2019 já está batendo à porta e essa é a melhor época para fazer planos para o novo ano. Além de um novo emprego, um casamento, aquela viagem dos sonhos, muitos casais começam a se programar para aumentar a família. E como todo projeto novo é preciso planejamento e organização.
 
Uma das opções para a realização do sonho da maternidade e da paternidade pode ser através das técnicas de reprodução assistida, especialmente com o aparecimento das novas configurações familiares. Professor Titular do Departamento de Ginecologia da Faculdade de Medicina da UFMG e especialista no assunto da Clínica Origen, o médico Selmo Geber, explica que “a reprodução assistida tem ajudado casais heterossexuais, casais homoafetivos e, mulheres e homens sem parceiros que desejam se tornar pais e mães.”
 
O especialista explica que houve um aumento da procura de casais homoafetivos e pessoas solteiras pela reprodução assistida nos últimos tempos. O que demonstra, felizmente, a consolidação dessas relações familiares no país. O processo é tranquilo, mas requer o acompanhamento dos especialistas, tanto médicos quanto psicólogos.
 
Nestes casos, o primeiro passo é o casal procurar uma clínica de reprodução assistida para, junto com o médico especialista, definir o melhor método para se conseguir a gravidez. “No caso de um casal do sexo masculino, é preciso utilizar o tratamento de Fertilização in vitro  com útero de substituição que receberá um embrião formado pelo espermatozoide de um dos dois e por um óvulo doado anonimamente. Para um casal do sexo feminino, elas precisarão recorrer a um banco de sêmen para fazer o tratamento”, esclarece o médico.

Estresse, ansiedade, bruxismo, refluxo gástrico, desidratação, tabagismo, escovação e higienização inadequada e a ingestão continua e exagerada de alimentos cítricos ou muito ácidos, cafeína, doces e bebidas destiladas e fermentadas são alguns dos principais fatores que contribuem para o envelhecimento precoce dos dentes. Ainda que as pessoas procurem a vida toda se prevenir contra a cárie e doenças periodontais, elas esquecem que o desgaste dental e as lesões cervicais não cariosas – que configuram os casos de enfraquecimento antecipado dos dentes – também devem ser combatidas, pois, podem levar em situações mais graves, a perda da carga dental.

Antes encontrada somente em pessoas com mais de 70 anos, a doença não cariosa pode ser diagnosticada em 30% dos jovens entre 25 e 30 anos, sendo caraterizada pela perda anormal, gradual e irreversível da estrutura dental, sem estar relacionada a cárie ou ao acúmulo bacteriano.

O cirurgião dentista e especialista em endodontia e ortodontia, Carlos Cordeiro, explica que a lesão não cariosa possui relação direta com o atual estilo de vida da população e apresenta como principal sintoma a hipersensibilidade dos dentes. “O processo de envelhecimento precoce dos dentes está ocorrendo cada vez mais em pessoas de todas as idades, devido a hábitos diários da modernidade, que são considerados benéficos a saúde corporal, mas que podem ser prejudiciais a longo prazo para os dentes, como por exemplo, a ingestão de água com limão, chás, sucos desintoxicantes e bebidas isotônicas, e a prática de dietas como o jejum intermitente. Esse problema se desenvolve devido ao fato de que tais rotinas acabam alterando e tornando mais ácido, o PH bucal”, esclarece. 

Ao acometer todas as faces dos dentes, principalmente, em suas regiões cervicais, as lesões não cariosas se dão quando o esmalte do dente é perdido, fazendo com que a dentina fique exposta e isso consequentemente dá origem a dor. “Com o agravamento do caso, a gengiva se retrai de forma prematura, e a lesão pode se ampliar e virar uma cavidade, que ao se aprofundar causa a perda do dente”, ressalta.

 

lentes de contato dentais

A procura pelo sorriso perfeito e alinhado cresceu significativamente nos últimos anos

O procedimento que ganhou fama nos últimos anos e teve destaque junto com a Copa – devido ao uso dos jogadores – continua crescendo substancialmente no meio da odontologia estética. Trata-se das lentes de contato dental. O sucesso dos resultados tem atraído cada vez mais pessoas que desejam investir em um sorriso perfeito com a nova tecnologia das impressoras 3D, que permitem a criação dos moldes das lentes em porcelana ou cerâmica laminada.

Uma pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Odontologia e Estética (SBOE) apontou um crescimento de 300% na procura pelo procedimento de implante das lentes de contato dental entre 2014 e 2015. O cirurgião dentista, Carlos Cordeiro, explica o porquê da alta procura. “Atualmente a busca por um sorriso bonito vai muito além do interesse estético. As lentes de contato têm uma longevidade e qualidade maior em comparação com outros procedimentos”, afirma.

As lentes de contato dental têm atraído cada vez mais adeptos por sua forma simples e eficaz, tanto na solução de problemas odontológicos como recurso estético, permitindo o alinhamento dos dentes e a clara melhora estética. Elas podem durar de 10 a 20 anos, sendo necessárias apenas manutenções periódicas, de acordo com o aconselhamento do profissional odontologista, o que torna o tratamento bem-sucedido. Entretanto, para adquiri-las é necessário ter a saúde bucal em dia. Segundo o ditado popular “o sorriso é o cartão de visita de uma pessoa”, logo cuidar dos dentes é também cuidar da imagem que se deseja passar. Por ser uma excelente opção no alinhamento e aparência dos dentes, as lentes de contato propiciam uma nova imagem, além de ser um grande impulsionador à autoestima.

Carlos Cordeiro ainda esclarece para quais casos o uso das lentes de contato é indicado. “São recomendadas para quem apresenta algum pequeno desgaste no dente, desalinhamento, diastemas e dentes amarelados” pondera. Sendo assim, os benefícios de quem opta pelas lentes de contato dental vão desde a reestruturação bucal, até o melhoramento da imagem e bem-estar.

Serviço

Clínica Carlos Cordeiro - Odontologia Avançada

Endereço: Alameda Oscar Niemeyer, 1033 – Edifício Atlanta 1 – 5º andar – Salas 504, 508 a 512 – Vila da Serra, Nova Lima

Contato: (31) 3789-9386 / (31) 9 9305-5090

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124 milhões de crianças e adolescentes no mundo são obesos

 

Dados revelados por um estudo realizado pela Imperial College de Londres em parceria com a Organização Mundial de Saúde (OMS) revelaram que a obesidade infantil atinge atualmente dez vezes mais crianças e adolescentes do que na década de 1970. Isso significa que nos últimos quarenta anos o número de crianças e adolescentes obesos – entre 5 e 19 anos – aumentou dez vezes, correspondendo a 124 milhões de pessoas. A Organização também estima que em 2022 existirão mais crianças obesas do que abaixo do peso em todo o mundo.

A estatística de crianças obesas no Brasil também é muito elevada. Um em cada três brasileiros apresenta sobrepeso ainda na infância. O Ministério da Saúde estima que 33% das crianças brasileiras entre 5 a 9 anos, hoje já estejam acima do peso. O índice de meninos obesos alcança 16,6% e dentre as meninas a taxa chega a 11,8%, segundo informações contidas nas Pesquisas de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE 2008-2009. Já entre os jovens com idades de 18 a 24 anos, o percentual de obesos aumentou em 110% nos últimos dez anos no país. 

Os números são bastante preocupantes e apontam para uma grande possibilidade de que esses indivíduos se mantenham obesos ou com sobrepeso durante a vida adulta. O especialista em endoscopia digestiva e gastroenterologia, Henrique Eloy, explica que a obesidade na infância e adolescência é um assunto extremamente importante, pois, acomete pessoas que estão em um processo de formação de personalidade e desenvolvimento físico. “A obesidade nessa fase prejudica a saúde desses pacientes, não somente na área física, como a psíquica e a vida social. Com causas multifatoriais, a obesidade está sofrendo maior estímulo por parte de características socioculturais e comportamentais da sociedade atual, mas também pode ser causada por fatores genéticos e hereditários”, comenta.

 

 

No Brasil, o número de pessoas que não aplica protetor solar diariamente é de 72, 5%, o que corresponde a quase 3/4 da população, segundo pesquisa cientifica do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele. De acordo com a pesquisa, em 2016, o percentual era de 65%, em 2015 foi de 53% e em 2014 de 57%.  Mesmo com a comprovação de que o sol pode ser um dos principais implicadores no surgimento e desenvolvimento de manchas na pele, o costume de se proteger contra os raios solares ainda não atingiu níveis satisfatórios dentre os brasileiros.

Assim como o sol, outros fatores como o envelhecimento, alergias, predisposição genética, alterações hormonais, e hiperpigmentação após inflamações são alguns dos principais fatores que podem influenciar na piora ou no aparecimento de manchas na pele. Algumas manchas podem afetar somente a estética dos pacientes, outras podem ser sinais de doenças subjacentes. 

De acordo com a dermatologista Monalisy Rodrigues, os principais tipos de manchas na pele se dividem entre as cores marrom, preta, branca, roxa e vermelha.  As manchas marrons abrangem condições como a melanose ou mancha senil (possui ligação direta com o excesso da luz solar e aparece com maior frequência no dorso das mãos, colo e costas), fitofotodermatose (queimadura resultante da reação de um componente químico presente em frutas cítricas com o sol), e o melasma (com maior incidência durante a gravidez ou em mulheres que fazem uso de pílula anticoncepcional, este tipo de mancha pode estar relacionado a fatores genéticos, hormonais e ao sol).

A dermatologista explica que cada tipo de mancha de tom amarronzado possui processos terapêuticos específicos. “No caso da melanose, o paciente pode tratar suas manchas por meio da criocirurgia, cauterização química, peelings químicos, procedimentos de dermoabrasão ou optar pelo uso de luz pulsada. Já para o tratamento da fitofotodermatose, o paciente deve lavar a área, hidratar a pele e aplicar o protetor solar.  O melasma não tem cura, mas tem tratamento que pode ser feito por meio de cremes clareadores, pellings, laser, microagullhamento robótico e intradermoterapia. No geral, os pacientes que possuem qualquer uma destas manchas deve evitar a exposição excessiva ao sol, principalmente nos horários entre 10h e 16h, fazer uso do filtro solar diariamente e de cremes hidratantes, mas sempre sob a orientação de um dermatologista”, aconselha.

Dentre as manchas pretas podemos identificar o nevo, nevo melanocítico congênito e a queratose seborreica escura. Os nevos se traduzem em pequenas pintas ou manchas de formato arredondado e regular, que podem ser planas ou elevadas, aparecendo nas primeiras décadas de vida de quase todas as pessoas.  As queratoses ou ceratoses seborreicas são lesões de bordas irregulares, sobrelevadas e altas, com um aspecto verrucoso e superfície áspera, que pode se destacar ou descolar em decorrência de pequenos traumas.  Estes três primeiros tipos de manchas pretas não possuem caráter maligno, por isso, a retirada das mesmas depende dos anseios dos pacientes.

As manchas brancas abrangem a leucodermia solar ou sardas brancas, pitiríase versicolor ou pano branco (micose de praia) e o vitiligo.  A leucodermia solar ou gutata, são pequenas manchas esbranquiçadas na pele, com tamanho entre 1 a 10 mm, sendo causadas pela exposição excessiva aos raios ultravioleta. Já a pitiríase versicolor ou micose de praia é uma infecção de origem fúngica, que interfere na pigmentação normal da pele e acaba por gerar pequenas manchas espalhadas pelo corpo. Por último, o vitiligo é uma doença com uma possível origem genética, mas que ainda não tem suas causas definidas. A doença leva ao aparecimento de manchas brancas na pele, principalmente, em locais como os órgãos genitais, cotovelos, joelhos, rosto, pés e mãos.

Para o tratamento da leucodermia, Monalisy explica que além do uso do protetor solar, é possível fazer uso de lasers, crioterapia com nitrogênio líquido e dermoabrasão. Já para a recuperação de manchas causadas pelo pano branco, podem ser indicados cremes, loções ou xampus antifúngicos, mas em casos mais extremos, ainda podem ser receitados comprimidos para uso via oral. Já o vitiligo, mesmo não possuindo uma causa especifica, também possui tratamento que pode ser realizado por meio do uso da fototerapia por LED, aplicação de cremes e pomadas a base de corticoides e/ou imunomoduladores.

No grupo das manchas roxas se encontram os hematomas (causados por pequenos traumas, batidas ou topadas em objetos, que provocam o rompimento de vasos sanguíneos da pele) e a purpura senil, que são petéquias, equimoses, ou hematomas, que aparecem no dorso, punhos, antebraços ou das mãos, em decorrência do afinamento da pele, sendo comum em pessoas idosas. “O tratamento de hematomas no primeiro momento se baseia no resfriamento da área com a ajuda de compressas frias, em alguns casos podem ser indicados cremes à base de arnica, heparina ou polissulfato de mucopolissacarídeo. Em casos mais graves, o tratamento destas lesões pode ser feito com o uso de aparelhos de LED, lasers, luz intensa pulsada e alguns ultrassons estéticos. Quanto a purpura senil, o tratamento para essas manchas tem o objetivo de tornar a pele mais espessa, sendo mais indicado o uso de hidratantes a base de Vitamina C e K para amenizar o quadro”, orienta.

Ainda existem os nevos rubi ou pintas de sangue que se enquadram no grupo de manchas vermelhas.  De origem genética, essas pintas são um agrupamento de pequenos vasos sanguíneos dilatados na superfície da pele. Este tipo de mancha não é maligno, porém o paciente pode optar pela retirada por motivos estéticos.

Por fim, a dermatologista aconselha que todas as manchas sejam examinadas por um dermatologista regularmente para assegurar a saúde da pele ou o diagnóstico e tratamento precoce de alguma patologia.