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*Rodrigo Karpat

Garagem é motivo para uma série conflitos em condomínios. Apesar de ter a garantia de segurança e comodidade, muitos condôminos transformam a vida em comunidade em uma grande dor-de-cabeça quando o assunto é a vaga para estacionar seu veículo. Entre os principais problemas estão: vagas compartilhadas, estacionamento em locais errados, utilização desses espaços por não moradores, carros maiores do que o local disponível, furtos, danos e amassados causados por vizinhos, guarda de motos e automóveis juntos, etc.

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Marcelo Fernandes Magalhães da Rocha

Advogado mestre em Direito Privado. Sócio da

Gontijo & Magalhães da Rocha – Direito da Medicina.

(www.gontijomrocha.com)

Desde a ditadura militar, o regime de trabalho nas universidades federais prevê a dedicação exclusiva como regra para a atividade docente focada no ensino, pesquisa e extensão.

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Com a entrada em vigor da Resolução 23.406/14 que dispõe sobre a prestação de contas eleitorais de candidatos e partidos políticos para a eleição 2014, o Conselho Regional de Contabilidade de Minas Gerais (CRCMG) tem orientado os profissionais da contabilidade sobre a legislação vigente.

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Por Marco Aurélio Poffo e Guilherme Kim Moraes

As contribuições previdenciárias incidentes sobre os serviços prestados por cooperativas de trabalho encontram hipótese constitucional no art. 195, “I”, alínea “a” da Constituição Federal, o qual elenca como sujeitos passivos dessa obrigação o empregador, a empresa, e a entidade empresarial, e podem incidir, em relação a estes sujeitos, sobre a “folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem vínculo empregatício”.

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Por Orlando Oda

Quando li a afirmativa “você é 100% responsável por todos os acontecimentos da sua vida”, no livro do Prof. Massaharu Taniguchi, fiquei assustado. Acredito que há a atuação da lei da causalidade neste mundo, portanto não discordei totalmente da afirmativa. Com o tempo percebi o quanto é importante assumir 100% de responsabilidade para si.

Costumava justificar muitas coisas que eu não conseguia obter ou fazer culpando, responsabilizando os outros, as circunstâncias, ao momento errado, ao azar, a falta de sorte, falta de tempo, recursos materiais e financeiros, etc.

Pensava que o sucesso ou insucesso dependia  da vontade, da ação ou participação dos outros. Por exemplo: o salário dependia não na totalidade da vontade do meu patrão. Tinha consciência que tinha que fazer a minha parte, mas daí em diante não dependia mais de mim.

Tinha uma lista de justificativas padrões: “perdi o negócio por causa da concorrência”, “cheguei atrasado por culpa do trânsito”, “deu errado por culpa de...”,  “não cumpri o prazo por que...”, “ é culpa da crise...”, “não deu certo porque fulano falhou, errou”, etc.

Muitas vezes não assumia responsabilidades por medo. Medo de errar, medo de agir, medo de arriscar. Pura falta de coragem e iniciativa. Embora não admitisse publicamente, intimamente sabia que a culpa era minha nestes casos.

Uma outra forma de não assumir a responsabilidade era diluindo a própria culpa compartilhando com outros ou no meio dos outros: “todos fazem isso”, “é um ato sem importância”, “é só uma vez”. Outras táticas de não assumir a responsabilidade eram “ainda tenho tempo”, “posso fazer mais tarde/depois”, “pode ser que aconteça/apareça algo/alguém ...”, “vou me informar/pesquisar ...”.