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Paiva Netto

O Dia Mundial Contra o Câncer e o Dia Nacional da Mamografia (respectivamente em 4 e 5 de fevereiro) chamam-nos a atenção sobre um mal que acomete cada vez mais pessoas.

Segundo informa o Instituto Nacional de Câncer (Inca), quase 60 mil novos casos de câncer de mama deverão ser diagnosticados no país a cada ano. E ainda ressalta que este é o “tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 25% dos casos novos a cada ano. No Brasil, esse percentual é de 29%. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença”.

Conforme ressalta o Inca, “o exame clínico da mama deve ser feito uma vez por ano pelas mulheres entre 40 e 49 anos. E a mamografia deve ser realizada a cada dois anos por mulheres entre 50 e 69 anos, ou segundo recomendação médica”. E mais: “Embora a hereditariedade seja responsável por apenas 10% do total de casos, mulheres com história familiar de câncer de mama, especialmente se uma ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmãs) foram acometidas antes dos 50 anos, apresentam maior risco de desenvolver a doença. Esse grupo deve ser acompanhado por um médico a partir dos 35 anos (...)”.

Quando detectado nos estágios iniciais, as chances de cura são de aproximadamente 95%. Contudo, aponta Ricardo Caponero, presidente do Conselho Científico da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), “ainda falta conscientização das mulheres para a importância da realização periódica da mamografia. (...) Apenas 30% das mulheres fazem o exame”. Desde 2009, o procedimento tem cobertura gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), direito assegurado pela Lei no 11.664/2008. Em prol de sua saúde, as mulheres não podem abrir mão desse benefício.

Prevenção

Para melhor conhecimento de todos sobre o assunto, vale consultar o site do Inca (www.inca.gov.br). Vejam, por exemplo, algumas dicas de prevenção: “Controlar o peso corporal e evitar a obesidade, por meio da alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos, e evitar o consumo de bebidas alcoólicas são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor”.

Não prescindamos igualmente de recorrer ao Amparo Celeste, que tem em Jesus, o Divino Médico, o inesgotável manancial da saúde almejada por todos. Saúde espiritual e corpórea.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Paiva Netto

Há décadas, indagado sobre as expectativas da virada de mais um ano, exclamei: Ano-Novo! Ano-bom? Depende de nós!

Cada ano que desponta renova a esperança em dias mais felizes. Previsões são feitas, metas estabelecidas. Entretanto, nada se modificará se não soubermos que, por detrás do ideário de um mundo melhor, é indispensável, logo em primeira instância, uma postura íntima, espiritual-ecumênica, exteriorizada em boas ações. Há décadas, indagado sobre as expectativas da virada de mais um ano, exclamei: Ano-Novo! Ano-bom? Depende de nós!

O dom da vida

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Paiva Netto

Duas datas significativas preparam o espírito dos povos para as comemorações de mais um Natal de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista. Refiro-me ao Dia Internacional da Solidariedade (20/12) e ao dedicado, no Brasil, aos órfãos (24/12).

Quando de Sua primeira vinda visível ao planeta, o Provedor Celeste exemplificou com a própria vida o valor da Solidariedade sem fronteiras, sejam elas de idioma, cor da pele, opinião política etc. É Dele também uma postura ecumênica de amparo aos desfavorecidos da Terra.

Refletindo sobre o amplo e irrestrito significado do Natal de Jesus para a Legião da Boa Vontade (LBV) e para os que com ela cerram fileiras na construção “de um Brasil melhor e de uma humanidade mais feliz”, recordo trecho de circular que escrevi em Brasília/DF, datada de 4 de junho de 1997. Faz parte dos originais de minha obra Liderar sob a proteção de Deus. Dedico-a a todos os corações de Boa Vontade:

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Paiva Netto

Em 21 de dezembro de 1981, em Porto Alegre/RS, proferi um discurso, de improviso, quando proclamei a Decodificação do Pai-Nosso, hoje, completando 37 anos. Na ocasião, argumentei:

A Ciência humana, a despeito dos respeitáveis esforços de tantos abnegados idealistas, encontra-se no início de sua brilhante trajetória, apesar do extraordinário progresso a que nos tem conduzido: o justificado deslumbramento de suas mais importantes figuras ante a restrita parcela do Cosmos que se vê. Mas e diante da imensidade que não se enxerga, que não se descobriu ainda?... Não aludimos apenas ao Universo físico, com suas galáxias, que é algo realmente de assombrar: só a Via Láctea, da qual fazemos parte, abarca bilhões de estrelas... É incrível a sua abrangência!... E os mais poderosos telescópios e radiotelescópios alcançam a mínima parte deste Universo físico. Os seres humanos, e mesmo os invisíveis de razoável elevação espiritual — pois estes são muitos no Outro Lado da Vida —, ficam do mesmo modo fascinados, e com muita razão... Entretanto, e a amplitude que ainda não perlustramos? Aqui está a filigrana: quando arguimos o que falta desbravar, não estamos unicamente nos referindo à composição material dos corpos celestes que vagam pelo Espaço, essa enormidade que os maiores cientistas não puderam, até o presente momento, pesquisar nem sequer ver de todo*1. Falamos também do UNIVERSO INVISÍVEL, ultradimensional, onde as Almas residem, que, no estágio evolutivo da civilização contemporânea, não pôde, por ora, ser devidamente percebido pelos olhos somáticos nem acreditado, em boa parte, pela Ciência terrestre. E o mais surpreendente: nem por alguns religiosos que pregam a Vida Eterna. Todavia, quando diversos pioneiros começam a analisar e estudar as possíveis dimensões em que habitam os Espíritos, há quem procure depreciar sua labuta. Na verdade, temem avançar na direção descortinada pelos precursores. De certa forma, é como na fábula de Esopo (aprox. 620-564 a.C.): Vulpes et uva*2. O teólogo e filósofo britânico William Paley (1743-1805) acertou quando definiu que “há um princípio que é utilizado como uma barreira contra qualquer informação, como prova contra qualquer tipo de argumento. Esse princípio nunca pode falhar, de modo a manter a humanidade numa ignorância contínua e perpétua. Esse princípio chama-se: condenar antes de investigar”.

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Paiva Netto

Quantos já alcançaram que um pensador libertário como Jesus não pode ficar aprisionado entre quatro paredes de um templo, por mais respeitável que seja, ou ter Sua mensagem reduzida por analistas que, por mais veneráveis que se apresentem, por vezes, confundem “germano com gênero humano”?

O Celeste Libertador nunca esteve restrito ao Cristianismo humano. Somos nós, com nossa visão ainda pequena, quem O confinamos à nossa incapacidade de compreender Sua extraordinária mensagem. Ele trouxe Leis Espirituais, Morais, Ecumênicas (isto é, Universais) elevadíssimas, Divinas. E não estou a afirmar qualquer aberração. O próprio Mestre afiançou, em Sua Boa Nova, conforme os relatos de João, 16:12 a 15, que mandaria o Espírito da Verdade, ou Paráclito, para deslindar novas coisas, que são Dele, Jesus, mas que não as pôde manifestar naquele momento visível entre nós:

12 Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis entender agora;