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Paiva Netto

Em minha obra Os mortos não morrem, transcrevo estudos abalizados e relatos interessantíssimos sobre a realidade da vida após o fenômeno chamado morte... Todavia, é necessário também refletirmos sobre alguns desdobramentos morais desse saber espiritual que Jesus, o Divino Ressuscitado, nos oferece para conduzirmos bem nossos destinos. Afinal, quando não nos preparamos convenientemente, a morte se torna um grande susto. Daí a nossa preocupação em dialogar com todos os que me honram com a leitura e lhes apresentar tantos fatos que, durante milênios, evidenciam a sobrevivência da Alma e a Natureza Espiritual desse fenômeno.

O saudoso proclamador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, Alziro Zarur (1914-1979), assegurava que “não há morte em nenhum ponto do Universo”.

Você quer desaparecer, ficar separado dos entes queridos para todo o sempre? Acredito que não!

No segundo volume da série literária “O Apocalipse de Jesus para os Simples de Coração”, a obra As Profecias sem Mistério (1998), novamente registrei esta minha assertiva: Os mortos não morrem!, mesmo os Irmãos ateus-materialistas*. Não se pode analisar a Palavra do Criador menoscabando qualquer de Suas criaturas, incluídas as espirituais.

Ademais, de onde vêm os alertamentos sobre a gravidade do instante pelo qual passa a Terra? Justamente do Mundo Espiritual, a moradia dos Invisíveis, conforme nos revela o Apocalipse, do Profeta Divino, Jesus, logo no capítulo primeiro, versículos iniciais: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus Lhe deu para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer, e que Ele, enviando-as por intermédio do Seu Anjo, notificou ao Seu servo João, o qual atestou a Palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo quanto a tudo o que viu”. (Apocalipse, 1:1 e 2)

O que pensa você, prezada leitora, amigo leitor, que sejam os Anjos (que surgem tantas vezes na Bíblia Sagrada) senão Almas? É imprescindível saber de onde viemos, o que estamos fazendo aqui e para onde iremos após o inafastável fenômeno da morte.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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* Ateus-materialistas — Leia, em Apocalipse sem Medo (2000), o subtítulo “Ateus também vão para o Céu”; e, no livro Crônicas e Entrevistas (2000), o artigo “Respeitar os ateus”. Ambas as obras são de Paiva Netto.

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Paiva Netto

Soldadinhos de Deus. Era assim que o saudoso jornalista e radialista Alziro Zarur (1914-1979) chamava, carinhosamente, as crianças, numa nítida referência ao valor dado a elas na Legião da Boa Vontade.

Por sinal, há muito venho afirmando que essa história de alguns acreditarem que os pequeninos não entendem das coisas é uma grande bobagem. Prestam atenção a tudo. Mormente, agora, nestes tempos modernos de mídia desenfreada. Sempre estão ouvindo e participando, desde o primeiro vagido.

Diante desse fato, criamos, na LBV, o Fórum Internacional dos Soldadinhos de Deus no Terceiro Milênio. Nesses encontros, eles podem cada vez mais e da melhor forma desenvolver com alegria o alto sentido da liberdade de pensar. Exercitam a arte de expressar-se com equilíbrio, de maneira clara e prática, jamais esquecendo de discorrer sobre como realizar as propostas selecionadas. E, acima de tudo, cultivam o respeito ao ponto de vista dos outros colegas.

Uma das características importantes desse Fórum é a de ser apresentado pelos próprios Soldadinhos de Deus. As atividades, produzidas por eles mesmos, abrangem diversos eixos temáticos, dentre os quais: comunicação, educação, esporte, cultura, lazer, alimentação, saúde, cidadania e trabalho, todos fundamentados na Espiritualidade Ecumênica. São realizados, entre outros, painéis, oficinas, teatros, exposições, gincanas e dinâmicas de grupo. Essas ações, além de mostrarem aos pais e aos mais velhos a visão das crianças sobre o mundo de hoje, buscam despertar nelas os valores espirituais, éticos, morais e universais, a exemplo da vontade de praticar o Bem. O foco é a vivência da Pedagogia do Afeto e da Pedagogia do Cidadão Ecumênico, ambas compõem a linha educacional que implantei nas escolas e nos Centros Comunitários de Assistência Social da LBV, a qual visa à formação integral do indivíduo, isto é, Espírito, mente e corpo.

Ser como as crianças

Jesus, o Cristo Ecumênico, o Sublime Estadista, adverte: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos Céus” (Evangelho, segundo Mateus, 18:3).

Naturalmente, o Divino Mestre referia-se à simplicidade de Alma indispensável para o entendimento dos assuntos do Espírito. A soberba é o principal inimigo dos próprios soberbos, como também o é a hipocrisia em relação aos hipócritas, pois os impedem de encontrar dentro de si os maiores tesouros espirituais. Eis ilustrativa passagem evangélica dos relatos de Lucas, 10:21: “Naquela mesma hora se alegrou Jesus em Espírito e exclamou: Graças Te dou, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes do mundo, e as revelaste aos pequeninos. Assim é, ó Pai, porque assim Te aprouve!”.

Versos de esperança

No seu livro Poemas da Era Atômica, em “A criança ensina o homem”, Zarur pincelou com vivas cores a benéfica contribuição dos guris na esperança de dias melhores em sociedade:

“Crianças estão cantando
“Em frente à minha janela!
“Neste mundo miserando,
“Pode haver coisa mais bela?

“A alegria que redime
“Vai por toda a vizinhança...
“Não há nada mais sublime
“Que o cantar de uma criança!

“Quando vier a tempestade,
“Ameaçando o seu lar,
“Haja só Boa Vontade:
“Uma criança a cantar!”
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José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Paiva Netto

Em todo mês de março, mundialmente é comemorado o Dia do Rim. A iniciativa tem como prioridade a prevenção da Doença Renal Crônica (DRC), fornecendo informações sobre a importância do diagnóstico precoce e quanto aos cuidados com os fatores de risco, entre eles a hipertensão arterial, o diabetes mellitus, a obesidade, o tabagismo e a presença de histórico familiar de doença renal.

Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), em 2015, mais de 1,5 milhão de pessoas estiveram em terapia renal substitutiva (Diálise Peritoneal, Hemodiálise ou Transplante Renal), sendo 100 mil só no Brasil.

O dr. Daniel Rinaldi dos Santos, ex-presidente da SBN, ressaltou que, “através de exames extremamente simples, você consegue detectar precocemente se é portador de alguma alteração renal e tomar medidas preventivas para evitar a evolução da doença”. Portanto, não deixemos para amanhã providências que podem impedir graves problemas.

Em 2014, ao comentar a campanha de conscientização da SBN realizada naquele ano, mas que continua com o seu recado sempre atual, o conhecido nefrologista afirmou: “Uma das coisas que a equipe da Sociedade Internacional [de Nefrologia] está preconizando é que se comemore o Dia Mundial do Rim, bebendo um copo d’água! Uma forma de lembrar que a água faz bem para o rim. Todo mundo brindar com um copo d’água!”

Para outras informações, acesse os sites www.sbn.org.br e www.boavontade.com.

Saúde espiritual e material

Os rins devem ser muito bem tratados. Do seu bom funcionamento depende a saúde geral do organismo. Ao filtrar o sangue, tirando-lhe as impurezas, torna-se um parceiro indispensável do coração que, por sua vez, faz o fluido vital circular pelo corpo.

Não é por acaso que esses dois órgãos estão destacadamente mencionados nas Escrituras Sagradas. No Apocalipse de Jesus, 2:23, temos a famosa passagem em que o Médico Celeste declara: “Todas as igrejas conhecerão que Eu sou aquele que sonda rins e corações. E retribuirei a cada um segundo as suas obras”. Ele conhece bem o nosso íntimo e os processos com que nos intoxicamos e desintoxicamos, porque os rins (como de certo modo o fígado) são os filtros do corpo. Espiritualmente falando, ocorre o mesmo.

É possível observar que o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, nos avalia de acordo com o que produzimos, de bom ou de mau, resultante de nossas emoções (coração) e pensamentos (rins). Contudo, fica subentendido ainda que a qualidade da saúde será um reflexo do tratamento dado a essa admirável engenharia fisiológica (corpo humano) que serve ao Espírito de instrumento para evolução na Terra.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Paiva Netto

Apresento a todos vocês trecho de entrevista que concedi, em 19 de setembro de 2008, à jornalista Ana Serra, de Lisboa, por ocasião do lançamento, naquele ano, de minha obra Reflexões da Alma, em terras lusitanas, pela Editora Pergaminho. À certa altura, ela me perguntou:

Ana Serra – Caro dr. Paiva Netto, em sua obra o senhor fala também em atitudes e consequências. Como é que o que se faz no passado pode refletir-se no presente e no futuro?

Respondi: Prezada Ana, isso é matemático. Basta analisarmos a atual crise financeira, logo em seguida fatalmente econômica, e, por consequência, social e política, que os países vêm e virão a enfrentar. Ela não se formou agora e nem é a primeira. Está sendo alimentada desde o momento em que se priorizou a ganância de alguns em detrimento do bem-estar de muitos. A economia em voga é muitas vezes desalmada porque, para criar riqueza setorial, garante, mantém e espalha a pobreza. Para ela, hoje mais do que nunca, quase que não há limites éticos. E presentemente temos de manter aceso o nosso cuidado, pois algo pode acontecer, até mesmo um movimento de desglobalização como, por exemplo, o superprotecionismo, digamos, forçado pela crise que se configura.

O deserto dos romanos

Entronizou-se o capital monetário e esqueceu-se do que chamo de o “Capital de Deus”, que é justamente o ser humano e o seu Espírito Eterno. Este é, embora alguns não saibam, o centro da Economia, a mais espiritual, no sentido mais amplo, das ciências ou arte, conforme defendi numa entrevista à Folha de S.Paulo, em 1982.

Em Reflexões da Alma, escrevo ainda sobre o “progresso de destruição”, promovido por quem está impulsionado pela cobiça de ganhar a qualquer preço e nem alcança que põe em risco a si próprio, ou a si mesma, à família, à pátria e ao mundo como o conhecemos. Ecoa pelo orbe a advertência de Tácito (55-120 d.C.), aplicada originalmente aos romanos, pela assolação de Cartago: “Vocês criaram um deserto e chamam-no de paz”.

Exato, pois os filhos de Roma devastaram Cartago até as bases. E é o que andam a fazer, tais loucos, com a Mãe Terra atualmente.

(...)

Sinais do esgotamento planetário

Não somos suseranos nem censores da humanidade, mas humildes servos do Divino Educador. Porém, o planeta vem dando muitos sinais de que não mais tolera ofensas à sua frágil camada protetora de ozônio. Basta anotar a incidência crescente do câncer de pele. Vejam igualmente os múltiplos reflexos das súbitas mudanças climáticas que já abordamos. Mesmo que seja a repetição de um ciclo natural da Terra, é inegável que temos colaborado muito para o apressamento desse drama que a todos vem atingindo. É a implacável regra física de ação e reação, a terceira lei de Newton.

Em minha página “Gandhi: o capital em si não é mau”, apresento esta irreprochável advertência de Benjamin Franklin (1706-1790): “Só sabemos o valor da água quando o poço seca”.

Touché! Vero, mas lamentável.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Paiva Netto

Ao longo das décadas, tenho defendido na imprensa brasileira e do exterior que, aos poucos, a criatura humana vai aumentando a consciência de que a continuidade da vida após a “morte” não é um conceito que interessa apenas aos que professam alguma crença religiosa ou filosófica, mas é objeto de estudo sério para todos. A compreensão correta de que somos, antes de mais nada, Espírito intensifica a força de vontade no enfrentamento de tudo o que não seja recomendável à nossa existência, coletiva ou individual.

Para ilustrar convenientemente esse poder de que dispomos, observem este ensinamento do dr. André Luiz (Espírito), na obra Evolução em dois mundos, psicografia de Chico Xavier (1910-2002) e Waldo Vieira (1932-2015): “O Espírito encontra no cérebro o gabinete de comando das energias que o servem, como aparelho de expressão dos seus sentimentos e pensamentos, com os quais, no regime de responsabilidade e de autoescolha, plasmará, no espaço e no tempo, o seu próprio caminho de ascensão para Deus”.

A mente do Espírito

Na publicação Ciência e Fé na trilha do equilíbrio (2000), que escrevi para a primeira sessão plenária do Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV, assevero que a inteligência se situa além da estrutura física, como se houvesse um cérebro psíquico fora do somático. Por conseguinte, conclui-se — e venho reiterando no decorrer desta obra — que a essência espiritual não é uma projeção do cérebro humano nem resultado de algumas reações neuroquímicas e que o homem não é um corpo que tem um Espírito. Contudo, um Espírito Eterno que possui um corpo passageiro.

“Ah!, mas a Ciência ainda não comprovou nada”... 

Porém, como asseverou o astrofísico norte-americano ateu Carl Sagan (1934-1996): “A ausência da evidência não significa evidência da ausência”.

Em É Urgente Reeducar! (2010), argumentei que não nos podemos ancorar apenas em nossos limitadíssimos cinco sentidos físicos. Eles não são bastantes para nos fazer devidamente avançados, pois a Cultura tem origem verdadeira no Mundo Espiritual. Quando soubermos estabelecer a perfeita sintonia Terra–Céu para merecer a ligação permanente Céu–Terra, receberemos de lá conhecimento crescente. Antes de tudo, somos Espírito.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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ServiçoOs mortos não morrem (Paiva Netto), 528 páginas. À venda nas principais livrarias ou pelo site www.clubeculturadepaz.com.br