LBV - Legião da Boa Vontade

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Paiva Netto

Façamos o Bem, porque o tempo continuará passando.

Como já lhes disse: Estamos corpo, mas somos Espírito. Isso nos leva a concluir que Protágoras (aprox. 490-415 a.C.), filósofo grego da escola sofista, não alcançou a amplitude universal da essência da criatura quando concluiu que “o homem é a medida de todas as coisas”.

Com o pensamento elevado ao nosso Divino Mestre, Jesus, caminhemos mais adiante e digamos que o Espírito Eterno, que habita o corpo humano, ele, sim, é a medida de todas as coisas, porquanto é Cidadão Celeste.

Mulheres e homens, jovens, crianças e Espíritos, Almas Benditas da Boa Vontade de Deus, o nosso esforço é levar ao povo as fórmulas divinas do Amor e da Verdade, da Humildade e da Esperança, da Justiça e da Paz, que emanam dos ensinamentos do Educador Sublime, Jesus. É o Pão Espiritual, que nos empenhamos em dividir com todos. (...)

O segredo é confiar em Jesus, o Grande Amigo que não abandona amigo no meio do caminho! Eis o início de todo o Bem. Conforme dizia o velho Goethe (1749-1832), “no princípio, a ação”. O valor se prova com o trabalho.

Logo, se plenamente nos guiarmos pelos Preceitos Espirituais, revelados pelos porta-vozes do Altíssimo, presentes nas mais variadas culturas, as lamentações de Jeremias sobre Jerusalém encontrarão seu término, e “haverá um só Rebanho para um só Pastor”, que é o Cristo (Evangelho de Jesus, segundo João, 10:16).

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Serviço — Tesouros da Alma (Paiva Netto), 304 páginas. À venda nas principais livrarias e bancas de jornal.

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Paiva Netto

Sempre tenho chamado a atenção das pessoas para que tomem cuidado com o trânsito nas estradas e nas metrópoles.

Há muitos anos, num editorial do conceituado jornal brasileiro Folha de S.Paulo, encontrei este pensamento de Goethe (1749-1832), famoso vate e escritor alemão: “A morte é, de certa forma, uma impossibilidade que, de repente, se torna realidade”. Realmente, a maioria dos seres humanos não pensa que um dia terá de “passar desta para melhor ou para pior”, de acordo com o seu comportamento na Terra.

O grande equívoco da humanidade é viver como se depois da morte nada houvesse. Certamente, conforme nos revelam os Mentores Espirituais, um dos maiores dramas na Pátria da Verdade é a chegada de multidões livres das algemas da carne, mas completamente ignorantes do que seja o Mundo Invisível.

Mas voltemos ao editorial da Folha de S. Paulo sobre violência no trânsito, cujo conteúdo, infelizmente, ainda é atualíssimo: “(...) a frase do grande poeta alemão reflete com admirável precisão a maneira como muitos encaram a morte. E não resta dúvida de que essa visão é especialmente comum entre os jovens, cuja inexperiência aliada a um arrebatamento natural como que lhes confere um sentimento de onipotência e imortalidade. E esse sentimento, por ser extremamente enganoso, tem muitas vezes consequências terríveis. As mais notáveis e perversas se fazem ver no alto índice de envolvimento de jovens em acidentes de trânsito no mundo inteiro. Desastres do tráfego já são a principal causa de morte nessa faixa etária, fazendo mais vítimas do que a aids ou outras doenças incuráveis”.

Não adianta apenas dispor leis para os seres humanos. É preciso prepará-los para a Lei. O código de trânsito já existe. Todos sabem que têm de utilizar o cinto de segurança, diminuir a velocidade e respeitar sinais e faixas. No entanto, por que muitos não cumprem essas normas? Talvez porque não valorizem a própria existência.

A campanha Vá sem pressa, faça uma prece!, promovida pela Legião da Boa Vontade (LBV), visa à conscientização de motoristas e pedestres, para que venham a acatar as leis de trânsito por Amor à sua vida e à dos semelhantes.

Fica aqui, portanto, a nossa contribuição para o fim da violência no trânsito, de forma que a velocidade irresponsável ainda existente nas ruas se sublime em atos cada vez mais velozes de respeito a todos e de socorro às pessoas em situação de pobreza. Eis o nosso lema: Promover Desenvolvimento Social, Solidário e Sustentável, Educação e Cultura, Arte e Esporte, com Espiritualidade Ecumênica, para que haja Consciência Socioambiental, Alimentação, Segurança, Saúde e Trabalho para todos, no despertar do Cidadão Planetário.

Vá sem pressa, faça uma prece!

LBV — trânsito livre para a Vida

Educação e trânsito

Lamentavelmente, poucos refletem no fato de que, no Brasil, o trânsito tem feito um número maior de vítimas do que muitas guerras. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), em média 130 pessoas morrem por dia nesses acidentes no Brasil. Boa parte desses casos não ocorreria se motoristas e pedestres fossem mais prudentes e observassem dicas simples ao conduzir um veículo ou ao atravessar uma rua. Atitudes iguais a essas evitariam o sofrimento de milhares de famílias e o prejuízo que, todos os anos, é superior a R$ 56 bilhões, segundo estimativas do Denatran, em consequência dos acidentes de trânsito nas rodovias e vias urbanas.

Por isso, é fundamental:

— não dirigir cansado, sob a influência de emoções ou sob efeito de bebidas alcoólicas e/ou de qualquer substância entorpecente;

— não trafegar acima dos limites de velocidade;

— usar obrigatoriamente o cinto de segurança;

— conhecer bem o veículo que se dirige e mantê-lo em boas condições de funcionamento;

— desenvolver uma direção defensiva, prevenindo, dessa maneira, acidentes; e

— levar as crianças até 10 anos de idade no banco traseiro do carro.

A conscientização é o primeiro passo para o fim da “guerra” nas estradas e ruas brasileiras. Para isso, é muito importante, acima de tudo, que a Boa Vontade esteja presente entre motoristas e pedestres.

Vivamos, todos nós, em paz no trânsito!

A Prece do Motorista*

Extraída da revista BOA VONTADE no 26, de agosto de 1958, a oração ficou famosa na interpretação de Alziro Zarur (1914-1979), saudoso fundador da LBV e Proclamador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, em seus programas radiofônicos.

“Jesus,

“quero que sejas

“a Luz dos meus olhos,

“para que eu veja sempre o caminho certo!

“O Guia dos meus braços,

“para que eu me dirija sempre para o Bem!

“A Força da minha vida,

“para que eu resista na luta diária pelo pão!

“O meu Amigo constante,

“para que eu sirva a todos com Boa Vontade!

“O Amor do meu coração,

“para que eu ame a todos como a mim mesmo!

“Que a Paz de Deus ilumine os nossos caminhos.

“E viva Jesus!”

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Diante da imensidão dos Universos de Deus, os ideais de vaidade e de domínio humanos não possuem futuro.

Paiva Netto

Ao serem atravessadas as águas do “rio da morte”, desfazem-se as quimeras de uma Ciência quando sem entranhas, bem como os terrores de crenças quando carregadas de preconceitos e intolerâncias, além de todo espírito de concorrência desalmada e do conceito bélico, que separam as pátrias. Isso até que o Sol da Caridade, que é Jesus, espante as trevas da ignorância insolente e, abrindo a visão espiritual dos seres humanos, faça-os inferir que apenas o exercício das Divinas Leis da Fraternidade Ecumênica e da Solidariedade Social trará Paz à Terra. Nesse tempo, o ensino sublime do Evangelho-Apocalipse do Mestre Amado terá finalmente acalmado os corações, que encontrarão no Regaço de Deus o descanso para os seus Espíritos desorientados. É a época tão almejada por todos os missionários do Bem, momento em que a humanidade terá entendido que de nada adianta ilustrar a mente, se o coração for esquecido e que é delírio completo desejar o progresso da sociedade, se os princípios da confiança e do respeito forem avis rara nas relações interpessoais.

Admoesta o Professor Celeste: “De que adianta ao homem conquistar o mundo inteiro e perder a sua Alma?”

(Boa Nova de Jesus, consoante Marcos, 8:36).

Fundamental e sábia reflexão do Rabi da Galileia, uma vez que não ansiamos percorrer caminhos equivocados, que inevitavelmente resultarão em retrocesso, em virtude de nossa indiferença ao conhecimento do Espírito — que não está jungido à religião ou à irreligião de quem quer que seja. Daí ser o lema da Legião da Boa Vontade (LBV), há tanto proclamado, promover Desenvolvimento Social, Solidário e Sustentável, Educação e Cultura, Arte e Esporte, com Espiritualidade Ecumênica, para que haja Consciência Socioambiental, Alimentação, Segurança, Saúde e Trabalho para todos, no despertar do Cidadão Planetário.

E aqui reforço a expressão Espiritualidade Ecumênica, porquanto esta é o berço dos mais generosos valores que nascem da Alma, a morada das emoções e do raciocínio iluminado pela intuição, a ambiência que abrange tudo o que transcende ao campo comum da matéria e provém da sensibilidade humana sublimada, a exemplo da Verdade, da Justiça, da Misericórdia, da Ética, da Honestidade, da Generosidade, do Amor Fraterno.

Ora, que as mais elevadas aspirações, que carregamos em nosso íntimo esclarecido, possam expandir os horizontes do pensamento e consigam com espírito de iniciativa e com criatividade enfrentar os graves desafios mundiais de nosso tempo, traduzindo-se em resultados efetivos que beneficiem toda a humanidade, que, unida, insiste em sobreviver às mais borrascosas situações.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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Paiva Netto

O Esperanto, criado por Lázaro Luís Zamenhof (1859-1917), é uma das vertentes culturais da Legião da Boa Vontade de importante relevância. Por intermédio dele, o idioma deixa de ser um obstáculo na exposição de nossos conceitos e práticas de solidariedade, que tem, no Ecumenismo dos Corações, decisivo fator de congraçamento planetário.

Em 2012, para gáudio de todos nós, Adrienne Földi, a senhora Pásztor, de Miskolc, Hungria, fez uma expressiva resenha de meu livro Reflexões da Alma, em Esperanto, para a revista Nordhungaria Informo (Informativo do Norte da Hungria) nas versões em Esperanto e Húngaro. Além de redatora responsável do periódico, ela é delegada da Associação Universal de Esperanto (UEA) e membro da Associação Mundial dos Jornalistas Esperantistas (TEĴA).

Fiquei honrado em receber da senhora Pásztor uma correspondência encaminhando sua obra Danco de Feinoj (Dança de Fadas). Gostaria de lhes apresentar alguns trechos dessa missiva.

Simpatizante e divulgadora dos ideais da LBV desde 2008, escreveu-me:

“Saudações, prezadíssimo senhor Paiva Netto!

“Quando tive a felicidade de ler o seu livro Meditadoj el la Animo (Reflexões da Alma), lamentei não ter um livro de minha autoria para presenteá-lo em retribuição à sua bela obra. Foi publicado o meu primeiro livro em Esperanto, após as minhas duas obras editadas em húngaro. Por meio desse livro, eu o saúdo. Meu livro tem como objetivo estimular os esperantistas para que eles também escrevam corajosamente sobre os mais diversos temas da vida, para demonstrar que o Esperanto é adequado a esse fim.

“De coração o saúda a autora de Danco de Feinoj (Dança de Fadas)”.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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O mundo físico não mais evoluirá sem o auxílio flagrante do Mundo Espiritual. Eis o grande ensinamento que as nações aprenderão no transcurso do terceiro milênio.

Paiva Netto

O sentido lato de cidadania

O amadurecimento crescente de um povo, que está descobrindo os seus direitos de cidadão, ainda que tardiamente, porquanto mais de dois séculos após a Revolução Francesa, o fará finalmente concluir que nenhum país pode, na verdade, desenvolver seus talentos se continuar subsistindo como uma vasta senzala de senhores e escravos, ou fechar-se feito uma ostra xenófoba ou abrir-se de forma temerária, a ponto de perder sua identidade, sua soberania.

A compreensão das massas ir-se-á maturando até que entendam o valor da cidadania, no sentido lato, pois não é suficiente considerar o cidadão apenas no seu contexto físico, mas também no espiritual, pois qualquer componente dos grupos humanos é, em resumo, constituído por corpo e Alma. Afinal, somos na origem Espírito. Eis o significado completo de cidadania, que não pode admitir tão só o analfabetismo das letras humanas, como igualmente a ignorância dos assuntos espirituais. O desconhecimento desta realidade sobre a qual acabamos de discorrer favorece a incrementação das ações causadoras da fome, do desemprego, do sectarismo, do frio ideal individualista, isto é, ególatra, a promoção do escárnio com os que sofrem na sociedade, porque riqueza e pobreza situam-se dentro do ser humano. Exteriorizá-las, ou não, depende da mentalidade e de fatores culturais (no futuro, marcadamente espirituais), que precisam ser exercitados. Essa é uma situação que não afeta unicamente o Brasil, é mundial: durante gerações foi-se oferecendo à grande parte das crianças e dos jovens pouco mais que lixo.

Depois, há quem se surpreenda com o resultado obtido por tão funesta sementeira, a cultura do crime, que se compraz no conflito entre povos, ou mesmo no seio das famílias, verdadeiras guerras civis não declaradas, da qual a mocidade é a principal vítima (Apocalipse, 8:7), a causar outras tantas em todas as classes. Primeira Trombeta — O primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo de mistura com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte da terra, e das árvores, e também toda a grama verde (a infância e a mocidade).”

Não basta levantar o vidro do carro. É suicídio desviar a atenção dos fatos. Nunca foi eficiente esconder a cabeça na areia, como o avestruz.

Estamos corpo, mas somos Espírito

Urge, com presteza, mudar a mentalidade que entroniza o delito como exemplo, a exploração como meta, a apatia diante do erro como “boa” acomodação da existência, para que alcancemos uma ordem social justa, produto da ação decisiva de comunidades eficazes, fraternalmente combativas, e de um governo, seja qual for, que tenha decididamente como objetivo fazer progredir a população de seu país, antes que grande parte dela se fine, ou seja, quase isso, pela subnutrição física ou mental, pela desesperança que lhe aponta, muitas vezes como solução, à violência. Entretanto, sob qualquer pretexto, jamais devemos abrir mão do auxílio magnânimo dos amigos do etéreo supremo, daí a Revolução Mundial dos Espíritos de Luz, os quais apropriadamente chamamos de anjos guardiães. Aliás, na verdade, concreto é o espírito, não querendo afirmar que o corpo, sua vestimenta, deva ser criminosamente desprezado. Ensinam os mais velhos que “saco vazio não se põe de pé”. Tenhamos, pois, o equilíbrio como objetivo. Contudo, a Alma não pode ser, de maneira alguma, menosprezada, porquanto, para argumentar, podemos dizer — estamos corpo, mas somos Espírito. A nação que compreender e administrar essa verdade empolgará e governará o mundo. A própria ciência o proclamará. Depois de Einstein (1879-1955), onde se escondeu a matéria?

O outro lado da moeda

O outro lado da moeda não é nada apreciável: o clamor do desespero acumulado durante séculos, pronto a explodir. Não é sem propósito esta meditação de Bonaparte (1769-1821): “Cada hora perdida na juventude é uma possibilidade de infortúnio na idade adulta”.

Ora, isso também se aplica às nações que nascem, crescem, tornam-se maduras, quando colherão o que houver plantado nas fases anteriores, se não souberem, mais que honrá-lo, sublimar seu patrimônio espiritual, humano e social. Eis o desafio a ser vencido no campo da educação: o de aliar à instrução a espiritualidade. Tenho plena certeza de que o Evangelho e o Apocalipse, longe de abomináveis fanatismos, proporcionam uma estrutura espiritual, psíquica e ética para que ocorra essa transmudação, cuja hora é chegada, mais que isso, urgentíssima.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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