O Pátio Savassi une a tradicional liquidação da Multiplan, o Lápis Vermelho, ao maior evento do varejo mundial, a Black Friday. No dia 27 de novembro, sexta-feira, mais de 75 lojas do shopping oferecerão descontos a partir de 50% aos consumidores. Nesse dia, as lojas ficarão abertas até às 23h(*).

Das lojas participantes, destaque para Lala, com peças que chegam a 70% de desconto. Cantão, Scala, Sketch, Loungerie, Jogê e Vivara terão pelo menos um produto com 60% de desconto. Algumas estarão participando de uma ação que oferece ainda mais vantagens para os clientes: fazendo compras durante a Black Friday, o cliente ganha um cupom com mais descontos para usar em compras futuras.

Para a gerente de Marketing do Pátio Savassi, Rejane Duarte, essa é uma oportunidade imperdível para os clientes adiantarem suas compras de Natal, com preços atraentes e descontos que realmente valem a pena. "É bom lembrar que, nesse dia, o cliente terá duas chances de ser premiado com o Tracker LTZ, pois o shopping sorteará dois carros da sua promoção de Natal, sendo o primeiro às 13h e o segundo às 23h", afirma.

As grandes ofertas, com as fotos dos produtos, serão divulgadas nos canais do Pátio Savassi no Facebook e no Instagram, nas lojas físicas e na Fan Page do Lápis Vermelho.

 

Parceria FUMEC

O Pátio Savassi fará uma parceria com o curso de Moda da Universidade FUMEC, trazendo os alunos para vivenciar um dia como produtores de moda no shopping. Eles irão montar looks usando peças das lojas e fotografar cada um. O resultado será publicado em uma galeria especial na rede social Pinterest, servindo de inspiração para os clientes.

(*) Horário facultativo.











Por Laura Capriglione, enviada especial dos Jornalistas Livres, com fotos de Gustavo Ferreira, em Mariana (MG)

Arrancados de suas casas pelo tsunami gerado pelo rompimento das barragens Fundão e Santarém, repletas de lama tóxica, os moradores de Bento Rodrigues, arraial rural a 35 km do centro de Mariana, sofrem com outro tsunami: o de dúvidas, de mentiras e de dissimulação.



As barragens sinistradas pertencem à mineradora Samarco, fundada em 1977, controlada pela toda-poderosa Vale e pela anglo-australiana BHP Billiton. Décima maior exportadora do país, a empresa faturou R$ 7,6 bilhões em 2014 e apresentou um lucro líquido de R$ 2,8 bilhões. Apesar dessa contabilidade vistosa e de dizer em seu site na internet que preza pela vida “acima de quaisquer resultados e bens materiais”, os moradores de Bento Rodrigues reclamam que não havia nem mesmo uma simples sirene instalada e funcionando para alertar o lugarejo da ruptura das barragens. Poderia ter salvo vidas.

Agora, no rescaldo da tragédia, os habitantes de Bento Rodrigues suspeitam que a empresa esteja priorizando o salvamento de sua imagem institucional em detrimento das vidas humanas e dos animais, atropelados pelo avanço medonho da lama.

“Por que é que estão nos impedindo de entrar em Bento Rodrigues? A gente poderia ajudar na localização e no resgate dos desaparecidos e dos animais, porque conhecemos como ninguém a região, sabemos lidar com o mato. O que é que eles estão querendo esconder?”, perguntava um grupo de moradores indignados com o fato de serem mantidos à força longe de seu bairro.

“Por que não permitem que pelo menos alguns de nós entrem, para ver o que está acontecendo?”

 
Foto: Gustavo Ferreira / Jornalistas Livres

Neste sábado, o prefeito de Mariana, Duarte Júnior (PPS), confirmou que 28 pessoas encontram-se “desaparecidas” após o rompimento das barragens. Dessas, 13 são funcionários da Samarco e trabalhadores de prestadoras de serviço. Outros 15 desaparecidos são moradores de Bento Rodrigues, dos quais cinco são crianças.

O prefeito também reconheceu oficialmente uma segunda morte na tragédia. O corpo de um homem, ainda não identificado, foi encontrado no município de Rio Doce, a 100 km de Mariana, à beira de um rio, na lama. A primeira vítima reconhecida oficialmente foi um morador de Bento Rodrigues, que sofreu uma parada cardíaca ao ver o desastre.




























Foto: Gustavo Ferreira / Jornalistas Livres
 

Todas as vias de acesso ao subdistrito de Bento Rodrigues encontram-se fechadas. Só entra e sai quem tem carta de autorização. Dezenas de soldados da PM mineira guardam a estrada principal. A estradinha alternativa está intransitável, cenário caótico de argila, rochas, tocos de árvores e restos de vegetação espalhados. Ninguém passa por lá.

“A Samarco é acusada de um crime ambiental seríssimo, que pode ter causado dezenas de mortes, e é ela que ainda tem moral para cuidar da cena do crime? Que loucura é essa?”, reclama uma ativista ligada ao Movimento dos Atingidos por Barragens, quando um caminhão com gerador e luzes da Samarco ultrapassa tranquilamente a barreira policial que veda o ingresso dos moradores. (detalhe: na porta do caminhão, o logotipo da Samarco está tampado por um papel colado). Também camionetes e funcionários a serviço da empresa e devidamente autorizados por ela têm livre acesso ao local.

A Samarco emitiu uma nota oficial aos investidores internacionais apresentando suas supostas razões para proibir o acesso ao terreno sinistrado:

“Por razões de segurança, a Samarco reafirma a importância de não haver deslocamentos de pessoas no local do incidente, exceto das pessoas e equipes envolvidas no atendimento de emergência.”

Apenas a título de memória e, é claro, considerando a diferença de escala, durante as operações de busca e salvamento que se sucederam ao tsunami que varreu a Tailândia, em 2005, o trabalho corajoso e sem tréguas de centenas de voluntários, inclusive fazendo o resgate de corpos humanos e de animais e, foi imprescindível para que a desgraça não fosse ainda pior. Não se alegaram questões de segurança para impedir o trabalho da solidariedade.

“Como é possível que as vítimas sejam mantidas afastadas e o acusado entre e saia à vontade?”, pergunta Ângela, de 57 anos, que nasceu em Bento Rodrigues e agora vive em Catas Altas, vizinho, apontando para lugar nenhum, no vale entupido de lama. “Ali era a casa dos meus pais.” Só ela sabe onde.

Mas o que perturba mesmo os sobreviventes e faz aumentar a tensão na entrada de Bento Rodrigues é a movimentação de helicópteros da polícia, subindo e descendo da “zona quente”, como denominam os bombeiros a área central e mais perigosa da catástrofe.

Sem informações, proibidos de ver o que acontece no arraial, os moradores suspeitam que cadáveres humanos estejam sendo recolhidos do local e levados nas aeronaves para local ignorado. Duas testemunhas em Santa Rita Durão, localidade de Mariana que é passagem obrigatória para quem quer chegar a Bento Rodrigues, dizem ter visto viaturas do Instituto Médico Legal passando diante da delegacia em direção ao bairro sinistrado.

“Foram fazer o quê? A Defesa Civil não diz que um dos mortos oficiais foi encontrado longe e o outro já foi retirado no primeiro dia? Então, por que os carros funerários?”, indaga-se Maria do Rosário, funcionária em um comércio de alimentos.

Foto: Gustavo Ferreira / Jornalistas Livres













Bombeiros civis, convocados para ajudar a impedir o acesso dos moradores ao arraial, confirmam a existência de muitos animais ainda vivos no local… Mas já registram a presença pesada da morte, que se anuncia pelo cheiro adocicado e repulsivo da carne em putrefação.

Eles saem extenuados do local, depois de ajudar a deter uma moradora que, embrenhada no mato, tentava romper o cerco policial para achar a avó, desaparecida desde a quinta-feira. Segundo os bombeiros, a moça estava com o rosto e braços lanhados pela vegetação fechada, e com lama quase até o pescoço, tentando chegar à casa da parente. Ela resistiu fortemente aos que tentavam impedi-la de fazer sua busca. “Mas conseguimos retirá-la”, disse Paulo César, bombeiro civil de Nova Lima. A reportagem perguntou a ele: “E a avó dela?” O socorrista respondeu: “Infelizmente, está morta. Não tem como. Ali, é só desolação.”

Mas a gente de Bento Rodrigues acha um crime deixar morrer no desespero do atolamento bois, vacas, cachorros, cavalos e galinhas –até passarinhos em gaiolas — que ainda sobrevivem no atoleiro.

E eles existem.

Foto:

































Gustavo Ferreira / Jornalistas Livres

O passar monótono do tempo, sob sol forte e calor de 42ºC, sobe e desce de helicópteros, caminhões e camionetes entrando e saindo, nenhuma notícia, só é interrompido quando se ouve o grito: “Imprensa! Vem correndo! Aqui!”

Descendo uma pirambeira, logo se vê um grupo de moradores trazendo machucada, mas viva, uma cadela grandalhona, pelo marrom, vira-lata, deitada em um catre feito com dois paus e um lençol marrom que já foi branco. “Ela estava enfiada metade do corpo na lama”. Os homens que a carregavam conheciam o bicho. Era do açougueiro Agnaldo, que havia passado a manhã tentando entrar em Bento Rodrigues para reaver o animal. Proibiram-lhe.

“Tinha essa cachorra viva, podendo ser resgatada. Já vimos uma égua, que também está viva, enfiada até o pescoço na lama. Pode ter gente sofrendo, ainda viva, que foi arrastada pela lama pra longe”, angustia-se um dos salvadores da cadela.

“Avisamos os bombeiros sobre a égua, mas eles nos disseram que não poderiam salvá-la, porque não dispunham de corda para puxá-la. É preciso correr com a ajuda, agora que o barro começou a secar. No entanto, não se viu uma só vez aquelas gaiolas penduradas nos helicópteros, ajudando nas buscas”.

Foi à tarde que os heróis anônimos conseguiram burlar a segurança e esgueirar-se pela margens do mar de lama, onde encontraram a cadela machucada. Também encontraram um crucifixo de ouro de um metro de altura, que adornava o altar da igreja de São Bento, a igreja de Bento Rodrigues

Entregue pelos homens humildes (Neimar, Leléu, Lilico, Jerry, pedreiros e mecânicos) à polícia, o crucifixo foi levado de camburão para o quartel da polícia militar de Ouro Preto. “Ficará lá à disposição das autoridades eclesiásticas”, disse o tenente Welby. Da igreja branquinha não se vê mais nem sinal. As mangueiras em torno dela estão lá ainda.

O tenente Welby passava instruções ao soldado no posto de Santa Rita Durão: para este domingo, a zona quente seria ampliada e a barreira policial seria implantada bem antes, como forma de impedir os moradores de fazer seus resgates e salvamentos. E de ver o que se quer manter invisível.

Shopping apresenta exposição e oficinas gratuitas para a criançada entre os dias 6 e 25 de outubro

Um resgate à infância, por meio de super-heróis que sempre fizeram parte da imaginação infantil. Num cenário em que as crianças trocam, cada vez mais cedo, os bonecos pela tecnologia, essa é a proposta do Pátio Savassi para o Dia das Crianças. No período de 6 a 25 de outubro, a meninada que passar pelo mall vai poder participar da oficina “Seja seu Herói” realizada em parceria com a Casa dos Quadrinhos. Elas serão indagadas sobre o que realmente é ser um herói, qual tipo gostariam de ser e quais poderes e vestimentas teriam. Depois, poderão retratar tudo em forma de desenhos e colagens. “Queremos que as crianças utilizem o melhor e maior dos poderes: o da imaginação”, ressalta a gerente de marketing do Pátio Savassi, Rejane Duarte.

Paralelo às oficinas, o Pátio também realizará a exposição temática “Homenagem aos Super-Heróis”, com algumas edições raras de quadrinhos e ilustrações desse universo. Exibidas em totens, as histórias vão contar o processo de criação de cada personagem e serão acompanhadas de 22 esculturas, em tamanhos variados, que prometem surpreender e encantar a criançada. “A exposição permite uma viagem ao mundo dos desenhos, cinema, videogames, histórias em quadrinhos e cultura em geral. Temos certeza que vai agradar aos pais também, que vão se lembrar da infância”, reforça Rejane.

Por fim, para animar todo o mall, dois cosplays vão circular pelos corredores do shopping, convidando o público para participar das oficinas e visitar a exposição. Eles estarão vestidos com fantasias de heróis conhecidos e vão incorporar os personagens para alegria das crianças.

Tanto as oficinas quanto a exposição são gratuitas, abertas ao público e estão sujeitas à lotação.

Temas das Oficinas:

1) Criando o personagem:

Suas características, poderes, história e inspirações. Nessa oficina, a criação vai exercitar sua imaginação e desenvolver seu herói a partir de uma reflexão sobre si mesma.

2) Núcleo dramático:

Quem é o ajudante? O Vilão? O mascote? Aqui, a criança vai pensar o ambiente que o herói vive e criar cada personagem fundamental do seu entorno.

3) Os uniformes:

Desenho com canetinha colorida e criação com recorte e colagem. A atividade dessa oficina é o desenvolvimento e produção do uniforme do seu próprio herói.

4) Aplicação em uma história:

Criar uma história em uma tirinha em quadrinhos. A criança terá oportunidade de executar (seja com seu desenho ou colagem) a sua própria tirinha de histórias em quadrinhos.

 

Dia das Crianças Pátio Savassi - Oficinas

Data: 10 a 18 de outubro / 24 e 25 de outubro

Target: 4 a 12 anos

Horários: 15h às 15h40

16h às 16h40

17h às 17h40

18h às 18h40

Local: Anfiteatro do Pátio Savassi, entrada pelo piso L3 (Av. do Contorno, 6061 - Savassi).

Informações: www.patiosavassi.com

Aberto ao público e gratuito. Evento sujeito à lotação.

Dia das Crianças Pátio Savassi – Exposição

Data: 6 a 25 de outubro

Local: Piso L2, em frente ao Cinemark (Av. do Contorno, 6061 - Savassi).

Informações: www.patiosavassi.com

Aberto ao público e gratuito.

Termina neste domingo, 04/10, o festival gastronômico na capital mineira;

60 restaurantes participam do evento que tem como tema “Gastronomia Afetiva”

Sucesso total de público em Belo Horizonte, mais uma edição de um dos principais eventos gastronômicos está chegando ao fim. A 11ª edição da Restaurant Week começou  no último dia 14 de setembro e termina neste domingo, dia 4 de outubro. Ao todo, o evento conta com a participação de 60 restaurantes que oferecem iguarias preparadas por renomados chefs. O tema desta edição é a “Gastronomia Afetiva”.  “Nosso objetivo com este tema é buscar estreitar ainda mais a relação que existe entre clientes e restaurantes, enaltecendo as comemorações em torno da mesa, despertando sensações e mostrando temperos que traduzam as características de cada chef”, destaca Fernando Reis, realizador da Restaurant Week Brasil. A Restaurant Week, que vem sendo realizada há mais de duas décadas em várias cidades do mundo, é um evento gastronômico que reúne alguns dos melhores restaurantes das cidades para disseminar e valorizar a boa gastronomia regional.

As casas participantes têm a oportunidade de divulgar o serviço, atrair clientes e movimentar o mercado. Os clientes, por sua vez, podem aproveitar para experimentar as iguarias em restaurantes mais sofisticados da capital mineira por um preço mais acessível. E os clientes ainda terão a facilidade e praticidade de efetuar as reservas on line, direto do site do evento, na página dos restaurantes participantes. A refeição com entrada, prato principal e sobremesa custará R$ 39,90 + R$ 1 da doação – total de R$ 40,90 no almoço, e R$ 51,90 + R$ 1 da doação – total de R$ 52,90 no jantar. 

 

Papel Social da Restaurant Week

Além de ser uma oportunidade para reunir grandes grupos de amigos nos melhores restaurantes da cidade, o festival também cumpre seu papel social, sugerindo aos clientes uma contribuição de R$ 1 em cada refeição, cujo destino será o Hospital da Baleia. Mais informações a respeito da 10ª edição da Restaurant Week BH, cardápios e serviço de todos os restaurantes participantes, podem ser encontrados no site www.restaurantweek.com.br.

 

Sobre o Grupo

Há 17 anos a MiCA trouxe para o Brasil a ideia de veicular mensagens publicitárias em cartões postais, tornando a publicidade mais atrativa para atingir o público já saturado pelas abordagens convencionais. E hoje além das propostas publicitárias criadas pela MiCA, há os projetos: Restaurant Week, evento gastronômico mais celebrado do Brasil; Eventos como Menu Sustentável, que tem a ideia de não limitar a criatividade, e sim mostrar o quanto é fácil produzir uma receita sustentável, e o Spa Week, focado na beleza e bem-estar em serviços para a qualidade de vida.

 

Belo Horizonte Restaurant Week

Data: de 14 de setembro a 4 de outubro

Outras informações: www.restaurantweek.com.br

Uma pessoa morreu e outras duas ficaram feridas durante um tiroteio na manhã desta quinta-feira (1º) dentro de um ônibus da linha 1502, na avenida Cristiano Machado, sentido Centro, em Belo Horizonte. As primeiras informações dão conta de que um fiscal da linha entrou no coletivo e cobrou alguma coisa que ainda não foi esclarecida. Os dois se desentenderam e o passageiro atirou no fiscal. Outras duas pessoas foram atingidas.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado. O fiscal de 33 anos morreu no local, uma vítima foi socorrida antes da chegada do Samu e não há informações sobre ela. Uma mulher de 65 anos foi baleada na perna direita e encaminhada para o João XIII para atendimento.

 

 

 

HD/R7