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O reservatório da usina hidrelétrica Risoleta Neves (Candonga), em Santa Cruz do Escalvado, a 100 quilômetros de Mariana (MG), está sendo esvaziado às pressas, por causa do risco de rompimento da barragem de Germano, estrutura da empresa Samarco que ainda ameaça ruir. A ação deixou a população local perplexa e traz preocupação.

"Conforme a água está descendo, está acontecendo erosão da terra bem embaixo da Estrada de Santana", conta o técnico em mecânica Jarbas Antônio Lopes, de 54 anos, que havia levado parentes para ver a represa na manhã de ontem. "Se despencar mais um pouco, vai bloquear a estrada", diz, referindo-se a uma estrada rural usada por moradores e trabalhadores das fazendas de gado ao redor da barragem. "O reservatório estava cheio antes de acontecer isso. No dia em que a lama chegou, até aqui ficou com pó", conta o técnico, nascido na região, que costuma visitar familiares no fim de semana.

A ideia é que, caso Germano estoure, o reservatório de Candonga, que tem capacidade para 544 milhões de metros cúbicos, sirva como barreira de contenção para a lama, impedindo que ela siga pelo Rio Doce, a exemplo do que ocorreu com os rejeitos das Barragens Fundão e Santarém da Samarco.

No centro de Santa Cruz do Escalvado, cidade de 8 mil habitantes distante cerca de 5 quilômetros da barragem, moradores dizem não acreditar que o reservatório será esvaziado. "Não pode. Muita gente pescava por lá até a lama chegar. Se essa barragem de Mariana estourar e a lama vier toda para cá, quem garante que a represa vai dar conta? Se der, a lama toda vai ficar aqui para sempre?", indagou o ajudante-geral Jeferson Rodrigues, de 22 anos.

Na usina, poucos carros e funcionários podem ser vistos do portão para fora. As comportas já estavam abertas desde o dia 7, dois dias depois do acidente em Mariana, e a produção de energia foi suspensa. A usina tem capacidade para produzir 140 MW/hora, cerca de um sexto o que pode produzir, por exemplo, a Usina Henry Borden, da Represa Billings, na região sul da capital paulista.

Barragem

O esvaziamento emergencial foi decidido na sexta-feira, 27, quando o juiz Michel Cury e Silva, da 1.ª Vara da Fazenda, teve acesso a relatório produzido pelo Centro de Apoio Técnico do Ministério Público Estadual. O relatório atesta comprometimento da barragem de Germano e foi feito com base em informações prestadas por empresas contratadas pela própria Samarco. A Justiça deu prazo de dois dias para esvaziamento da represa.

Até sexta-feira, o consórcio que administra a usina (formado pela Vale, uma das donas da Samarco, e pela Cemig, empresa de energia de Minas) informou que não havia sido notificado sobre a decisão da Justiça. A Samarco foi questionada sobre o caso, mas não respondeu. O consórcio que cuida da represa não atendeu nenhum de seus telefones neste domingo.

Anteontem, a Samarco divulgou nota em que afirma estar retirando peixes vivos, com ajuda de empresas terceirizadas e pescadores locais, do canal de adução da represa de outra usina hidrelétrica, Aimorés, também em Minas, que fica entre Governador Valadares (MG) e Colatina (ES). "Depois de recolhidos, os peixes são encaminhados para outros cursos d’água, que possuem as mesmas características de seu hábitat original", diz a nota.

Resumo

Além de destruir o distrito de Bento Rodrigues, a tragédia em Mariana já tem confirmadas 11 mortes. Cinco funcionários da Samarco e três moradores do vilarejo estão desaparecidos e dois corpos aguardam identificação. Há uma semana, a lama que vazou da barragem, e atingiu o Rio Doce, chegou à foz do curso d’água, no distrito de Regência (ES).

Justiça

Pela decisão judicial, tomada a pedido do Ministério Público de Minas e do governo do Estado, a Samarco também fica obrigada a informar o quadro de estruturas de apoio das represas chamadas Sela, Tulipa e Selinha. A mineradora terá também de prever "consequências e medidas emergenciais concretas", executar "integralmente as medidas emergenciais apresentadas nos estudos anteriormente citados, em caso de rompimento, bem como eventuais recomendações técnicas do Estado e do DNPM (órgão federal de fiscalização)". Prevê-se multa diária de R$ 1 milhão para caso de descumprimento.

Ação

O governo federal e os Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo entrarão nesta segunda-feira, 30, com uma ação na Justiça para cobrar R$ 20 bilhões das empresas responsáveis pelo rompimento da barragem em Mariana (MG) e criar um fundo para reparação dos danos. Além da Samarco, a ação também terá como alvo a Vale e a BHP Billiton.

A medida foi anunciada sexta-feira, após a presidente Dilma Rousseff reunir-se no Palácio do Planalto com os governadores de Minas, Fernando Pimentel (PT), e do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB). A ação será coordenada pela Advocacia-Geral da União. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Estado de São Paulo

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O Pátio Savassi une a tradicional liquidação da Multiplan, o Lápis Vermelho, ao maior evento do varejo mundial, a Black Friday. No dia 27 de novembro, sexta-feira, mais de 75 lojas do shopping oferecerão descontos a partir de 50% aos consumidores. Nesse dia, as lojas ficarão abertas até às 23h(*).

Das lojas participantes, destaque para Lala, com peças que chegam a 70% de desconto. Cantão, Scala, Sketch, Loungerie, Jogê e Vivara terão pelo menos um produto com 60% de desconto. Algumas estarão participando de uma ação que oferece ainda mais vantagens para os clientes: fazendo compras durante a Black Friday, o cliente ganha um cupom com mais descontos para usar em compras futuras.

Para a gerente de Marketing do Pátio Savassi, Rejane Duarte, essa é uma oportunidade imperdível para os clientes adiantarem suas compras de Natal, com preços atraentes e descontos que realmente valem a pena. "É bom lembrar que, nesse dia, o cliente terá duas chances de ser premiado com o Tracker LTZ, pois o shopping sorteará dois carros da sua promoção de Natal, sendo o primeiro às 13h e o segundo às 23h", afirma.

As grandes ofertas, com as fotos dos produtos, serão divulgadas nos canais do Pátio Savassi no Facebook e no Instagram, nas lojas físicas e na Fan Page do Lápis Vermelho.

 

Parceria FUMEC

O Pátio Savassi fará uma parceria com o curso de Moda da Universidade FUMEC, trazendo os alunos para vivenciar um dia como produtores de moda no shopping. Eles irão montar looks usando peças das lojas e fotografar cada um. O resultado será publicado em uma galeria especial na rede social Pinterest, servindo de inspiração para os clientes.

(*) Horário facultativo.

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Termina neste domingo, 04/10, o festival gastronômico na capital mineira;

60 restaurantes participam do evento que tem como tema “Gastronomia Afetiva”

Sucesso total de público em Belo Horizonte, mais uma edição de um dos principais eventos gastronômicos está chegando ao fim. A 11ª edição da Restaurant Week começou  no último dia 14 de setembro e termina neste domingo, dia 4 de outubro. Ao todo, o evento conta com a participação de 60 restaurantes que oferecem iguarias preparadas por renomados chefs. O tema desta edição é a “Gastronomia Afetiva”.  “Nosso objetivo com este tema é buscar estreitar ainda mais a relação que existe entre clientes e restaurantes, enaltecendo as comemorações em torno da mesa, despertando sensações e mostrando temperos que traduzam as características de cada chef”, destaca Fernando Reis, realizador da Restaurant Week Brasil. A Restaurant Week, que vem sendo realizada há mais de duas décadas em várias cidades do mundo, é um evento gastronômico que reúne alguns dos melhores restaurantes das cidades para disseminar e valorizar a boa gastronomia regional.

As casas participantes têm a oportunidade de divulgar o serviço, atrair clientes e movimentar o mercado. Os clientes, por sua vez, podem aproveitar para experimentar as iguarias em restaurantes mais sofisticados da capital mineira por um preço mais acessível. E os clientes ainda terão a facilidade e praticidade de efetuar as reservas on line, direto do site do evento, na página dos restaurantes participantes. A refeição com entrada, prato principal e sobremesa custará R$ 39,90 + R$ 1 da doação – total de R$ 40,90 no almoço, e R$ 51,90 + R$ 1 da doação – total de R$ 52,90 no jantar. 

 

Papel Social da Restaurant Week

Além de ser uma oportunidade para reunir grandes grupos de amigos nos melhores restaurantes da cidade, o festival também cumpre seu papel social, sugerindo aos clientes uma contribuição de R$ 1 em cada refeição, cujo destino será o Hospital da Baleia. Mais informações a respeito da 10ª edição da Restaurant Week BH, cardápios e serviço de todos os restaurantes participantes, podem ser encontrados no site www.restaurantweek.com.br.

 

Sobre o Grupo

Há 17 anos a MiCA trouxe para o Brasil a ideia de veicular mensagens publicitárias em cartões postais, tornando a publicidade mais atrativa para atingir o público já saturado pelas abordagens convencionais. E hoje além das propostas publicitárias criadas pela MiCA, há os projetos: Restaurant Week, evento gastronômico mais celebrado do Brasil; Eventos como Menu Sustentável, que tem a ideia de não limitar a criatividade, e sim mostrar o quanto é fácil produzir uma receita sustentável, e o Spa Week, focado na beleza e bem-estar em serviços para a qualidade de vida.

 

Belo Horizonte Restaurant Week

Data: de 14 de setembro a 4 de outubro

Outras informações: www.restaurantweek.com.br

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Por Laura Capriglione, enviada especial dos Jornalistas Livres, com fotos de Gustavo Ferreira, em Mariana (MG)

Arrancados de suas casas pelo tsunami gerado pelo rompimento das barragens Fundão e Santarém, repletas de lama tóxica, os moradores de Bento Rodrigues, arraial rural a 35 km do centro de Mariana, sofrem com outro tsunami: o de dúvidas, de mentiras e de dissimulação.



As barragens sinistradas pertencem à mineradora Samarco, fundada em 1977, controlada pela toda-poderosa Vale e pela anglo-australiana BHP Billiton. Décima maior exportadora do país, a empresa faturou R$ 7,6 bilhões em 2014 e apresentou um lucro líquido de R$ 2,8 bilhões. Apesar dessa contabilidade vistosa e de dizer em seu site na internet que preza pela vida “acima de quaisquer resultados e bens materiais”, os moradores de Bento Rodrigues reclamam que não havia nem mesmo uma simples sirene instalada e funcionando para alertar o lugarejo da ruptura das barragens. Poderia ter salvo vidas.

Agora, no rescaldo da tragédia, os habitantes de Bento Rodrigues suspeitam que a empresa esteja priorizando o salvamento de sua imagem institucional em detrimento das vidas humanas e dos animais, atropelados pelo avanço medonho da lama.

“Por que é que estão nos impedindo de entrar em Bento Rodrigues? A gente poderia ajudar na localização e no resgate dos desaparecidos e dos animais, porque conhecemos como ninguém a região, sabemos lidar com o mato. O que é que eles estão querendo esconder?”, perguntava um grupo de moradores indignados com o fato de serem mantidos à força longe de seu bairro.

“Por que não permitem que pelo menos alguns de nós entrem, para ver o que está acontecendo?”

 
Foto: Gustavo Ferreira / Jornalistas Livres

Neste sábado, o prefeito de Mariana, Duarte Júnior (PPS), confirmou que 28 pessoas encontram-se “desaparecidas” após o rompimento das barragens. Dessas, 13 são funcionários da Samarco e trabalhadores de prestadoras de serviço. Outros 15 desaparecidos são moradores de Bento Rodrigues, dos quais cinco são crianças.

O prefeito também reconheceu oficialmente uma segunda morte na tragédia. O corpo de um homem, ainda não identificado, foi encontrado no município de Rio Doce, a 100 km de Mariana, à beira de um rio, na lama. A primeira vítima reconhecida oficialmente foi um morador de Bento Rodrigues, que sofreu uma parada cardíaca ao ver o desastre.




























Foto: Gustavo Ferreira / Jornalistas Livres
 

Todas as vias de acesso ao subdistrito de Bento Rodrigues encontram-se fechadas. Só entra e sai quem tem carta de autorização. Dezenas de soldados da PM mineira guardam a estrada principal. A estradinha alternativa está intransitável, cenário caótico de argila, rochas, tocos de árvores e restos de vegetação espalhados. Ninguém passa por lá.

“A Samarco é acusada de um crime ambiental seríssimo, que pode ter causado dezenas de mortes, e é ela que ainda tem moral para cuidar da cena do crime? Que loucura é essa?”, reclama uma ativista ligada ao Movimento dos Atingidos por Barragens, quando um caminhão com gerador e luzes da Samarco ultrapassa tranquilamente a barreira policial que veda o ingresso dos moradores. (detalhe: na porta do caminhão, o logotipo da Samarco está tampado por um papel colado). Também camionetes e funcionários a serviço da empresa e devidamente autorizados por ela têm livre acesso ao local.

A Samarco emitiu uma nota oficial aos investidores internacionais apresentando suas supostas razões para proibir o acesso ao terreno sinistrado:

“Por razões de segurança, a Samarco reafirma a importância de não haver deslocamentos de pessoas no local do incidente, exceto das pessoas e equipes envolvidas no atendimento de emergência.”

Apenas a título de memória e, é claro, considerando a diferença de escala, durante as operações de busca e salvamento que se sucederam ao tsunami que varreu a Tailândia, em 2005, o trabalho corajoso e sem tréguas de centenas de voluntários, inclusive fazendo o resgate de corpos humanos e de animais e, foi imprescindível para que a desgraça não fosse ainda pior. Não se alegaram questões de segurança para impedir o trabalho da solidariedade.

“Como é possível que as vítimas sejam mantidas afastadas e o acusado entre e saia à vontade?”, pergunta Ângela, de 57 anos, que nasceu em Bento Rodrigues e agora vive em Catas Altas, vizinho, apontando para lugar nenhum, no vale entupido de lama. “Ali era a casa dos meus pais.” Só ela sabe onde.

Mas o que perturba mesmo os sobreviventes e faz aumentar a tensão na entrada de Bento Rodrigues é a movimentação de helicópteros da polícia, subindo e descendo da “zona quente”, como denominam os bombeiros a área central e mais perigosa da catástrofe.

Sem informações, proibidos de ver o que acontece no arraial, os moradores suspeitam que cadáveres humanos estejam sendo recolhidos do local e levados nas aeronaves para local ignorado. Duas testemunhas em Santa Rita Durão, localidade de Mariana que é passagem obrigatória para quem quer chegar a Bento Rodrigues, dizem ter visto viaturas do Instituto Médico Legal passando diante da delegacia em direção ao bairro sinistrado.

“Foram fazer o quê? A Defesa Civil não diz que um dos mortos oficiais foi encontrado longe e o outro já foi retirado no primeiro dia? Então, por que os carros funerários?”, indaga-se Maria do Rosário, funcionária em um comércio de alimentos.

Foto: Gustavo Ferreira / Jornalistas Livres













Bombeiros civis, convocados para ajudar a impedir o acesso dos moradores ao arraial, confirmam a existência de muitos animais ainda vivos no local… Mas já registram a presença pesada da morte, que se anuncia pelo cheiro adocicado e repulsivo da carne em putrefação.

Eles saem extenuados do local, depois de ajudar a deter uma moradora que, embrenhada no mato, tentava romper o cerco policial para achar a avó, desaparecida desde a quinta-feira. Segundo os bombeiros, a moça estava com o rosto e braços lanhados pela vegetação fechada, e com lama quase até o pescoço, tentando chegar à casa da parente. Ela resistiu fortemente aos que tentavam impedi-la de fazer sua busca. “Mas conseguimos retirá-la”, disse Paulo César, bombeiro civil de Nova Lima. A reportagem perguntou a ele: “E a avó dela?” O socorrista respondeu: “Infelizmente, está morta. Não tem como. Ali, é só desolação.”

Mas a gente de Bento Rodrigues acha um crime deixar morrer no desespero do atolamento bois, vacas, cachorros, cavalos e galinhas –até passarinhos em gaiolas — que ainda sobrevivem no atoleiro.

E eles existem.

Foto:

































Gustavo Ferreira / Jornalistas Livres

O passar monótono do tempo, sob sol forte e calor de 42ºC, sobe e desce de helicópteros, caminhões e camionetes entrando e saindo, nenhuma notícia, só é interrompido quando se ouve o grito: “Imprensa! Vem correndo! Aqui!”

Descendo uma pirambeira, logo se vê um grupo de moradores trazendo machucada, mas viva, uma cadela grandalhona, pelo marrom, vira-lata, deitada em um catre feito com dois paus e um lençol marrom que já foi branco. “Ela estava enfiada metade do corpo na lama”. Os homens que a carregavam conheciam o bicho. Era do açougueiro Agnaldo, que havia passado a manhã tentando entrar em Bento Rodrigues para reaver o animal. Proibiram-lhe.

“Tinha essa cachorra viva, podendo ser resgatada. Já vimos uma égua, que também está viva, enfiada até o pescoço na lama. Pode ter gente sofrendo, ainda viva, que foi arrastada pela lama pra longe”, angustia-se um dos salvadores da cadela.

“Avisamos os bombeiros sobre a égua, mas eles nos disseram que não poderiam salvá-la, porque não dispunham de corda para puxá-la. É preciso correr com a ajuda, agora que o barro começou a secar. No entanto, não se viu uma só vez aquelas gaiolas penduradas nos helicópteros, ajudando nas buscas”.

Foi à tarde que os heróis anônimos conseguiram burlar a segurança e esgueirar-se pela margens do mar de lama, onde encontraram a cadela machucada. Também encontraram um crucifixo de ouro de um metro de altura, que adornava o altar da igreja de São Bento, a igreja de Bento Rodrigues

Entregue pelos homens humildes (Neimar, Leléu, Lilico, Jerry, pedreiros e mecânicos) à polícia, o crucifixo foi levado de camburão para o quartel da polícia militar de Ouro Preto. “Ficará lá à disposição das autoridades eclesiásticas”, disse o tenente Welby. Da igreja branquinha não se vê mais nem sinal. As mangueiras em torno dela estão lá ainda.

O tenente Welby passava instruções ao soldado no posto de Santa Rita Durão: para este domingo, a zona quente seria ampliada e a barreira policial seria implantada bem antes, como forma de impedir os moradores de fazer seus resgates e salvamentos. E de ver o que se quer manter invisível.

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Shopping apresenta exposição e oficinas gratuitas para a criançada entre os dias 6 e 25 de outubro

Um resgate à infância, por meio de super-heróis que sempre fizeram parte da imaginação infantil. Num cenário em que as crianças trocam, cada vez mais cedo, os bonecos pela tecnologia, essa é a proposta do Pátio Savassi para o Dia das Crianças. No período de 6 a 25 de outubro, a meninada que passar pelo mall vai poder participar da oficina “Seja seu Herói” realizada em parceria com a Casa dos Quadrinhos. Elas serão indagadas sobre o que realmente é ser um herói, qual tipo gostariam de ser e quais poderes e vestimentas teriam. Depois, poderão retratar tudo em forma de desenhos e colagens. “Queremos que as crianças utilizem o melhor e maior dos poderes: o da imaginação”, ressalta a gerente de marketing do Pátio Savassi, Rejane Duarte.

Paralelo às oficinas, o Pátio também realizará a exposição temática “Homenagem aos Super-Heróis”, com algumas edições raras de quadrinhos e ilustrações desse universo. Exibidas em totens, as histórias vão contar o processo de criação de cada personagem e serão acompanhadas de 22 esculturas, em tamanhos variados, que prometem surpreender e encantar a criançada. “A exposição permite uma viagem ao mundo dos desenhos, cinema, videogames, histórias em quadrinhos e cultura em geral. Temos certeza que vai agradar aos pais também, que vão se lembrar da infância”, reforça Rejane.

Por fim, para animar todo o mall, dois cosplays vão circular pelos corredores do shopping, convidando o público para participar das oficinas e visitar a exposição. Eles estarão vestidos com fantasias de heróis conhecidos e vão incorporar os personagens para alegria das crianças.

Tanto as oficinas quanto a exposição são gratuitas, abertas ao público e estão sujeitas à lotação.

Temas das Oficinas:

1) Criando o personagem:

Suas características, poderes, história e inspirações. Nessa oficina, a criação vai exercitar sua imaginação e desenvolver seu herói a partir de uma reflexão sobre si mesma.

2) Núcleo dramático:

Quem é o ajudante? O Vilão? O mascote? Aqui, a criança vai pensar o ambiente que o herói vive e criar cada personagem fundamental do seu entorno.

3) Os uniformes:

Desenho com canetinha colorida e criação com recorte e colagem. A atividade dessa oficina é o desenvolvimento e produção do uniforme do seu próprio herói.

4) Aplicação em uma história:

Criar uma história em uma tirinha em quadrinhos. A criança terá oportunidade de executar (seja com seu desenho ou colagem) a sua própria tirinha de histórias em quadrinhos.

 

Dia das Crianças Pátio Savassi - Oficinas

Data: 10 a 18 de outubro / 24 e 25 de outubro

Target: 4 a 12 anos

Horários: 15h às 15h40

16h às 16h40

17h às 17h40

18h às 18h40

Local: Anfiteatro do Pátio Savassi, entrada pelo piso L3 (Av. do Contorno, 6061 - Savassi).

Informações: www.patiosavassi.com

Aberto ao público e gratuito. Evento sujeito à lotação.

Dia das Crianças Pátio Savassi – Exposição

Data: 6 a 25 de outubro

Local: Piso L2, em frente ao Cinemark (Av. do Contorno, 6061 - Savassi).

Informações: www.patiosavassi.com

Aberto ao público e gratuito.