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O projeto visa ampliar a segurança com dez postos avançados, começando pela inauguração da estrutura de Congonhas, ainda em 2017

 

Atento às necessidades e com sensibilidade social, o Governo do Estado, por meio do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), trabalha para ampliar a cobertura e descentralizar o seu atendimento. Para este objetivo, serão instalados dez postos avançados, estruturas mais compactas e que demandam menos investimentos para implantação.

Atualmente, a corporação está presente em 63 municípios mineiros, por meio de companhias e batalhões, nos 17 territórios de desenvolvimento. Para essa expansão, em parceria com as prefeituras, O CBMMG propôs uma estrutura mínima operacional denominada Posto Avançado de Bombeiros Militar (PABM), inovando no conceito de atuação para atender de forma mais eficaz às demandas de sinistros e desastres.

Municípios prontos para receber os bombeiros

As novas unidades disponibilizadas pelos municípios são frações que demandam prédios mais simples, adaptados à realidade de cada lugar. Por isso, não há um padrão de imóvel exigido. Há flexibilidade nesse ponto e o Corpo de Bombeiros avalia se atende às necessidades com segurança e, ao mesmo tempo, obedece ao regulamento interno da instituição.

Esse novo modelo foi concebido a partir de um detalhado estudo de viabilidade para atender inicialmente dez municípios, começando por Congonhas (Território Vertentes), cidade cortada pela BR-040, a 70 quilômetros da capital Belo Horizonte. Os demais contemplados nessa etapa são: Mariana, Santo Antônio do Monte, Além Paraíba, Tiradentes, São João Evangelista, Santos Dumont, Almenara, Andradas e Boa Esperança. Ao todo, serão beneficiadas diretamente pelo atendimento 410 mil pessoas nos dez municípios.

Segundo a tenente Andréa Coutinho, da Assessoria de Comunicação Organizacional, o posto avançado é uma novidade na estrutura do Corpo de Bombeiros que possibilita atender bem o cidadão sem grandes instalações, com um número menor de viaturas e de militares.

“Os bombeiros serão capazes de atender a diversas ocorrências, tanto no combate a incêndio, como no atendimento pré-hospitalar, e até mesmo no trabalho de prevenção, que são as vistorias e liberação de projetos. Esse modelo de posto avançado me dá essa gama de atendimento, dentro da tônica do governo de Minas Gerais de atender mais e melhor, em menor tempo”, explica.

Os postos avançados - em pontos estratégicos do estado - vão facilitar a vida da população que terá o Corpo de Bombeiros próximo e acessível para os atendimentos de forma muito mais célere, sem que os profissionais precisem de grandes deslocamentos. Hoje, as companhias e batalhões estão, em média, a 70 ou 80 km dos municípios contemplados, e o fator tempo é considerado primordial para a atividade.

Facilidade de deslocamento e celeridade

A tenente Andrea ressaltou que as negociações com o município de Congonhas foram concluídas para que o posto avançado esteja em funcionamento até o mês de dezembro.

“Congonhas será o nosso start, pois registra grande número de acidentes automobilísticos na rodovia e o socorro rápido é prioridade no atendimento pré-hospitalar. Se atendemos uma vítima de acidente com rapidez e qualidade, podemos dar a ela sobrevida para chegar ao hospital e evitar possíveis sequelas. É a chamada hora de ouro, tempo de ouro”, assegura. 

A celeridade no atendimento se estende também a grandes sinistros como incêndio para um produtor rural ou comerciante. A velocidade dos bombeiros permitirá que as perdas patrimoniais sejam menores, diminuindo os prejuízos da população.

Perfil do estado

Em extensão territorial, Minas Gerais é o quarto maior estado brasileiro, com mais de 560 mil quilômetros quadrados, e o primeiro em número de municípios. A dimensão e localização geográfica implicam diretamente na malha rodoviária, na rede hidrográfica, na diversidade do relevo, nas variações climáticas e na densidade demográfica, segundo o Plano de Comando 2015-2026 do CBMMG.

O estado se destaca por suas especificidades e requer do Corpo de Bombeiros estratégias multifacetadas que atendam as mais complexas necessidades. Como desdobramento, a atuação se dá em ocorrências que envolvem emergências ambientais, salvamentos, atendimento pré-hospitalar, acidentes aquáticos, incêndios florestais, entre outros.

Ainda, segundo o Plano de Comando, as demandas em ocorrências de desastres naturais vêm aumentando nos últimos anos, motivados por instabilidades atmosféricas severas, que resultam em perda de vidas e bens, com inúmeros prejuízos ao meio ambiente e, consequentemente, à sociedade.

Desastres naturais recorrentes

Minas Gerais sofre anualmente com a escassez das chuvas. Somente neste ano, foram 266 municípios em situação de emergência. Entretanto, o excesso, em virtude das precipitações concentradas em períodos curtos também causam problemas. Os efeitos adversos relacionados a esse fenômeno, as inundações, muitas vezes, ocorrem associadas a tempestades e vendavais, podem desencadear outros eventos, que potencializam o efeito destruidor.

Com a criação dos postos avançados, o Governo do Estado trabalha na expectativa de deixar o cidadão mais seguro em relação às ações de combate à seca e às ações nos períodos de chuva intensa com possíveis alagamentos, quedas de árvores, deslizamentos, descargas atmosféricas (raios), entre outros.

Referência

Há quase uma década, o Corpo de Bombeiros se mantém no topo das pesquisas que medem a confiança da população nas instituições. Os seus homens e mulheres trabalham com a delicada tarefa de zelar pela segurança do cidadão e de salvar vidas, especialmente, em situação extremas.

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Atualizado em 05/10/2017 - 14h18

Quatro pessoas morreram e vinte duas ficaram feridas, sendo nove em estado grave, após um homem atear fogo em alunos do Centro Municipal de Educação Infantil Gente Inocente, em Janaúba, no Norte de Minas. O autor do crime é um ex-segurança da unidade, Damião Soares dos Santos, demitido há pouco tempo.
O homem entrou no local e, dentro de uma sala, trancou as crianças, de que têm de 2 a 4 anos, e a professora, ateou fogo em todos e no próprio corpo. Ele é uma das vítimas em estado grave.

Um vizinho da creche que ajudou a socorrer os feridos relata que estava em casa quando soube do incêndio e pegou o carro para tentar salvar os feridos. "Levei um bocado de gente queimada, criancinha de 5, 4, 3 anos de idade. Horrorosa uma coisa dessas. Não sei como um ser humano tem a mentalidade de fazer uma desgraça dessas com as pessoas. Tinha gente desesperada. É sem palavra, é sem palavra", declarou, emocionado.

Segundo a assessoria do Hospital Regional de Janaúba, 40 pessoas feridas, entre crianças e adultas, foram levadas para a unidade. Corpo de Bombeiros, Samu e Polícia Militar ajudam no socorro. Aeronaves do governo estadual foram deslocados para a cidade para levar os feridos graves para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, referência no atendimento a queimados em Minas, onde equipes já estão mobilizadas.

Hospitais de Montes Claros, no Norte de Minas, também recebem os feridos. Médicos e enfermeiros da região foram convocados para ajudar no atendimento às vítimas. A direção do hospital de Janaúba pede doação de vários materiais, como luvas de procedimento, faixas, ataduras e soro fisiológico.

Em nota, o governo estadual afirma que colocou todas as aeronaves à disposição para transporte das vítimas, e que o governador Fernando Pimentel irá ao local ainda nesta tarde.

 

 

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Reunião de conciliação envolvendo entidades municipais e estaduais deve deliberar sobre gestão de hospital e maternidade de Vespasiano. Serviços voltados 80% ao SUS só atendem casos de extrema urgência desde 23 de agosto

Hospital de Vespasiano MG Tribuna de Betim Sindsaude

O fechamento do Hospital e Maternidade de Vespasiano no último dia 23 está causando grande transtorno à população do município. Médicos sem receber salários se recusam a voltar ao trabalho enquanto  a fundação mantenedora tenta justificar a gestão polêmica e geradora de crises sucessivas nos últimos dez anos. 

O Conselho Municipal de Saúde de Vespasiano realizou reunião no dia 28 de agosto para discutir, conhecer e dar encaminhamentos sobre a apuração de denúncia recebida de um grupo de médicos do corpo clínico da Fundação Vespasianense de Saúde, que tem caráter privado, e que funciona com amplo apoio da Superintendência Regional de Saúde. A SRS custeia grande parte dos serviços por meio de incentivos e de convênios e subvenções, entre outros recursos.

A diretora da Fundação, ao apresentar a versão da entidade, pintou um quadro preocupante sobre o que poderá ser esse serviço, entre a atualidade e o futuro. Ela manifestou contrariedade com a paralisação dos médicos que levou ao fechamento da maternidade e de outros serviços de saúde. A gestora acusou os profissionais de não cumprirem a legislação de greve.

Um dos médicos presentes (dr. Roberto), que falou em nome dos 50 colegas da Fundação, disse que não existe intenção dos profissionais em prejudicar a Fundação ou os beneficiários de políticas públicas, usuários do SUS e da própria Fundação Vespasianense.

O médico registrou que ele e os colegas estão sem receber cinco meses de salários de 2015, três meses do ano passado e todo o primeiro semestre de 2017. Apesar do repasse de recursos do Ministério da Saúde, não foram quitados os pagamentos e haveria enorme passivo trabalhista. Os médicos da Fundação já estão, segundo o dr. Roberto, com dificuldades na sua subsistência.

Dívida

A dívida trabalhista foi reconhecida pela diretora da Fundação, que acusou o não repasse de recursos de incentivos pela Secretaria Regional de Saúde (SES/MG) e tem sido responsabilizada pela gestão do serviço complexo e com dívida histórica em Vespasiano. As pendências financeiras estão na casa de R$ 6 milhões, sendo que só para médicos é devido quase R$ 1 milhão, dependente de orçamentação estadual e federal.

Durante a reunião do Conselho Municipal, o representante do Sind-Saúde/MG, Eni Carajá Filho, que falou também em nome do Conselho Estadual de Saúde (CES-MG), explicou que a Fundação Vespasianense de Saúde figura, na última década como ponto de origem de crises cíclicas e que nesse tempo todo foi salva com recursos públicos, do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele frisou que é necessário repensar o funcionamento da Fundação sendo possível encaminhar, de forma gradativa, para um modelo em que o serviço público de saúde não seja o salvador, mas o condutor da gestão.

Conforme relatou o diretor do Sind-Saúde, o Conselho Estadual de Saúde, ao acolher a denúncia do Conselho Municipal de Saúde de Vespasiano, de pronto se colocou parceiro no processo de discussão, uma vez que é inaceitável a possibilidade do fechamento de maternidade, sobretudo agora que o controle social acabou de realizar a 2ª Conferência Nacional de Saúde da Mulher enfatizando os cuidados da saúde da população feminina.      

Usuários

Os usuários do serviço de saúde que participam do CMS Vespasiano, Anderson e Nadir, manifestaram preocupação no que se refere à sangria de repasse de recursos do município para a entidade privada. Conforme Rogério Pinto, conselheiro de saúde no município no segmento trabalhador, a Fundação Vespasianense deve ser analisada dentro de uma linha do tempo já que são enormes os buracos administrativos e assistenciais, o que torna inviável a Fundação do ponto de vista do custo-benefício. Ele defendeu que a municipalização desse serviço de saúde e que a gestão atual sane os problemas financeiros. Propôs que fosse tirada uma comissão para ir ao Ministério Público levar a demanda e buscar uma solução.  

A proposta do Conselho Estadual de Saúde sobre a situação da saúde pública de Vespasiano é que seja realizada, o mais breve possível, uma reunião de conciliação entre Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG), Conselho Municipal de Vespasiano(CMS), Conselho Estadual de Saúde (CES/MG), Ministério Público e técnicos para examinar as contas da Fundação, fazer levantamento epidemiológico do município e encontrar uma solução para o pagamento dos salários atrasados.    

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Divinópolis/MG (30 de agosto de 2017) – Os amantes da cerveja artesanal não podem perder a 3ª edição do Cerveja em Cena, maior evento de cerveja artesanal do centro-oeste mineiro. A festa será realizada neste sábado, 02 de setembro, das 11h às 20h, no Espaço Cultural Da’Vinci, localizado na Estrada de Ermida, 2001, Belo Vale.

 Cerveja em Cena

O Cerveja em Cena terá mais de 20 rótulos mineiros, entre eles a Furt Bier, de Formiga, a Gotter, de Pará de Minas, e a Siberiana, de Oliveira. Este ano, o evento é uma edição especial da Cervejaria Backer, conhecida como uma das primeiras cervejas artesanais de Minas Gerais. No festival, a Backer vai levar aos divinopolitanos seus principais sabores. Além das cervejas, a festa também contará com a presença de alguns bares e restaurantes premiados no Festival Prato da Casa 2017. No cardápio, hambúrgueres, espetos, fritas, peixes e pizza.

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Copasa Comunicado

A Copasa informa que devido ao rompimento de duas tubulações em São João Joaquim de Bicas, o abastecimento de água em alguns bairros de Betim, Igarapé e São Joaquim de Bicas, foi interrompido, emergencialmente, nesta terça-feira (22/08). Técnicos da empresa estão trabalhando, ininterruptamente, desde o momento do acidente.

            Os serviços estão previstos para serem concluídos na madrugada de quarta-feira, 23/08, e a normalização do abastecimento de água ocorrerá, gradativamente, no decorrer do dia (23).

Regiões afetadas:

Betim: Casa Amarela, Charneca, Citrolândia, Conjunto Residencial Dicalino C. da Fonseca, Paquetá, Parque Ipiranga, São Jorge, São Marcos e São Salvador.


Igarapé:  Bom Jardim, Centro, Cidade Jardim, Cidade Nova, Condomínio Fazenda

Solar,  Itatiaiuçu, Jardim Colonial,  Lago Azul, Madre Liliane, Maracanã Industrial, Marechal Rondon, Monte Sinai, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora do Carmo, Nova Esperança, Novo Horizonte, Ouro Preto, Ouro Velho, Ouro Verde, Pacaembu, Padre Eustáquio, Panorama Industrial, Planalto, Portal do Igarapé, Pousada Del Rey, Recanto do Coqueiro, Recanto do Igarapé, Residencial Fazenda Mirante, Residencial Mangabeiras, Santa Mônica, Santa Rosa, São Francisco,  São Mateus, São Sebastiao, Vale do Amanhecer, Vargem das Piabas, Vista da Serra, Vivendas Santa Monica I, Vivendas Santa Monica II.

São Joaquim de Bicas:  Alvorada Industrial, Bandeirantes, Bervely, Boa Esperança, Campo do Além, Campo São Joaquim, Esperança, Estancia Paraopeba, Estancia Serra Verde, Flor de Minas, Granja Fernão Dias, Pedra Branca I, Pedra Branca II, Residencial Casa Grande, Retiro do Moinho, Santa Rita, Santo Antônio, Senhora da Paz, Tereza Cristina, Tijuca e Tupanuara.