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Fernando Rizzolo*

Ainda me lembro das primeiras aulas de Direito Penal na faculdade, em que se falava muito sobre o Estado como ente legitimador em relação aos que cometiam atos delituosos, que, se condenados, cumpririam pena para que fossem “reeducados”. Referia-se, então, aos presos como “reeducandos”, que vem do verbo reeducar, ou seja, tentar educar novamente alguém que se perdeu diante dos valores previstos em lei, que na realidade legal significa conter o mínimo de moral e conduta que deve ter um cidadão.

Muitos se mostram indignados com a estrondosa subida da direita em todos os países do Ocidente, pelos mais variados motivos. É sempre bom lembrar que o “Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães” tinha como inspiração o modelo comunista soviético, a meta em si era o coletivismo, o livre pensar foi abolido, para empreender era preciso seguir os ditames do Estado.

Foram então criadas as SA, milícias paramilitares que tinham a função de sufocar qualquer oposição. Portanto, isso denota pura mentalidade esquerdista. Prova disso é a cartilha esquerdista agindo hoje na tirania de esquerda da Venezuela, com sua SA, uma vez que cidadãos são executados por milícias similares. A grande confusão que ocorre ao se afirmar que o nazismo era de direita se deve ao fato de a Alemanha ter entrado em guerra com a URSS, o que fez com que, após a II Guerra Mundial, a esquerda marotamente tentasse se distanciar do nazismo e antagonizá-lo. Na verdade, ambos praticavam sistematicamente perseguição aos judeus e minorias, campos de concentração e os gulags (campos de trabalhos forçados), enfim, o nazismo é na verdade o irmão siamês do comunismo.

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Transformação através do coaching impacta vida, profissão e relacionamentos

 

Mônica Pinho é fisioterapeuta e empresária. Dirige o estúdio de pilates e fisioterapia Corpo & Movimento há 14 anos no interior do Rio de Janeiro, em Itaboraí. A partir de 2014, a empresa que estava indo bem sofreu com a crise nacional. "Foi o início de um período triste, quase impossível de reverter", diz Mônica.  Ela conseguiu. Encontrou o coaching e a partir daí alavancou sua vida, carreira e seu negócio .

“Em 2015, após a Lava Jato e o fechamento do maior polo petroquímico que estava sendo construído na minha cidade, Itaboraí, experimentamos uma queda brutal no  faturamento, do nosso negócio”, conta. A instabilidade no setor de saúde e bem-estar foi avassaladora na avaliação de Mônica. O índice de desemprego aumentou. As dívidas se acumularam na empresa e fornecedores foram desligados.

No ano seguinte, em 2016, Mônica acompanhou o falecimento da mãe, que lutava há seis anos contra um câncer de mama também com metástase óssea. Ela adoeceu e faleceu em seis meses. No período, o estúdio de pilates teve queda maior, com os olhos da empresária afastados do negócio. “Éramos muito ligadas uma à outra. Posso dizer que éramos almas gêmeas, eu e minha mãe, então fiquei totalmente destruída emocionalmente. Minha vida ficou de ponta-cabeça”, desabafa.

As dívidas seguiam aumentando com a queda do faturamento. “Mesmo sem forças, na semana do falecimento de minha mãe, eu tive que continuar com o trabalho”, lembra. A desolação de Mônica a cegou para qualquer saída. Essa situação, observa a coach Ana Slaviero, é bastante comum no Brasil.

Já em Portugal, conhecidos de Mônica prosperavam nos negócios. Pelas redes sociais, a empresária testemunhou o sucesso de empreender no exterior. Curiosa, questionou os colegas sobre o motivo, e então recebeu a indicação de Ana Slaviero, que é coach especialista em carreira e transições de carreira. “Minha vida estava uma merda, e com o coaching iniciei o meu processo de recomeço e transformação”, completa.

De acordo com Ana, a empresária precisava de ressignificação, reestruturação e motivação. No entanto, com tanta tristeza e luto não sabia onde encontrar forças para mudar esta situação. “Era quase impossível”, relata. Assim como ela estava, muitas pessoas também se encontram neste momento. “Aprendi com o coaching o sentido da ressignificação,  paciência e também o valor do otimismo, com a necessidade da leveza”, ressalta Mônica Pinho.

Ao invés de abrandar as dores podem piorar. No caso de Mônica, durante o processo de coaching, aconteceu outra perda, a da tia, oito meses depois, também por câncer. “Isso abateu toda a família. Me senti isolada e muito solitária. Só podia contar com a ajuda da Ana, pois todos em volta sofriam. Eu ainda tinha que apoiar os meus filhos, que no mesmo período sentiam a perda também do avô paterno. Nas sessões eu chorava muito. Mas mesmo em meio as lagrimas foi realizando os exercícios propostos pela Ana e gradualmente fui me recuperando. Fui ganhando força e ânimo”.

Mônica relata que mesmo em meio aos caos aprendeu a gerir melhor a sua vida e a sua empresa  com as ferramentas de coaching. “Consequentemente aumentamos o faturamento, pagamos dívidas e fizemos algumas reformas que estavam sendo necessárias”. Hoje Mônica está em outro nível, mais motivada, realizada, plena e feliz.

“Posso afirmar que o coração está curado daquela dor e tenho sonhos a serem conquistados. Um deles é a minha formação com reconhecimento internacional na área do pilates, o qual já iniciei. E o que eu desejo em cinco anos é ser reconhecida profissionalmente como referência na minha área. Quero ver o meu filho mais velho se formando, quero relacionamentos compatíveis com o meu estilo de vida e liberdade financeira para atingir os meus objetivos”, conclui Mônica.

O processo de coaching não tem limite geográfico. Neste caso, Monica estava em Itaboraí no Rio de Janeiro enquanto Ana está sediada em Porto Alegre (RS). Mas isso não impediu o impactante resultado por meio das ferramentas de coaching  online  propiciadas pela internet. 

Diz Ana Slaviero que o maior benefício do processo de coaching é a conquista de resultados extraordinários em qualquer contexto, tanto pessoal quanto profissional. "Sua maior importância é levar o cliente a sair do seu estado atual em direção ao seu estado desejado, conquistando tudo o que sempre sonhou", comenta Ana. Informações: www.slaviero.com

 
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Cenas comuns em reuniões de negócios são executivos disputarem quem está trabalhando mais, como se isso fosse motivo de orgulho, contudo, o que não se percebe nessas situações é que pode se estar caracterizando uma disfunção, que é o fato de ser um workaholic.

Mas, o que é workaholic e quais os riscos envolvidos com esse problema?CelsoBazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, listou as principais dúvidas relacionadas ao tema.

Veja alguns pontos relacionados ao tema:

1 - Características do workaholic
Características de pessoas com esse problemas são fáceis de perceber, são elas que constantemente trabalham mais de 12 horas por dia no escritório e ainda leva serviço para casa, é ela também que constantemente recebe críticas por no fim de semana ficar sempre de olho no celular e checar as mensagens a cada hora para ver se existe alguma pendência no trabalho.

2 - Eu sou?
Segundo o especialista em recursos humanos Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, é mais fácil localizar uma pessoa com esse problema do que tratar. “Hoje são constantes os casos de workaholics e isso se percebe a partir do momento que a pessoa não consegue se desligar do trabalho, deixando de lado sua convivência social, seja com familiares ou amigos. Assim a pessoa se torna um trabalhador viciado e compulsivo, mesmo fora de seu ambiente de trabalho ele cria um novo ambiente recheados de temas  sobre seus negócios, não há situação que o faça se desligar do trabalho”.

Sintomas desse distúrbio de comportamento é uma autoestima exagerada, insônia, mau-humor, impotência sexual, atitudes agressivas em situações de pressão e, muitas vezes, depressão.

3 - Problemas relacionados
Para Bazzola, a situação pode ser bastante problemática e pode trazer sérios prejuízos para o profissional e, até mesmo, à empresa. “Acredito que para empresa a situação traz mais desvantagens do que vantagens. Inicialmente pode ser interessante, pois a velocidade dos resultados é satisfatória, porém há um desgaste emocional natural do profissional, pois ele estará isolado e restrito ao tema trabalho, bloqueando sua sociabilização o que poderá resultar em sérios transtornos futuros para sua vida”.

A situação pode ser tão grave que estudos recentes de casos clínicos em consultórios psicológicos e psiquiátricos apontam que o vício de trabalho é similar à adição ao álcool ou cocaína. Tornado o trabalho, nesses casos uma obsessão doentia.

4 - É preciso saber viver!
Segundo Celso Bazzola, “não há pecados em trabalhar esporadicamente além de sua carga diária, desde que essa ação seja meramente por necessidade de urgência e de impacto específico. Isso, para o mercado de trabalho, acaba sendo um diferencial, mas, o profissional e as áreas de Recursos Humanos devem identificar quando não há exageros em uma rotina normal de trabalho. A partir do momento que a carga horária começa a extrapolar constantemente é momento de refletir. O trabalho será saudável enquanto não aprisiona a pessoa na necessidade constante de falar e estar agindo pelo trabalho”.

O caminho para combater esse problema é assegurar o equilíbrio, entre a vida pessoal e profissional, buscar valorizar mais os momentos de lazer e perceber que o descanso é fundamental para melhoria de resultados e busca de novas ideias que podem potencializar os resultados no trabalho.

5 - Workaholic x Worklover
É importante sabermos diferenciar o amor ao trabalho do vício. Um worklover tem noção de que o excesso se refletirá em conflitos nos relacionamentos pessoais, além de proporcionar efeitos nocivos à saúde e bem-estar. Existem profissionais que buscam entregar resultados e isso é positivo. É importante ter em mente que, o fato de ser um workaholic não significa que o profissional seja mais produtivo. Muitas vezes, vemos pessoas que não conseguem ter organização no seu dia a dia e acabam trabalhando mais tempo para entregar o mesmo resultado.

É importante lembrar que a vida é muito mais do que só trabalhar e que uma mente que não descansa não é totalmente sã. Assim, não adianta trabalhar demais, isso possivelmente ocasionará erros e retrabalhos. Portanto, tem que parar de trabalhar até para poder trabalhar bem. É uma questão de lógica.

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*Sineimar Reis 

  O Dia da Mulher é a celebração das conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo dos anos, sendo adotado pela Organização das Nações Unidas e, consequentemente, por diversos países. O Dia da Mulher é muitas vezes marcado por presentes simbólicos, como flores, em especial rosas, poemas ou frases, mas isso não basta, o que elas precisam é de respeito e dignidade. A luta das mulheres por melhores condições de vida e trabalho começou a partir do final do século XIX, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de 15 horas diárias e a discriminação de gênero eram alguns dos pontos que eram debatidos pelas manifestantes da época.

  De acordo com registros históricos, o primeiro Dia da Mulher foi celebrado nos Estados Unidos em maio de 1908 (Dia Nacional da Mulher), onde mais de 1.500 mulheres se uniram em prol da igualdade política e econômica no país. No entanto, o 8 de março teve origem com as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho, durante a Primeira Guerra Mundial (1917). A manifestação que contou com mais de 90 mil russas ficou conhecida como "Pão e Paz", sendo este o marco oficial para a escolha do Dia Internacional da Mulher no 8 de março, porém somente em 1921 que esta data foi oficializada. Após a Guerra e a Segunda Revolução Industrial, as indústrias incorporaram as mulheres para mão-de-obra, e devido às condições insalubres de trabalho, os protestos eram frequentes. Por muito tempo, a data foi esquecida e acabou sendo recuperada somente com o movimento feminista nos anos 60. A Organização das Nações Unidas, por exemplo, somente reconheceu o Dia Internacional da Mulher em 1977. Atualmente, além do caráter festivo e comemorativo, o Dia Internacional da Mulher ainda continua servindo como conscientização para evitar as desigualdades de gênero em todas as sociedades.

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Karen Andrade (*)

O termo Educação 4.0 já vem sendo discutido a partir da chamada Quarta Revolução Industrial ou Indústria 4.0, que começa a usar novos tipos de robôs, recursos da Internet das Coisas, da Inteligência Artificial e da Linguagem Computacional, tornando os ambientes de produção cada vez mais automatizados e fazendo com que os trabalhadores envolvidos em processos produtivos tenham cada vez mais o perfil de gerente de máquinas – e não mais o de operadores destas – e atuem de forma colaborativa.

Nosso cotidiano está cercado de inovações tecnológicas. A cada dia surgem novos gadgets (dispositivos eletrônicos portáteis) para nos auxiliar em alguma atividade, seja ela no trabalho, no cotidiano ou em novas aprendizagens. Partindo destas reflexões, como fica o papel da escola? Como preparar nossos alunos para esse novo mundo que se abre com a Indústria 4.0? Os educadores começam a tomar contato e a entender essas transformações, percebendo que a escola também precisa mudar. Mas por onde começar?