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Atualmente no Brasil,  9,4% das meninas e 12,7% dos meninos estão obesos

O Brasil se prepara para receber cerca de 36 milhões alunos em suas escolas públicas e privadas em 2019, segundo o senso escolar do MEC, divulgado em 31 de janeiro deste ano. Nesse ambiente de aprendizado existe um risco eminente à saúde que acaba fugindo aos olhos dos professores e até mesmo dos pais: a alimentação dos alunos.

Especialistas alertam que bons hábitos alimentares em escolas são imprescindíveis para a educação alimentar e a saúde dos jovens. “Não adianta ter uma dieta balanceada em casa se a criança ou o adolescente chega na escola e acaba comendo alimentos calóricos. A fuga dessa rotina alimentar pode criar reservas de energia excessivas no organismo, acarretar o acúmulo de gordura e até mesmo causar obesidade”, alerta Dr. Henrique Eloy, médico clínico geral, especialista em cirurgia e endoscopia bariátrica e gastroenterologia.

Na maioria dos casos, as lanchonetes de escolas vendem alimentos embalados, processados, industrializados, refrigerantes e frituras. São exatamente esses os exemplos que devemos instruir as crianças a não consumirem. “Hoje no Brasil 9,4% das meninas e 12,7% dos meninos estão obesos. Boa parte dessa responsabilidade se refere a má alimentação nas escolas”, comenta Dr. Henrique.

Mas, o perigo não está apenas nos ambientes de ensino. Ele também pode vir de casa. “Muitas vezes, por causa da falta de tempo, os pais preferem o fast food nas lancheiras por ser mais prático, rápido e barato. Vejo também que para tentar satisfazer a vontade dos filhos, alguns pais acabam cedendo e colocando biscoitos recheados, sucos de caixinha, balas, doces e até mesmo sanduíches nas lancheiras, ao invés de frutas e alimentos naturais. Essas atitudes são abomináveis porque é um incentivo tremendo para o mau hábito alimentar”, alerta o médico.

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2019 já está batendo à porta e essa é a melhor época para fazer planos para o novo ano. Além de um novo emprego, um casamento, aquela viagem dos sonhos, muitos casais começam a se programar para aumentar a família. E como todo projeto novo é preciso planejamento e organização.
 
Uma das opções para a realização do sonho da maternidade e da paternidade pode ser através das técnicas de reprodução assistida, especialmente com o aparecimento das novas configurações familiares. Professor Titular do Departamento de Ginecologia da Faculdade de Medicina da UFMG e especialista no assunto da Clínica Origen, o médico Selmo Geber, explica que “a reprodução assistida tem ajudado casais heterossexuais, casais homoafetivos e, mulheres e homens sem parceiros que desejam se tornar pais e mães.”
 
O especialista explica que houve um aumento da procura de casais homoafetivos e pessoas solteiras pela reprodução assistida nos últimos tempos. O que demonstra, felizmente, a consolidação dessas relações familiares no país. O processo é tranquilo, mas requer o acompanhamento dos especialistas, tanto médicos quanto psicólogos.
 
Nestes casos, o primeiro passo é o casal procurar uma clínica de reprodução assistida para, junto com o médico especialista, definir o melhor método para se conseguir a gravidez. “No caso de um casal do sexo masculino, é preciso utilizar o tratamento de Fertilização in vitro  com útero de substituição que receberá um embrião formado pelo espermatozoide de um dos dois e por um óvulo doado anonimamente. Para um casal do sexo feminino, elas precisarão recorrer a um banco de sêmen para fazer o tratamento”, esclarece o médico.

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124 milhões de crianças e adolescentes no mundo são obesos

 

Dados revelados por um estudo realizado pela Imperial College de Londres em parceria com a Organização Mundial de Saúde (OMS) revelaram que a obesidade infantil atinge atualmente dez vezes mais crianças e adolescentes do que na década de 1970. Isso significa que nos últimos quarenta anos o número de crianças e adolescentes obesos – entre 5 e 19 anos – aumentou dez vezes, correspondendo a 124 milhões de pessoas. A Organização também estima que em 2022 existirão mais crianças obesas do que abaixo do peso em todo o mundo.

A estatística de crianças obesas no Brasil também é muito elevada. Um em cada três brasileiros apresenta sobrepeso ainda na infância. O Ministério da Saúde estima que 33% das crianças brasileiras entre 5 a 9 anos, hoje já estejam acima do peso. O índice de meninos obesos alcança 16,6% e dentre as meninas a taxa chega a 11,8%, segundo informações contidas nas Pesquisas de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE 2008-2009. Já entre os jovens com idades de 18 a 24 anos, o percentual de obesos aumentou em 110% nos últimos dez anos no país. 

Os números são bastante preocupantes e apontam para uma grande possibilidade de que esses indivíduos se mantenham obesos ou com sobrepeso durante a vida adulta. O especialista em endoscopia digestiva e gastroenterologia, Henrique Eloy, explica que a obesidade na infância e adolescência é um assunto extremamente importante, pois, acomete pessoas que estão em um processo de formação de personalidade e desenvolvimento físico. “A obesidade nessa fase prejudica a saúde desses pacientes, não somente na área física, como a psíquica e a vida social. Com causas multifatoriais, a obesidade está sofrendo maior estímulo por parte de características socioculturais e comportamentais da sociedade atual, mas também pode ser causada por fatores genéticos e hereditários”, comenta.

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Estresse, ansiedade, bruxismo, refluxo gástrico, desidratação, tabagismo, escovação e higienização inadequada e a ingestão continua e exagerada de alimentos cítricos ou muito ácidos, cafeína, doces e bebidas destiladas e fermentadas são alguns dos principais fatores que contribuem para o envelhecimento precoce dos dentes. Ainda que as pessoas procurem a vida toda se prevenir contra a cárie e doenças periodontais, elas esquecem que o desgaste dental e as lesões cervicais não cariosas – que configuram os casos de enfraquecimento antecipado dos dentes – também devem ser combatidas, pois, podem levar em situações mais graves, a perda da carga dental.

Antes encontrada somente em pessoas com mais de 70 anos, a doença não cariosa pode ser diagnosticada em 30% dos jovens entre 25 e 30 anos, sendo caraterizada pela perda anormal, gradual e irreversível da estrutura dental, sem estar relacionada a cárie ou ao acúmulo bacteriano.

O cirurgião dentista e especialista em endodontia e ortodontia, Carlos Cordeiro, explica que a lesão não cariosa possui relação direta com o atual estilo de vida da população e apresenta como principal sintoma a hipersensibilidade dos dentes. “O processo de envelhecimento precoce dos dentes está ocorrendo cada vez mais em pessoas de todas as idades, devido a hábitos diários da modernidade, que são considerados benéficos a saúde corporal, mas que podem ser prejudiciais a longo prazo para os dentes, como por exemplo, a ingestão de água com limão, chás, sucos desintoxicantes e bebidas isotônicas, e a prática de dietas como o jejum intermitente. Esse problema se desenvolve devido ao fato de que tais rotinas acabam alterando e tornando mais ácido, o PH bucal”, esclarece. 

Ao acometer todas as faces dos dentes, principalmente, em suas regiões cervicais, as lesões não cariosas se dão quando o esmalte do dente é perdido, fazendo com que a dentina fique exposta e isso consequentemente dá origem a dor. “Com o agravamento do caso, a gengiva se retrai de forma prematura, e a lesão pode se ampliar e virar uma cavidade, que ao se aprofundar causa a perda do dente”, ressalta.

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lentes de contato dentais

A procura pelo sorriso perfeito e alinhado cresceu significativamente nos últimos anos

O procedimento que ganhou fama nos últimos anos e teve destaque junto com a Copa – devido ao uso dos jogadores – continua crescendo substancialmente no meio da odontologia estética. Trata-se das lentes de contato dental. O sucesso dos resultados tem atraído cada vez mais pessoas que desejam investir em um sorriso perfeito com a nova tecnologia das impressoras 3D, que permitem a criação dos moldes das lentes em porcelana ou cerâmica laminada.

Uma pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Odontologia e Estética (SBOE) apontou um crescimento de 300% na procura pelo procedimento de implante das lentes de contato dental entre 2014 e 2015. O cirurgião dentista, Carlos Cordeiro, explica o porquê da alta procura. “Atualmente a busca por um sorriso bonito vai muito além do interesse estético. As lentes de contato têm uma longevidade e qualidade maior em comparação com outros procedimentos”, afirma.

As lentes de contato dental têm atraído cada vez mais adeptos por sua forma simples e eficaz, tanto na solução de problemas odontológicos como recurso estético, permitindo o alinhamento dos dentes e a clara melhora estética. Elas podem durar de 10 a 20 anos, sendo necessárias apenas manutenções periódicas, de acordo com o aconselhamento do profissional odontologista, o que torna o tratamento bem-sucedido. Entretanto, para adquiri-las é necessário ter a saúde bucal em dia. Segundo o ditado popular “o sorriso é o cartão de visita de uma pessoa”, logo cuidar dos dentes é também cuidar da imagem que se deseja passar. Por ser uma excelente opção no alinhamento e aparência dos dentes, as lentes de contato propiciam uma nova imagem, além de ser um grande impulsionador à autoestima.

Carlos Cordeiro ainda esclarece para quais casos o uso das lentes de contato é indicado. “São recomendadas para quem apresenta algum pequeno desgaste no dente, desalinhamento, diastemas e dentes amarelados” pondera. Sendo assim, os benefícios de quem opta pelas lentes de contato dental vão desde a reestruturação bucal, até o melhoramento da imagem e bem-estar.

Serviço

Clínica Carlos Cordeiro - Odontologia Avançada

Endereço: Alameda Oscar Niemeyer, 1033 – Edifício Atlanta 1 – 5º andar – Salas 504, 508 a 512 – Vila da Serra, Nova Lima

Contato: (31) 3789-9386 / (31) 9 9305-5090

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