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Escola de Artes Visuais do Cefart oferece curso o gratuito Olhar a Cidade, baseado na exposição Wilson Baptista: Urbano Fotográfico

Atividade será realizada de 27 a 29 de março e visa aprimorar a percepção dos participantes em relação ao cenário urbano do centro de BH

Curso: OLHAR A CIDADE

Inscrições: até 21 de março | https://bit.ly/2UuKehz  

Valor: gratuito

Resultado: 22 de março (sexta-feira)

Realização do curso: 27 a 29 de março:

Local: CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais e Palácio das Artes

Informações: (31) 3236-7400 | www.fcs.mg.gov.br

Informações para a imprensa:

Vítor Cruz: (31) 3236-7378 | (31) 99317-8845 | Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Em diálogo com a exposição Wilson Baptista: Urbano Fotográfico, a Fundação Clóvis Salgado realiza, por meio da Escola de Artes Visuais do Centro de Formação Artística e Tecnológica – Cefart, o curso Olhar a Cidade. A atividade propõe uma investigação do olhar sobre o espaço urbano como forma de estimular a percepção das dimensões estéticas e as histórias da cidade.

Ministrado pelo coordenador da Escola de Artes Visuais, Lucas Amorim, o curso será realizado de 27 a 29 de março (quarta a sexta). As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas neste link (https://bit.ly/2UuKehz) até 21 de março (quinta-feira). O edital está disponível aqui: https://bit.ly/2u1DX1y. O curso acontece das 14h às 17h e tem carga horária total de 10h. O resultado será divulgado às 18h de 22 de março, no site da FCS (www.fcs.mg.gov.br).

Os participantes utilizarão os próprios telefones celulares ou câmeras fotográficas para registrar imagens de um percurso pré-determinado, que fica entre a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais, e o Palácio das Artes. Segundo Lucas Amorim, essa atividade está baseada na metodologia da deriva, em que os participantes são estimulados a desenvolver a sensibilidade do olhar ao percorrer o próprio trajeto, pontuando sensações, percepções e observações ao longo do caminho.

 

“Ao ter a exposição Wilson Baptista: Urbano Fotográfico como ponto de partida, os participantes serão estimulados a pensar o espaço público como lugar de diferentes linguagens e manifestações e a perceber as transformações urbanas, arquitetônicas e sociais que ainda ocorrem no centro da cidade”, destaca Lucas Amorim.

No último encontro, o resultado das imagens e das percepções será compartilhado entre os participantes. A atividade será acompanhada por Carol Cafiero, bolsista do Programa de Residências para Pesquisas Artísticas da Fundação Clóvis Salgado, que desenvolve uma interlocução da fotografia como forma de se apropriar e repensar o espaço urbano.

Sobre a exposição Wilson Baptista: Urbano Fotográfico – Aberta a visitações na CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais até 25 de maio, a exposição Wilson Baptista: Urbano Fotográfico reúne 44 fotografias em preto e branco do acervo, estimado em cerca de trinta mil negativos, do belo-horizontino Wilson Baptista. Por meio do olhar do fotógrafo, é possível perceber as transformações urbanas, arquitetônicas e sociais que ocorreram no centro da capital mineira entre as décadas de 1930 e 1960, visitando micro histórias nas práticas e acontecimentos públicos.

Com curadoria de Paulo Baptista, fotógrafo, professor e filho de Wilson, a exposição traça não só uma linha do tempo da singularidade cotidiana de Belo Horizonte, mas possibilita, também, encontrar formas e composições autônomas derivadas de objetos familiares que se transformam em belíssimas torres e geometrias dos altos edifícios.

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Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento absorverá pasta do Desenvolvimento Agrário.

impacto da reforma administrativa do Estado no setor agropecuário e de abastecimento será debatido em audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta quinta-feira (14/3/19). A discussão será realizada pela Comissão de Agropecuária e Agroindústria, a requerimento de seu presidente, deputado Coronel Henrique (PSL), e acontecerá no Plenarinho IV da ALMG, a partir das 10 horas.

De acordo com o requerimento para realização da audiência, o principal objetivo é analisar como a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento será afetada pelo Projeto de Lei (PL) 367/19, do governador, que trata dos principais pontos da reforma administrativa. Atualmente, o projeto aguarda exame da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e tramita em regime de urgência.

Uma das determinações do PL 367/19 é a redução do número de secretarias de Estado de 21 para 12. Desta forma, a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento absorverá a pasta de Desenvolvimento Agrário.

Outra medida que afeta o setor agropecuário é que a área deixará de contar com um secretário adjunto, cargo que só será mantido em sete secretarias. Além disso, a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento também deverá ser afetada pelo enxugamento da estrutura interna e extinção de cargos comissionados, gratificações e funções gratificadas.

Entre os convidados está Ana Maria Soares Valentini, secretária de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, além de representantes de empresas, cooperativas e trabalhadores do setor.

Consulte a lista completa de convidados para a reunião.

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Sistema pode ser utilizado para votações de entidades de classes, como os Conselhos Profissionais e Associações, escolas, universidades, entre outras categorias, e contribui para a evolução do voto, maior participação do eleitor nas urnas, agregando, ainda, economia ao processo.

 

Até maio de 2018, 70,5% dos domicílios brasileiros já registravam acesso
à Internet, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE. A pesquisa também revelou que o acesso à Internet por meio do celular aumentou significativamente, sendo que, 92,7% dos entrevistados possuíam o aparelho móvel. Os números comprovam que a população brasileira está cada vez mais conectada e atenta às novidades do mercado. Por isso, muitas organizações vêm se atualizando e investindo em tecnologia e inovação para captar, engajar e atrair a atenção das pessoas.

 

Um exemplo é o Conselho Regional de Medicina Veterinária do estado de Minas Gerais - CRMV, que, recentemente, aderiu a um software totalmente online para realizar as eleições da entidade. Batizado de BR Eleições, o software desenvolvido em Blumenau (SC), polo de tecnologia, permite segurança, conforto, economia, mobilidade, agilidade e facilidade no processo eleitoral, possibilitando que seja possível votar em qualquer lugar do mundo com acesso à internet. A novidade facilita a participação dos eleitores nas decisões importantes da sociedade.

 

De acordo com o superintendente executivo do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais, Joaquim Paranhos Amâncio, “o sistema tornou o processo de votação mais dinâmico e eficiente e a apuração de 96% dos votos durou menos de 15 minutos, uma tecnologia de ponta. O processo de cadastramento de eleitores e de realização do voto foi simplificado e também de alta eficácia”.

 

O executivo destaca ainda outras vantagens com a mudança do voto em papel para o sistema online. “Ele trouxe benefícios para todos os participantes do processo eleitoral. Garante segurança, reduz custos para os eleitores que não precisam se deslocar para realizar o voto e economiza tempo, pois a votação dura cerca de 2 minutos. Isso representa grande economia para as entidades que fazem uso deste tipo de sistema”, ressalta Amâncio.

 

O BR Eleições permite atendimentos aos eleitores e às ocorrências em tempo real, por meio de telefone, chat e e-mail, monitoramento do tráfego de dados e acompanhamento online da eleição. Amâncio ainda comenta que, “a boa usabilidade do sistema proporcionou aos usuários administrativos e para os eleitores mais segurança e rapidez de importações de dados dos eleitores, tornando os processos mais dinâmicos, por meio de um sistema multiplataforma”.

 

Como funciona a votação

 

Desenvolvido para a comodidade do eleitor, o BR Eleições é 100% online, podendo ser utilizado de forma híbrida, ou seja, a distância ou presencial, sempre eletronicamente. O sistema tem a garantia de sigilo do voto e lisura do processo eleitoral. Realiza a criptografia dos votos e do canal de comunicação, ou seja, deixa as informações e os votos ilegíveis, de forma que apenas o sistema de criptografia tem acesso para torná-las ocultas ou disponíveis para qualquer pessoa.

 

Além disso, o sistema permite que a votação seja feita de casa ou de qualquer lugar com acesso à internet, além de permitir rapidez desde o planejamento à apuração da eleição. O diretor executivo da BR Eleições, Ricardo Costa, explica que o sistema contempla todos os processos da eleição e conta com auxílio técnico 24 horas. Existe um processo de preparação e configuração para garantir a tranquilidade no dia da votação, como:

 

- Cadastro de votantes;
- Cadastro de sessão eleitoral;
- Cadastro de comissão eleitoral;
- Cadastro de chapas eleitorais;
- Cadastro de cargos;
- Cadastro de membros da chapa;
- Cadastro de perguntas para validação de identidade do eleitor.

 

Costa ainda explica que, “no momento que ocorre a eleição o foco é possibilitar ao eleitor exercer o direito do voto, promovendo, assim, o sucesso da eleição. O sistema automatiza o processo eleitoral, permitindo auditoria e publicação dos resultados de modo célere, informando no mapa de apuração, o relatório de votantes e não votantes, ata de ocorrências da eleição e relatório de impedidos de votar”.

 

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Os processos seletivos a uma vaga de emprego são minuciosos, cada detalhe conta

 

Atualmente, existem 13,7 milhões de brasileiros desempregados e 27,7 estão subutilizados na força de trabalho do país (desempregados, subocupados, desalentados e pessoas que não podem assumir uma vaga de trabalho no momento). Os dados apresentados no resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do primeiro semestre de 2018, realizada pelo IBGE são alarmantes. Nesse cenário, muitas pessoas buscam uma recolocação no mercado de trabalho, e um dos momentos decisivos para essa possibilidade são as entrevistas.

 

Os processos seletivos a uma vaga de emprego são minuciosos, cada detalhe conta.  A consultora e diretora da empresa Leaders HR-Consultants, Astrid Vieira, explica que isso é decorrente de um aumento significativo no envio de currículos para vagas. “Os candidatos aumentaram suas expectativas relativas às vagas, e, consequentemente, as fases dos processos seletivos ficaram ainda mais numerosas e complexas”, explica.

 

Para se destacar em futuras entrevistas são necessárias algumas estratégias. Astrid explica que os principais erros nesses momentos incluem a falta de preparo e autoconhecimento; baixa auto- estima e não fazer jus as qualificações e experiências inclusas no currículo. “É imprescindível, que os candidatos apresentem maior serenidade e segurança de sua expertise e desempenho anteriores, e ainda um diferencial durante as entrevistas”, diz.

 

Pesquisar sobre a empresa que está oferecendo a oportunidade é fundamental para ter em mente o tipo de ambiente que a instituição oferece. Em cada uma delas, há uma forma mais adequada de se apresentar. Em um ambiente que seja mais sério, é preciso se portar de maneira profissional, já em um ambiente mais descontraído é possível ter uma liberdade de expressão maior, por exemplo. Isso também se aplica ao vestuário utilizado na ocasião, assim como postura e linguagem corporal.

 

Algo imprescindível em todo tipo de entrevista é se apresentar de uma forma clara, destacando os pontos fortes e conquistas. “No mercado de trabalho atual, é importante que os candidatos a vagas de emprego saibam quais são suas habilidades, para que assim encontrem oportunidades que demandem tais aptidões”, ressalta Astrid. O candidato deve mostrar confiança naquilo que faz, tendo uma postura determinada e segura. Dessa forma, fica claro que o indivíduo se vê como o melhor candidato para a vaga pretendida, do contrário, os entrevistadores também não terão uma boa impressão dele.

 

Astrid, ainda enfatiza algumas dicas importantes: Ser cuidadoso para não deixar que a timidez atrapalhe a desenvoltura durante a conversa é importante para cativar a pessoa que está te entrevistando; treinar antes de comparecer à entrevista pode ser um atenuante dessa característica.

 

“No caso de não ter o feedback positivo do processo seletivo, contatar a empresa e questionar sobre o motivo pelo o qual não foi selecionado para a próxima etapa. Isso pode ajudar a ver quais aspectos precisam ser trabalhados para obter bons resultados em futuras oportunidades”, finaliza Astrid Vieira.

 

 

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Também há grupos formados por homens e mulheres que trabalham em igualdade de direitos e oportunidades. 

Elas ocupam funções desde operação de câmera a motorista.

Trabalhar com audiovisual no Brasil é entrar em um cenário majoritariamente masculino. De acordo com o estudo Emprego no Setor Audiovisual (2018), da Agência Nacional de Cinema (Ancine), foram gerados 91.834 mil empregos em 2016. Desse montante, 60% das vagas correspondem aos homens e 40% às mulheres. Por regiões, a maior participação foi no sudeste com 61,1%, seguido do nordeste com 12,5%, depois o sul com 11,5% e na lanterna ficaram o centro-oeste e norte do país com 7,1% e 5,8%, respectivamente.

 

Embora a participação feminina ainda seja inferior e gere preocupação, um fato animador é que esse meio está mudando aos poucos, e as mulheres estão conquistando seu espaço em empresas que respeitam a igualdade de gênero e as valorizam como profissionais.

 

Para combater o preconceito, nada mais adequado que o exemplo. Isso é o que pode ser visto na Uzumaki Comunicação, agência digital e produtora de vídeos que possui mulheres e homens trabalhando sem distinção de valores e com oportunidades de igual para igual.

 

A empresa soma em seu portfólio diversas produções que evidenciam a força dessas profissionais, entre as quais se destaca a gravação de uma série produzida em parceria com a Asics com operação de três câmeras realizada por mulheres. Em transmissões ao vivo em parceria com o grupo DPSP, feitas em várias capitais do Brasil, como Rio de Janeiro e Salvador, a equipe local -- operadoras de câmera, produtoras e motoristas -- era toda feminina.

 

Gislaine Miyono, Coordenadora de Produção, destaca que em seu dia a dia a valorização da mulher no audiovisual é vivida na prática. Ela acredita que para criarem conteúdos que sejam verdadeiros, abrangentes e democráticos, a equipe também precisa ser.

 

“Produzimos uma média de 20 vídeos por mês, e cerca de 30% com contratação de profissionais freelancers. Quando o conteúdo é específico, a equipe também é. Em um trabalho com o canal “Nunca Te Pedi Nada” para o mês das mulheres, em 2017, ou na parceria com o “Think Olga”, para a realização de animações que falam sobre mulheres nas eleições 2018, a equipe foi 100% feminina (e diversa)”, afirma.

 

Embora hoje atue em uma produtora em que as profissionais são valorizadas, Gislaine Miyono diz que em experiências anteriores presenciou muitos comentários negativos, como “Não gosto de contratar mulher porque chora”, "não aguenta carregar peso", "não gostam de tecnologia", "mulher tem que fazer produção, porque tem mais 'jeitinho'”.

 

A participação feminina no audiovisual ainda é pequena, mas existe. Tem nome, sobrenome e realiza grandes produções com muita técnica, agilidade e sensibilidade. Segundo Miyono não há nada que impeça o trabalho: é preciso oportunidade. “A mulher pode e deve assumir o seu protagonismo na sociedade brasileira, bem como, em sua área profissional. Estudamos e trabalhamos para fazer o nosso melhor e lutamos para que nos deixem fazer. Buscamos o equilíbrio de gênero e a igualdade de direito, apenas”, finaliza.  

 

 

Funções ainda distantes

 

Estudo sobre a “Participação feminina na produção audiovisual brasileira (2016)”, também realizado pela Agência Nacional de Cinema (Ancine), constatou que a direção de fotografia, direção e roteiro são as áreas em que as mulheres menos têm oportunidades. Dos 1.655 trabalhos de direção de fotografia realizados no país, somente 8% foram feitos por profissionais do sexo feminino. Na direção de 2.583 produções, apenas 17% eram mulheres, e de 1.836 roteiros, só 21% foram assinamos por elas.