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Visto como um mercado que ficava em segundo plano, hoje o setor de restauração é a solução para muitos

 

Aumento de desemprego, inflação, instabilidade e insegurança. Este é o cenário atual na vida de grande parte dos brasileiros. Diante desta inconstância econômica, as pessoas estão deixando de investir em novos bens e reparando os que já possuem, o que torna, na maioria das vezes, esta ação mais vantajosa. E neste contexto, quem sai ganhando são os empresários do setor de reparos.

O engenheiro mecânico Moisés Gomes, proprietário da oficina de reparos automotivos Garagem de Ouro e da escola do mesmo segmento, Maxim Treinamentos, aposta no setor e, além de oferecer o serviço, capacita as pessoas para tal. “A procura por cursos técnicos está acompanhando a crise, pois, com receio do desemprego, as pessoas investem no plano B. Aquela vontade de abrir o próprio negócio ganha um gás com as dificuldades que aparecem. Além, também, de levarem em conta que o mercado de consertos é um dos que mais crescem atualmente”.

Diante desta crise que se instaurou, parte do setor automobilístico sofreu. Segundo dados divulgados pela Associação de Concessionárias Fenabrave, os emplacamentos fecharam o 1º bimestre de 2016 com queda de 31,3% se comparado ao mesmo período do ano passado. Devido a isto, algumas montadoras até concederam férias coletivas para alguns de seus funcionários com o intuito de ajustar a linha de produção à demanda de mercado.

Em contrapartida, o setor de oficinas mecânicas ou profissionais autônomos desta área perceberam um aumento na procura pelos serviços. “Quem possui um automóvel percebeu que vale mais a pena fazer uma revisão e reparos, do que trocar de veículo. Até porque o mercado de vendas esfriou muito no final do último ano e início de 2016”, diz Moisés. O profissional ainda ressalta que, atualmente, existem várias técnicas para realizar serviços de reparos e que sua eficácia é cada vez maior.

Apesar de quase todos os setores estarem sofrendo de alguma maneira, claro, com intensidades distintas, alguns empreendimentos estão conseguindo escapar dos respingos da crise. Os prestadores de serviços de reparos - autônomos ou não – e as escolas de cursos técnicos, são alguns exemplos dos poucos negócios que mantém maior estabilidade, obtendo lucros e crescendo gradualmente. “Consertar e investir em conhecimento são duas boas oportunidades de tirar proveito diante da crise, pois criam autonomia e agregam valor”.

“Vejo através dos alunos uma enorme vontade de não deixar se abater perante a instabilidade. Muitos perdem seu emprego e, por não conseguirem uma oportunidade no mercado, veem nos cursos técnicos uma saída para tomar as rédeas da vida profissional”, finaliza o empresário. O aposentado Geraldo Nazário sempre teve vontade de trabalhar por conta própria. “Depois de 30 anos trabalhando como supervisor de produção em mineradoras, resolvi fazer cursos voltados para a área automotiva, que sempre gostei. Apesar deste momento de crise, o retorno está sendo satisfatório”. Considerando que a instabilidade não tem data prevista para chegar ao fim, o setor de reparação vem se tornando uma boa alternativa para driblar a crise.

 

A Maxim Treinamentos

Há cerca de 8 anos, a Maxim Treinamentos oferece cursos técnicos direcionados à estética automotiva como martelinho de ouro, espelhamento de pintura, polimento técnico, revitalização de faróis e micro pintura e tira riscos. “Não somos somente uma escola de serviços de funilaria e pintura, o nosso DNA é formar alunos que entrem no mercado imediatamente. Para isso oferecemos um pacote completo que inclui, inclusive, programas de estágio e certificado de conclusão”, afirma Moisés, proprietário da empresa.

Com carga horária máxima de 80h por curso, a Maxim oferece toda uma infraestrutura durante e após os cursos, como ferramentas e site para o recém-formado, além de consultas para tirar dúvidas durante a carreira. “Além de ensinar aos alunos todos os processos de forma prática e minuciosa, trabalhamos com palestras motivacionais para estimular e ajudar na administração da nova profissão. Comunicação, planejamento, gerenciamento de tempo, inovação e imagem estão entre os pilares para uma carreira bem-sucedida. E é isso que oferecemos na Maxim”, afirma o empresário.

 

Serviço

Maxim Treinamentos

Av. José Cândido da Silveira, 2936A - Santa Inês

Belo Horizonte – MG

(31) 3532-1313 / (31) 9648-2125

www.cursomartelinhodeouroembh.com.br

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No mesmo ano em que comemora 13 anos de existência, a empresa mineira Datte, é congratulada com o Prêmio CPFL Mais Valor, em Campinas. A premiação, que existe há nove anos, já condecorou, até hoje, mais de cem fornecedores do setor elétrico por resultados significativos. Este ano a Datte venceu ao lado de quatorze outras companhias, dentre as duas mil concorrentes. Através dos serviços prestados pela Datte, as indústrias da área de concessão da CPFL Paulista e Piratininga tem previsão de economia de até R$ 500 milhões em custos com energia elétrica, além da expressiva redução da emissão de CO2, cumprindo o seu papel socioambiental.

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A empresária do ramo da comunicação corporativa, Sizue Itho, da Cativa Imagem (unidade Minas Gerais), esteve recentemente com o presidente da Associação Comercial de Minas Gerais (ACMinas), Lindolfo Paoliello, falando das novidades de sua empresa para o mercado, especialmente no tocante ao monitoramento de mídia, reputação e imagem. 

 

Naquela oportunidade, ela destacou alguns bons resultados já alcançados com a fusão entre a Cativa Imagem, de Vitória/ES, e a Circuito Integrado Comunicação de Belo Horizonte, das sócias Junia e Myriam Barros. "Estamos juntas desde 2013, num processo constante de investimentos em qualidade e serviços. Talvez por isso, somos hoje a única empresa em Minas preparada para atender as cinco mídias: impresso, rádio, TV, web e redes sociais",  afirmou.

 

Os serviços oferecidos pela Cativa Imagem são, de acordo com Sizue Itho, de grande relevância, principalmente, para os profissionais que lidam com reputação de marcas. "Desenvolvemos, de forma pioneira, um sistema altamente informatizado, que garante a verificação de resultados e tendências capazes de dar suporte nas tomadas de decisões das empresas, de maneira bastante assertiva". Mais de 1000 veículos, como jornais, revistas, TVs abertas e fechadas, blogs, sites e redes sociais são monitorados pela Cativa 24 horas ininterruptas.

 

Por sua vez, o presidente da ACMinas elencou alguns itens do plano de metas da Associação. Paoliello disse que a Associação Comercial concentra esforços, nesse momento, em inovação e no projeto de internacionalização de Belo Horizonte, um intento ousado e que deve ser estruturado nos próximos três anos.

 

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Negócio próprio e sem ponto comercial: Em 2016 a ordem é economizar também na hora de empreender

Alguns perderam o emprego em 2015, outros querem dar início ao projeto de ser dono do próprio negócio. Seja qual for a motivação, considerar as empresas de franquias é uma decisão estratégica para quem quer empreender este ano

Reconhecidas por serem mais acessíveis do que uma franquia tradicional, as microfranquias que podem ser operadas em esquema home based ou sem ponto comercial propiciam economia no custo fixo, pois dispensam investimento em aluguel e outras despesas. Estas redes ainda costumam ser indicadas pelo fato de serem reconhecidas por oferecerem modelos de negócios maduros, que já foram testados e por isso oferecem menor risco.

O setor como um todo mantém-se aquecido. Segundo o último levantamento divulgado pela Associação Brasileira do Franchising (ABF), as franquias registraram faturamento de R$ 99,385 bilhões entre janeiro e setembro de 2015. Como a economia do país mantém-se instável, as microfranquias que não exigem ponto comercial acabam sendo uma opção mais acessível de negócio. Há opções de redes com investimento inicial a partir de R$12 mil que, além de serem mais acessíveis, propiciam economia com aluguel de ponto comercial. Confira algumas opções de negócios com esse modelo:

MINEIRO DELIVERY
O que faz? Comercializa comida caseira via delivery e dentro de boxes
Performance em 2015: Em apenas quatro meses de expansão, já faturaram mais de 1 milhão. A rede espera atingir 60 unidades em 2016.
Investimento inicial: R$ 79 mil
Número de unidades: 6
Prazo de retorno: de 12 a 18 meses
Resumo: a marca adotou o formato de franquia esse ano. A ideia é levar até os clientes o sabor irresistível da comida caseira. O cardápio inclui galinhada, feijoada e costelinha, entre outros.

MISS PINK
O que faz? Vende cosméticos por meio de plataforma móvel
Performance em 2015: Em seu primeiro ano no franchising, a rede já comercializou 42 unidades e espera dobrar o número de franquias no ano que vem.
Investimento inicial: R$ 19 mil
Número de unidades: 28
Prazo de retorno: de 3 a 12 meses
Resumo: a proposta da rede é oferecer uma loja de produtos de beleza que possa ser transportada para diversos locais. A Miss Pink permite que os franqueados trabalhem em suas próprias casas ou façam parcerias com shoppings, salões de beleza e espaços comerciais. O mix de itens, como maquiagem, esmalte e hidratantes é produzido com alta tecnologia e fórmulas exclusivas, proporcionando muita qualidade aos produtos.

DOCTOR FRIO
O que faz? Rede de limpeza e manutenção para ar-condicionado
Crescimento em 2015: A rede faturou R$3,5 milhões em seu primeiro ano no franchising e espera dobrar o faturamento em 2016.
Investimento inicial: à partir de R$ 25 mil
Número de unidades: 25
Prazo de retorno: de 6 a 12 meses
Resumo: No mercado há 20 anos, a rede adotou formato de franquia esse ano. A Doctor Frio presta serviços de instalação, higienização e manutenção de aparelhos para empresas e residências.

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Empresário do setor de treinamentos em automotiva, afirma que reposicionamento no mercado tem sido solução para várias pessoas diante da crise

 

Com a estagflação da economia (fenômeno que designa estagnação + inflação), o desemprego bateu com mais veemência à porta dos brasileiros em 2015. Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o índice de pessoas sem emprego chegou a 8,3% no segundo semestre deste ano, maior taxa desde 2009 (8%). Além disso, a insatisfação dos profissionais, pelos mais variados motivos, cria uma crescente busca por um reposicionamento no mercado de trabalho.

“Apostar em novos nichos pode ser a solução para uma reinserção ou reposicionamento no mercado”, afirma Moisés Gomes, dono da Maxim Treinamentos, que vivencia diariamente estas histórias e acredita no potencial da mudança de segmento. O empresário se preocupa com a inserção e realocação de pessoas no mercado de trabalho através de seus cursos de serviços automotivos. “Daqui saem desde pessoas que conseguem o primeiro emprego a pessoas que mudaram completamente de ramo por estarem insatisfeitas”.

É o caso de Anderson Machado, proprietário da AMS Estética Automotiva, em Sabará. “Por insatisfação, há quase 3 anos, deixei meu trabalho como operador de máquinas pesadas para fazer cursos voltados à estética automotiva e hoje tenho a minha própria oficina especializada em embelezamento de carro. O martelinho de ouro, por exemplo, meu carro chefe, é um serviço que, apesar de protelado, sempre é realizado, pois conduzir um veículo em mau estado de conservação pode ser considerada infração grave, com multa e retenção”.

Leonardo Martins, desempregado há seis meses, viu na mudança de segmento uma possibilidade de realocação no mercado. “Trabalhava com manutenção de empilhadeiras em uma empresa terceirizada da Fiat. Mudei totalmente de ramo e estou mais contente trabalhando com serviços automotivos, tanto financeiramente, quanto profissionalmente”. Já o aposentado Geraldo Nazário sempre teve vontade de trabalhar por conta própria. “Depois de 30 anos trabalhando como supervisor de produção em mineradoras, resolvi fazer cursos voltados para a área automotiva, que sempre gostei. O retorno está sendo satisfatório”.

De acordo com o IBGE, somente na grande BH existem cerca de 3 milhões de carros. Deste número, estima-se que 20% deles tenham pelo menos um amassado. Isso garante cerca de 600 mil carros que precisam de reparos, somente em Belo Horizonte e região. “Além de ser um mercado relativamente estável pela quantidade de veículos existentes, ele independe de habilidade de ser do ramo automotivo ou não”, conta Moisés Gomes.

O empresário ainda diz que por ser um curso relativamente breve (um mês), rentável (valor mínimo para desamassar um carro, por exemplo, é de R$ 120,00) e de retorno imediato, ele pode funcionar como um plano B ou até mesmo como uma nova oportunidade para profissionais insatisfeitos. “Apesar de passarmos por um momento de crise, isso não significa que profissionais que estão empregados, mas desmotivados, devam ficar estagnados, sem considerar novas possibilidades. A realocação será mais difícil, mas não impossível”.

 

A Maxim Treinamentos

Há cerca de 8 anos, a Maxim Treinamentos oferece cursos técnicos direcionados à estética automotiva como martelinho de ouro, espelhamento de pintura, polimento técnico, revitalização de faróis e micro pintura e tira riscos. “Não somos somente uma escola de serviços de funilaria e pintura, o nosso DNA é formar alunos que entrem no mercado imediatamente. Para isso oferecemos um pacote completo que inclui, inclusive, programas de estágio e certificado de conclusão”, afirma Moisés, proprietário da empresa.

Com carga horária máxima de 80h por curso, a Maxim oferece toda uma infraestrutura durante e após os cursos, como ferramentas e site para o recém-formado, além de consultas para tirar dúvidas durante a carreira. “Além de ensinar aos alunos todos os processos de forma prática e minuciosa, trabalhamos com palestras motivacionais para estimular e ajudar na administração da nova profissão. Comunicação, planejamento, gerenciamento de tempo, inovação e imagem estão entre os pilares para uma carreira bem-sucedida. E é isso que oferecemos na Maxim”, afirma o empresário.

 

Serviço

Maxim Treinamentos

Av. José Cândido da Silveira, 2936A - Santa Inês

Belo Horizonte – MG

(31) 3532-1313 / (31) 9648-2125

www.cursomartelinhodeouroembh.com.br

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