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Inicialmente, gostaria de destacar que não acho que esses programas sejam geradores ou alimentem a violência. Essa linha de raciocínio generalizou-se, especialmente dentre aqueles que se julgam em nível superior a este tipo de programação. Nunca assistiram, mas sabem de tudo.

Ainda que criticáveis, programas policiais poderiam se utilizar de um formato menos apelativo, com maior interatividade e mais produtivo para a emissora e para a sociedade.

Como na televisão tudo é copiado, umas copiam tudo, outras plagiam algumas coisas e a maioria muda apenas a moldura, os programas possuem características comuns a todos e nem na guarnição se diferenciam.

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É possível que não exista exceção em determinadas épocas da história em que a sociedade não tenha se espantado com a mudança de alguns valores de passado recente.

No episódio do ataque ao jornal francês ”Charlie Hebdo”, nas redes sociais, muitos criticaram os assassinatos, mas faziam uma ressalva de que o periódico desrespeitara uma crença, uma religião, um símbolo de fé, como se a indicar que “brincaram com fogo”; pagaram por isso.

Rebati esse argumento por conta de se ter muito cuidado com essa justificativa de desrespeito devido à variação dos valores em tempos e sociedades diferentes.

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Quando não se conhece algo e isso nos traz uma preocupação somente as coisas negativas são ressaltadas. Dirigir um automóvel sempre fez parte dos meus desejos de realização, assim como sempre foi destacado por mim. Nunca me imaginei dirigindo.

Depois de quase dois anos de acompanhamento psicológico, este ano de 2014, enfim, passei a ser mais um dos motoristas brasileiros a conviver com os problemas inerentes, antes imperceptíveis.

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Não resta dúvida de que a circulação de informação é um dos itens que mais traz benefícios e avanços culturais a uma sociedade. No Brasil, sobre alguns temas existem informações em excesso. O futebol é um exemplo, e por isso se consolidou a máxima de que cada brasileiro é um técnico. Já na educação e saúde, a informação circula em ambientes restritos a essas áreas ou não tem veiculação permanente.

Na seara penal, poderiam ser informados constantemente de que o abandono de criança pelos responsáveis configura crime; que não colocar filhos na escola também é crime; que a certidão de quitação eleitoral pode ser retirada pelo sítio www.tse.gov.br. Essas informações poderiam ser aproveitadas para campanhas publicitárias de conscientização. Quando se fala em propaganda, a proposta deveria ser pensada conjuntamente entre agência de publicidade, com marketing que vinculasse a marca da empresa patrocinadora e até os governos envolvidos. 

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Talvez seja característica humana não reconhecer o mérito do outro. No Brasil isso parece ser mais forte; na política deve ser regra, tanto que nas campanhas vence quem consegue que uma pecha grude no outro. Essa cultura do desmerecimento fica mais acentuada entre as malfeitorias petistas e psdbistas.

Quem se alinha ao Partido dos Trabalhadores defende a impunidade dos corruptos da agremiação sob a justificativa de que no período do PSDB também havia as mesmas práticas. O pressuposto deveria ser inverso, já que o Partido ocupou o lugar por rejeição da sociedade ao modelo anterior.