação das reportagens baseadas no vazamento de mensagens trocadas entre o promotor Deltan Dellagnol, coordenador da Força Tarefa da Operação Lava Jato, e o então juiz Sérgio Moro, hoje ministro da Justiça.

Desde junho, o site The Intercept Brasil, fundado por Greenwald, vem publicando uma série de reportagens com base nas mensagens, que indicariam uma suposta colaboração entre o promotor e o juiz da Lava Jato. Ao longo da cobertura, o site fechou parcerias com outros veículos, como a Folha de S. Paulo, a Veja, o UOL e o El País, que também passaram a analisar as mensagens e publicar reportagens.

A ação foi ajuizada no STF pelo partido Rede Sustentabilidade, que pediu a declaração de inconstitucionalidade de atos de instauração de inquéritos com o objetivo investigar o jornalista, conforme informou o site do tribunal.

A ação foi motivada por notícias sobre uma suposta investigação da Polícia Federal, que teria solicitado ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) informações a respeito de movimentações financeiras de Greenwald, para "investigar" suposta atividade criminosa relacionada aos vazamentos, explicou o Consultor Jurídico.

Para o ministro, apesar de a Polícia Federal e outros órgãos não terem confirmado a existência de investigações contra o jornalista, “nenhum desses órgãos descartou a possibilidade futura de abertura”, motivo pelo qual resolveu conceder a liminar, noticiou a Agência Brasil.

Na decisão, o ministro ressalta que a liberdade de expressão garante o direito de obter, produzir e divulgar fatos e notícias por quaisquer meios. “O sigilo constitucional da fonte jornalística (art. 5º, inciso XIV, da Constituição Federal) impossibilita que o Estado utilize medidas coercivas para constranger a atuação profissional e devassar a forma de recepção e transmissão daquilo que é trazido a conhecimento público”, escreveu Mendes.

No Twitter, Greenwald comemorou a decisão, agradeceu ao apoio que tem recebido e ressaltou que a decisão do Supremo é uma garantia para todos os jornalistas brasileiros: “A maioria dos jornalistas tem defendido nosso direito - nosso dever - de reportar este material. É apenas uma minoria, geralmente apoiadores de Bolsonaro, que não o fazem. Mas todos os jornalistas brasileiros serão protegidos por esses precedentes em defesa de uma imprensa livre”.

A decisão de Mendes se baseou, também, em jurisprudência do STF que aplica entendimento constitucional que impede a imposição de sanções penais, civis ou administrativas a jornalistas, no exercício da prerrogativa do sigilo da fonte, informou o site do Supremo.

A medida ocorre quatro dias depois de o ministro falar, em entrevista ao Correio Braziliense, que integrantes da Lava Jato causaram danos por abuso de poder, numa referência às mensagens vazadas. "No fundo, um jogo de compadres. É uma organização criminosa para investigar pessoas", disse.

Recentemente, a cobertura das mensagens vazadas, que ficou conhecida como Vaza Jato, revelou que o próprio Mendes teria sido alvo dos investigadores, que teriam interesse no impeachment do magistrado, segundo o El País.


knightcenter

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Será possível treinar e conhecer todas as aulas da academia gratuitamente e participar de uma programação especial que acontecerá durante o evento

Entre os dias 29 e 31 de agosto, a Smart Fit, maior rede de academias da América Latina, vai liberar as catracas de toda a sua rede no Brasil para que qualquer pessoa possa treinar gratuitamente e conhecer as instalações das academias. Quem fizer a matrícula neste dia terá taxa zero de adesão na aquisição dos planos Smart ou Black, com a mensalidade no plano Smart por R$ 9,90 no primeiro mês de aquisição. O acesso livre acontecerá de acordo com o horário de expediente de cada unidade.

O evento é uma ótima oportunidade para aqueles que ainda não praticam atividade física. “O acesso livre faz jus ao posicionamento da Smart Fit que é democratizar o fitness de alto padrão, além de proporcionar a oportunidade de uma pessoa que nunca teve uma experiência de treino em um ambiente moderno, com equipamentos de alta qualidade e professores qualificados”, comenta Edgard Corona, fundador e presidente do Grupo Bio Ritmo.

                                                

A Smart Fit conta com diversas opções para trazer a melhor experiência de treino para quem não possui o hábito de malhar. A Smart Box, por exemplo, é um dos espaços para a prática de treinos funcionais. A sala de ginástica ficará disponível para a realização de aulas de abdominal, alongamento e ritmos (Zumba, Sh'bam e FitDance). Outro diferencial é o Smart Shape, um circuito em formato de treinamento intervalado de alta intensidade, elaborado de forma que atende a praticantes de diferentes níveis de condicionamento.

As unidades também disponibilizam duas áreas principais: uma com equipamentos de musculação e pesos livres, e a outra com aparelhos voltados para o treino com foco em cardio, com esteiras e elípticos, além de equipamentos para membros inferiores e superiores e treinos específicos para a região do abdômen e da lombar.

Serviço:

Acesso Livre

Data: 29, 30 e 31 de agosto

Horário: Durante todo o dia, de acordo com o horário de expediente de cada unidade

Local: Unidades da Smart Fit

Smart Fit
Com 10 anos de atividades, a rede de academias Smart Fit, que detém as bandeiras Bio Ritmo, Smart Fit e 02 conta com mais de 700 unidades distribuídas em todos os estados brasileiros e Distrito Federal, além de presença no México, Chile, República Dominicana, Peru, Colômbia, Argentina e Equador. Com mais de 2,3 milhões de clientes, a Smart Fit possui mensalidades a partir de R$ 69,90. De acordo com o ranking global 2019 da IHRSA, a marca se tornou a terceira maior do setor do mundo em número de unidades próprias. O compromisso com a democratização do fitness de alto padrão é o que move a Smart Fit. Mais informações em www.smartfit.com.br.

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

 

“Escolas Criativas” propõe uma jornada para mudança educacional, com base no reconhecido método de trabalho do restaurante ElBulli

 

São Paulo, 14 de agosto de 2019 – A Fundação Telefônica Vivo lança no Brasil o projeto “Escolas Criativas”, uma coleção de seis livros produzidos pelo chef espanhol Ferran Adrià, que levou toda sua experiência do restaurante ElBulli – eleito cinco vezes como o melhor do mundo, com metodologia de trabalho reconhecida por  instituições de prestígio mundial como Harvard University e MIT (Massachussetts Institute of Technology) –, para educadores utilizarem em sala de aula. Os livros trazem uma forma de ensinar e aprender por meio da inovação, criatividade, mudança educacional e melhoria escolar. O download gratuito pode ser feito no acervo da Fundação, pelo site http://fundacaotelefonica.org.br/acervo/colecao-escolas-criativas/.

 

O projeto consiste em seis publicações temáticas, destinadas a diferentes públicos interessados ​​em mudanças educacionais. O objetivo é levar o método de Adrià, conhecido como “Sapiens”, para dentro e fora de sala de aula. Sapiens é o nome com o qual Adrià batizou o caminho para inovar na culinária do El Bulli. O método não nasceu em sala de aula, mas se tornou um modelo de sucesso, aplicável a qualquer disciplina, inclusive ao próprio processo educativo, apostando na reflexão e análise como a melhor maneira de entender as coisas.

 

O Escolas Criativas reforça o posicionamento da Fundação Telefônica Vivo em incentivar a inovação educativa por acreditar que a mudança educacional deve nascer dentro da própria escola, mas também deve incorporar muitos outros atores.  “O método de Adrià está totalmente alinhado com a nossa forma de atuação, na medida em que não propõe soluções prontas, mas estimula os educadores a partir dos saberes locais e suas experiências, e a criar novos modelos pedagógicos e inovar no processo de aprendizagem dos alunos. Acreditamos que o momento é oportuno e reforça nosso compromisso com os professores do País”, explica Americo Mattar, diretor-presidente da Fundação Telefônica Vivo. 

 

Fascículos

A coleção está organizada em seis livros: Introdução, Sapiens de Escola, Genoma da Escola, Edu Sapiens, Meu Genoma Criativo e Menu de Aprendizagem. O introdutório explica a publicação e contextualiza a necessidade de incluir a criatividade nos processos atuais de mudança educacional que as escolas estão vivenciando. Os outros cinco guias desenvolvem este método de inovação de forma prática, dois destinados a escolas – Sapiens de Escola e Genoma da Escola – e outros três para professores – Menu de Aprendizagem, Meu Genoma Criativo e EduSapiens.

 

Genoma da Escola propõe a reflexão sobre a personalidade criativa a partir de três visões: do líder, da equipe e da comunidade educativa em seu conjunto. Na última, a proposta é a de orientar o grupo envolvido nas atividades à inovação para gerar a real transformação educacional no ambiente. Voltado a equipes diretivas, docentes, gestores, líderes educacionais e redes de escolas com desejo de mudar a forma de ensinar, destina-se também a qualquer pessoa, grupo, organização ou entidade que pense que a criatividade e a inovação são as alavancas para progredir como sociedade e indivíduo. Pode ser utilizado como uma proposta que ajude a pensar sobre este tema ou ser trabalhado como um processo para a construção da personalidade criativa de quem irá liderar projetos, suas equipes e a comunidade educativa na qual estão inseridos. O guia é um material de consulta e reflexão sobre a personalidade criativa que complementa o guia Sapiens na Escola, cujo objetivo é promover a transformação de centros educacionais, ajudando seus professores, gestão e equipes de inovação em seus processos de transformação. Ele é projetado para ajudar a gerar e implementar planos em escolas e instituições de ensino e tem material complementar que facilita a reflexão, eficiência e criatividade nas diferentes etapas do processo.

 

Dentro da metodologia do chef Ferran Adrià, sem compreensão não há criação. Nesse sentido, alcançar a compreensão é o objetivo da aprendizagem. Este é o ponto de encontro entre dois mundos: o gastronômico e o educacional. A publicação Edu Sapiens simplifica a metodologia Sapiens, construída no restaurante ElBulli. O livro apresenta cinco fases do método: Definição, Pesquisa e Conhecimento, Organização e Classificação, Compreensão, Criação e/ou Divulgação. Também estimula o desenvolvimento de quem ensina, ajuda a desenhar um projeto educativo e inclui rotinas de pensamentos, material de suporte e estratégias a serem adotadas. É dirigido a docentes, gestores, líderes educacionais e redes de escolas com desejo de mudar a forma de ensinar, embora também reúna muitos recursos práticos que podem ser utilizados pelos alunos em sala de aula.

 

Menu de Aprendizagem estimula os educadores a perderem o medo de criar, a partir de conceitos de inspiração, adaptação e associação. A inspiração fica por conta do mergulho nos temas criatividade, neurociência e emoções, consideradas essenciais para abrir as portas da inovação. A publicação também orienta a adaptar e levar à sala de aula a aprendizagem compartilhada por outros docentes e aplicadas a alunos de diferentes contextos. Ajuda, ainda, a associar novos conhecimentos ao que já existe em sala de aula. Também traz atividades desenvolvidas por meio de jogos de cartas, que vão estimular o improviso, o pensamento crítico e a reflexão sobre crenças educacionais, sendo possível utilizá-lo por meio de uma leitura linear ou não.

 

Meu Genoma Criativo é direcionado a quem acredita no potencial criativo de seus alunos. A publicação aborda o funcionamento das atitudes e habilidades que ajudam os estudantes a alcançar soluções criativas quando enfrentam novos desafios. Reúne uma série de propostas de autoavaliação para despertar a consciência do potencial criativo. Entre eles, o Emo-ZOOM, uma rotina reflexiva para controlar os pensamentos e fazer com que as emoções sejam funcionais. Em seguida, propõe a coleta de evidências da aprendizagem por meio de um portfólio criativo. O guia funciona de forma orgânica, que permite que o educador é quem decida se vai usar a proposta completa ou criar uma própria, adaptando os conceitos à sua realidade. Há ainda um material complementar de cartões e adesivos que reforçam as propostas da publicação.

 

Sobre a Fundação Telefônica Vivo

A Fundação Telefônica Vivo, responsável pelos projetos sociais da Vivo, acredita na Inovação Educativa como forma de inspirar novos caminhos para o desenvolvimento do Brasil a partir da educação. Guiada pela inovação e a disposição em contribuir para a construção de um futuro com mais oportunidades para todos, a Fundação desenvolve projetos que utilizam a tecnologia para gerar novas metodologias de ensino-aprendizagem, estimular o empreendedorismo social e o exercício da cidadania. Com 20 anos de atuação no Brasil, faz parte de uma rede formada por outras 17 fundações presentes da Europa e América Latina, integrantes do Grupo Telefónica.

 

Nossos canais:

Web: www.fundacaotelefonica.org.br

Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Facebook: /fundacaotelefonica

Youtube: /fundacaotelefonica

Instagram: @ft_brasil

Twitter: @ft_brasil