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Paiva Netto

Em minha obra Os mortos não morrem, transcrevo estudos abalizados e relatos interessantíssimos sobre a realidade da vida após o fenômeno chamado morte... Todavia, é necessário também refletirmos sobre alguns desdobramentos morais desse saber espiritual que Jesus, o Divino Ressuscitado, nos oferece para conduzirmos bem nossos destinos. Afinal, quando não nos preparamos convenientemente, a morte se torna um grande susto. Daí a nossa preocupação em dialogar com todos os que me honram com a leitura e lhes apresentar tantos fatos que, durante milênios, evidenciam a sobrevivência da Alma e a Natureza Espiritual desse fenômeno.

O saudoso proclamador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, Alziro Zarur (1914-1979), assegurava que “não há morte em nenhum ponto do Universo”.

Você quer desaparecer, ficar separado dos entes queridos para todo o sempre? Acredito que não!

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Paiva Netto

Minha mãe, Idalina Cecília de Paiva (1913-1994), e eu costumávamos cantar algumas melodias que se encontram hoje no ar pela Super Rede Boa Vontade de Rádio: Granada, Marche des Grenadiers, La Mer, Douce France, Só nós dois no salão e esta valsa, entre outras. A vida era alegre, feliz!

Tive uma infância e uma juventude de lutas, mas sempre fomos afortunadamente aquinhoados nas coisas espirituais. Daí a nossa satisfação no viver juntos. Simplesmente nos amávamos.

É o exercício leal do Novo Mandamento de Jesus entre nós. A Ordem Suprema do Cristo propicia essa vivência, que tanto desejamos seja o natural para todas as criaturas espirituais e humanas.

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Paiva Netto

Não duvidemos de nossa capacidade, como seres espirituais e humanos, de alcançar o hoje considerado insuperável. Temos muito mais aptidão para sobrepujar problemas, por maiores que os julguemos, segundo avalia o médico, psicólogo, filósofo e escritor norte-americano William James (1842-1910): “A maioria das pessoas vive física, intelectual ou moralmente num círculo muito restrito do seu potencial. Faz uso de uma parte muito pequena da sua possível consciência e dos recursos da sua alma em geral, assim como um homem... que se habitua a usar e a mover somente o seu dedo mínimo. Grandes emergências e crises nos mostram como os nossos recursos vitais são muito maiores do que supúnhamos”.

Diante disso, se as dificuldades são maiores, superiores serão os nossos talentos para suplantá-las. Se desse modo não fosse, onde estaríamos hoje caso os que nos antecederam, pelos séculos, se acovardassem? A pior tragédia é desistir por causa das adversidades do mundo. É falhar, portanto, com aqueles que confiam em nós. Os que vieram antes — com o combustível da Fé Realizante — sublimaram dor em vitória.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.www.boavontade.com

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Paiva Netto

Considerando o sentido de Eternidade, o Universo nunca foi criado, jamais teve princípio nem terá fim, porque ele sempre existiu e existirá em Deus. Isso não significa dizer que o Universo é Deus, mas que, em potencial, sua existência sempre foi uma realidade. Qualquer acontecimento, digamos que representado pelo big bang, do dr. George Gamow (1904-1968), é apenas o Operacional Divino para determinada ocasião. Muitos Universos já existiram, porque a presença de Deus é permanente, como o moto-contínuo, cuja equação procurada é o Amor, que é justamente o próprio Deus (Primeira Epístola de João, 4:8).

Para que se faça mais bem entendido aos que me honram com sua atenção, em meus livros Reflexões da Alma (2003) e É Urgente Reeducar! (2010), apresentei algumas de minhas modestas concepções do Criador, desenvolvendo raciocínio nestes termos:

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Paiva Netto

Há tempos observo-lhes que a miscigenação do mundo é inevitável. Da mesma forma, destaco que o Ecumenismo dos Corações é o bom futuro da humanidade.

As criaturas não sobrevivem adequadamente no isolamento. A confraternização geral é um legítimo anseio que ignora fronteiras e segue unindo, apesar dos pesares, etnias, filosofias, religiões, pátrias, enfim, seres espirituais e humanos. Em Sua passagem pela Terra, Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, testemunhou, a todo momento, que esse é o caminho. Uma de Suas Solidárias Lições ilustra bem isso: “Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem os publicanos também assim? Se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os gentios também o mesmo?” (Evangelho, segundo Mateus, 5:46 e 47).