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Após recorde histórico, número de doação de órgãos segue em alta em Minas Gerais

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Categoria: ARTIGOS
Publicado: 24 de setembro de 2025
Acessos: 304

O estado realizou 2,4 mil transplantes em 2024, contribuindo para recorde nacional do SUS; médico destaca importância da conversa familiar para aumentar ainda mais as doações

No mês em que se comemora o Dia Nacional da Doação de Órgãos, Minas Gerais celebra números expressivos, que refletem o crescimento sustentado dos transplantes. Em 2024, o estado contribuiu de forma significativa para o recorde histórico nacional, quando o Brasil superou a marca de 30 mil transplantes realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) — um aumento de 18% em relação a 2022. Somente no ano passado, foram feitos 2,4 mil procedimentos em território mineiro, tornando-o o segundo estado do país em captação e realização de transplantes, atrás apenas de São Paulo. 

Para 2025, a expectativa é ainda maior: o MG Transplantes, coordenado pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), projeta novo recorde, com a previsão de alcançar mais de 2 mil procedimentos, impulsionados pelo fortalecimento na capacitação das equipes hospitalares e melhorias na logística.  

A importância do diálogo familiar

Para o Dr. Guilherme Beller, médico da área de cirurgia geral e gastroenterologia do AmorSaúde, rede de clínicas parceiras do Cartão de TODOS, o principal desafio para aumentar as doações ainda reside na comunicação familiar. "Conversar sobre o desejo de ser doador com a família é essencial. Na prática, são os familiares que autorizam a doação, e quando eles sabem exatamente a vontade do ente querido, a decisão é tomada de forma mais tranquila e sem dúvidas", explica o especialista. 

O médico ressalta que muitos receios ainda afastam as pessoas da decisão de doar. "Alguns acreditam que a doação pode prejudicar o corpo, atrasar o funeral ou interferir nos cuidados médicos, o que não é verdade. É importante reforçar que de forma alguma os órgãos são comercializados. Todo o processo de captação e transplante é feito com seriedade, ética e transparência, seguindo regras rigorosas do Sistema Nacional de Transplantes.", esclarece.

Transformação por meio da solidariedade

Dr. Beller enfatiza, ainda, o impacto transformador da doação de órgãos. "A doação é um verdadeiro ato de solidariedade que salva vidas, devolve a esperança e permite que pessoas que sofrem com doenças graves possam ter uma nova chance de viver. Para o paciente, é a chance de recomeçar: voltar a viver com saúde, retomar sonhos, estar presente nos momentos importantes", destaca.

Para as famílias doadoras, ele explica que o processo também é positivo: "Muitas famílias relatam um sentimento de conforto e orgulho ao saber que o ente querido salvou vidas. É um legado que permanece vivo."

Desafios e perspectivas

Dados do Ministério da Saúde mostram que os principais transplantes realizados em Minas Gerais em 2024 foram de córnea (998), rim (777), medula óssea (385) e fígado (193). Atualmente, cerca de 8,5 mil pacientes aguardam por transplante no estado, sendo 4,4 mil para córnea, 3,9 mil para rim e 98 para fígado.

Apesar dos números positivos, dados nacionais mostram que ainda há espaço para crescimento. Em 2024, 55% das 4,9 mil famílias entrevistadas autorizaram a doação de órgãos de seus entes no Brasil. Cerca de 45% das famílias ainda recusam a doação, número considerado elevado, mas que o novo Programa Nacional de Qualidade em Doação para Transplantes (PRODOT) pretende reduzir por meio da capacitação de equipes para melhor acolher os familiares.

Uma conversa necessária

"Não deixe essa conversa para depois. Declare sua vontade, informe sua família e ajude a desmistificar o tema. Ser doador é um gesto de amor e solidariedade que pode transformar vidas de maneira concreta", aconselha Dr. Beller. "Para a medicina, é uma ferramenta essencial: cada doador representa múltiplas oportunidades de tratamento e estudo, contribuindo para avanços na saúde. Para a sociedade, é um gesto que fortalece a empatia e a consciência coletiva de cuidado com o próximo”, destaca. 

 

Sobre o Cartão de TODOS

O Cartão de TODOS é referência no mercado de cartões de descontos. Criado em 2001 por Altair Vilar, em Ipatinga (MG), a empresa oferece a intermediação de descontos entre os usuários do cartão e as empresas parceiras. A adesão ao Cartão de TODOS dá direito a descontos nas mais de 500 clínicas médico-odontológicas parceiras, permitindo o acesso da população à saúde primária de qualidade, além de oferecer descontos em atividades que englobam serviços voltados à educação e ao lazer e, ainda, a itens essenciais. A empresa atende, hoje, o equivalente a mais de 20 milhões de pessoas, e possui uma rede com mais de 12.000 estabelecimentos parceiros em todo o Brasil.

 

Sobre o AmorSaúde

O AmorSaúde é a maior rede de clínicas médico-odontológicas do Brasil, com mais de 500 unidades ativas em todo o território nacional. Fundada com a missão de oferecer saúde de qualidade a preços acessíveis, a rede realiza mais de 18 milhões de consultas por ano, mais de um milhão de procedimentos odontológicos e mais de 35 milhões de exames, em parceria com os maiores laboratórios do país. Com estrutura moderna, multicanalidade e foco em atendimento humanizado, a rede oferece consultas presenciais, telemedicina, exames laboratoriais e de imagem, odontologia e encaminhamento para cirurgias eletivas. 

Educação Sustentável: Formando Cidadãos Conscientes para um Futuro Melhor

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Categoria: ARTIGOS
Publicado: 20 de setembro de 2025
Acessos: 277

A educação sustentável é uma ferramenta essencial para transformar a sociedade, promovendo conhecimento, valores e atitudes que respeitem o meio ambiente, incentivem o consumo consciente e fortaleçam a cidadania. Em um mundo marcado por mudanças climáticas, degradação ambiental e desigualdades sociais, formar cidadãos conscientes é um passo crucial para garantir um futuro mais equilibrado e sustentável. A educação sustentável vai além do ensino teórico: envolve prática, engajamento, reflexão crítica e responsabilidade coletiva.

Um dos pilares da educação sustentável é o aprendizado integrado à vida cotidiana e à realidade ambiental. Escolas, universidades e instituições educacionais devem incluir conteúdos sobre preservação ambiental, economia circular, uso consciente de recursos, biodiversidade e impactos das atividades humanas. Projetos práticos, como hortas escolares, reciclagem de materiais, laboratórios de ciência e clubes de sustentabilidade, permitem que os estudantes vivenciem conceitos e compreendam sua importância de forma concreta e transformadora.

Outro aspecto essencial é a formação de valores éticos e cidadania ambiental. A educação sustentável incentiva o respeito à natureza, a empatia, a cooperação e a responsabilidade social. Estudantes aprendem que pequenas ações diárias, como reduzir o consumo de água e energia, separar resíduos, economizar papel e optar por transporte sustentável, têm impactos diretos no meio ambiente e na sociedade. Esses valores ajudam a criar cidadãos críticos, conscientes e comprometidos com o bem coletivo.

A participação ativa da comunidade e das famílias também é estratégica. Educação sustentável não se limita à escola: envolve pais, vizinhos, organizações comunitárias e empresas. Projetos integrados promovem práticas conscientes em casa, na vizinhança e na cidade, fortalecendo a cultura da sustentabilidade e tornando o aprendizado contínuo e efetivo. A colaboração entre escolas, governos e sociedade é essencial para ampliar o alcance e o impacto das ações educativas.

Além disso, a incorporação de tecnologias e metodologias inovadoras potencializa a educação sustentável. Plataformas digitais, aplicativos educativos, realidade aumentada, games ambientais e laboratórios virtuais permitem que alunos explorem conceitos, simulem impactos e desenvolvam soluções criativas para problemas ambientais reais. A tecnologia amplia oportunidades de aprendizado, engaja estudantes e prepara profissionais para lidar com desafios ambientais complexos no futuro.

A capacitação de professores e gestores educacionais é igualmente fundamental. Educadores bem preparados conseguem integrar sustentabilidade em diferentes disciplinas, estimular pensamento crítico, conduzir projetos práticos e envolver toda a comunidade escolar. Políticas públicas de formação continuada e incentivos para iniciativas inovadoras garantem que a educação sustentável seja efetiva, inclusiva e duradoura.

Investir em educação sustentável traz benefícios abrangentes: cidadãos conscientes e engajados, redução de impactos ambientais, fortalecimento da ética e da responsabilidade social, preparação para empregos verdes e inovação tecnológica. Ao formar estudantes críticos e responsáveis, a sociedade cria uma geração capaz de pensar de forma holística, agir de maneira sustentável e promover mudanças significativas em todos os setores da vida urbana e rural.    Intec Brasil

Em resumo, a educação sustentável é uma estratégia indispensável para a construção de um futuro equilibrado e consciente. Aprendizado prático, valores éticos, participação comunitária, tecnologia e capacitação de educadores transformam o ensino em um instrumento de mudança social e ambiental. Garantir educação sustentável é formar cidadãos capazes de proteger o meio ambiente, promover equidade social e construir um futuro mais próspero e sustentável para todos.

 


 


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Fonte: Izabelly Mendes.

Acessibilidade Digital: Como Tornar Sites e Aplicativos Inclusivos

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Categoria: ARTIGOS
Publicado: 18 de setembro de 2025
Acessos: 346

A acessibilidade digital é uma dimensão essencial da inclusão social e da cidadania no século XXI, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas habilidades físicas, sensoriais ou cognitivas, possam acessar informações, serviços e conteúdos de forma plena e eficiente. Em um mundo cada vez mais conectado, a internet e os dispositivos digitais tornaram-se ferramentas indispensáveis para educação, trabalho, comunicação e lazer, tornando a inclusão digital uma prioridade social.

Um dos pilares da acessibilidade digital é o design inclusivo e compatível com tecnologias assistivas. Sites, aplicativos, plataformas de ensino, serviços governamentais e e-commerces devem ser projetados para funcionar com leitores de tela, teclados adaptados, softwares de ampliação de texto, síntese de voz e navegação simplificada. Além disso, elementos como cores contrastantes, fontes legíveis e menos estruturados tornam a experiência digital mais clara e intuitiva para todos os usuários.

Outro aspecto crucial é a disponibilização de conteúdos acessíveis. Textos simplificados, legendas em vídeos, audiodescrição, tradução em Libras, imagens descritivas e infográficos exclusivos permitem que pessoas com deficiência visual, auditiva ou cognitiva compreendam, interajam e utilizem informações sem limitações. A diversidade de formatos de conteúdo garante equidade no acesso ao conhecimento e à comunicação digital.

A capacidade técnica e a capacitação de profissionais são igualmente estratégicas. Desenvolvedores, designers, gestores de conteúdo e equipes de marketing digital precisam conhecer as normas de acessibilidade, como as diretrizes WCAG (Web Content Accessibility Guidelines), para criar experiências digitais inclusivas. Treinamentos contínuos aumentam a qualidade do design, evitam barreiras de acesso e fortalecem a cultura da inclusão digital nas organizações.

Além disso, a legislação e políticas públicas de inclusão digital desempenham papel fundamental. Normas nacionais e internacionais, como a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), orientam a adaptação de serviços digitais, incentivam empresas e órgãos públicos a investir em acessibilidade e garantem o direito ao acesso à informação para todos. O cumprimento dessas regras promove equidade e segurança jurídica.

A conscientização da sociedade e das empresas complementa o processo. Usuários, gestores e consumidores precisam valorizar a inclusão digital, exigir padrões de acessibilidade e adotar práticas responsáveis ao criar ou consumir conteúdos. A cultura de respeito à diversidade digital fortalece uma sociedade mais justa, colaborativa e participativa.

Investir em acessibilidade digital traz benefícios múltiplos e duradouros: ampliação do público-alvo, inclusão educacional e profissional, fortalecimento da cidadania, inovação tecnológica, melhoria da experiência do usuário e promoção da igualdade social. Ambientes digitais acessíveis garantem que todos possam participar, aprender, trabalhar e se conectar com autonomia e dignidade.     Intec Brasil

Em resumo, a acessibilidade digital é uma ferramenta indispensável para garantir inclusão, equidade e participação plena na era da informação. Design inclusivo, conteúdos acessíveis, capacitação profissional, legislação e conscientização social tornam sites e aplicativos verdadeiramente democráticos. Garantir acessibilidade digital é promover direitos, cidadania, igualdade de oportunidades e uma sociedade conectada, justa e inclusiva para todos.


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Fonte: Izabelly Mendes.

Acessibilidade em Transportes Escolares: Garantindo Segurança e Inclusão

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Categoria: ARTIGOS
Publicado: 17 de setembro de 2025
Acessos: 272

O transporte escolar é um elemento essencial para garantir acesso à educação e segurança de crianças e jovens, incluindo aqueles com deficiência ou mobilidade reduzida. A acessibilidade nos transportes escolares vai além do cumprimento de normas legais; trata-se de assegurar igualdade de oportunidades, conforto e autonomia para todos os estudantes.

Um dos principais aspectos é a adaptação física dos veículos. Ônibus escolares devem contar com rampas ou elevadores para cadeirantes, assentos reservados, cintos de segurança adequados, espaço interno suficiente e dispositivos de fixação de cadeiras de rodas. Essas medidas garantem que alunos com mobilidade reduzida possam embarcar, se deslocar e desembarcar de forma segura.

Além disso, a formação de motoristas e monitores é essencial. Profissionais capacitados para lidar com estudantes com diferentes necessidades garantem assistência adequada, comportamento seguro e prevenção de acidentes. Os treinamentos incluem técnicas de embarque e desembarque, comunicação inclusiva e protocolos de segurança específicos.

O planejamento de rotas e horários também contribui para a acessibilidade. É importante garantir que todos os alunos possam chegar às escolas e retornar para casa com segurança, considerando necessidades especiais de deslocamento, tempo adequado para embarque e desembarque e pontos de parada adaptados.

A sinalização e a comunicação são elementos fundamentais. Placas visuais, alertas sonoros e sinalização interna no ônibus ajudam estudantes com deficiência visual ou auditiva a se orientar durante o trajeto. Sistemas de monitoramento, como câmeras e aplicativos de localização, também aumentam a segurança e o controle do transporte escolar.

A legislação brasileira, especialmente a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e normas de trânsito, exige que veículos de transporte escolar sejam adaptados e que as escolas garantam condições adequadas de deslocamento. Cumprir essas normas protege os alunos e fortalece a confiança das famílias no sistema educacional.  Obras online

Investir em acessibilidade nos transportes escolares vai além de obrigações legais. Reduz desigualdades, promove inclusão social e garante que todos os estudantes tenham acesso pleno à educação. Além disso, contribui para autonomia, autoestima e segurança, fortalecendo o vínculo com a escola e a participação ativa no aprendizado.

Em resumo, a acessibilidade em transportes escolares é uma estratégia de inclusão, segurança e cidadania. Veículos adaptados, profissionais capacitados, planejamento eficiente e comunicação clara garantem que todos os alunos possam chegar às escolas e retornar para casa com dignidade e segurança. Uma educação verdadeiramente inclusiva começa com transporte acessível para todos.


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Fonte: Izabelly Mendes.

Tecnologias Verdes: Inovações que Ajudam o Meio Ambiente

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Categoria: ARTIGOS
Publicado: 13 de setembro de 2025
Acessos: 314

A tecnologia tem transformado praticamente todos os aspectos da vida moderna, e agora também desempenha um papel fundamental na preservação do meio ambiente. As chamadas tecnologias verdes são soluções inovadoras que ajudam a reduzir impactos ambientais, otimizar recursos naturais e promover um desenvolvimento sustentável. Elas abrangem energia, transporte, produção industrial, agricultura e até gestão de resíduos.

No setor energético, a inovação é visível com o avanço da energia solar, eólica e hidrelétrica de baixo impacto. Painéis solares mais eficientes, turbinas eólicas inteligentes e sistemas de armazenamento de energia permitem aproveitar melhor os recursos naturais, garantindo eletricidade limpa e confiável. Além disso, tecnologias de monitoramento da rede elétrica ajudam a reduzir desperdícios e otimizar a distribuição de energia.

No transporte, veículos elétricos e híbridos, bicicletas e patinetes compartilhados e sistemas de transporte público inteligentes contribuem para reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Softwares de gestão de tráfego e aplicativos de mobilidade sustentável permitem que cidades diminuam congestionamentos e poluição, promovendo deslocamentos mais eficientes e menos agressivos ao meio ambiente.

A agricultura sustentável também tem se beneficiado de tecnologias verdes. Sensores inteligentes, drones, sistemas de irrigação automatizados e softwares de monitoramento do solo e clima ajudam agricultores a produzir mais com menos recursos, reduzindo o uso de água, fertilizantes e pesticidas. Técnicas como agricultura de precisão e cultivo regenerativo combinam inovação e preservação ambiental.

No campo da indústria e produção, materiais recicláveis e biodegradáveis, impressoras 3D que economizam matéria-prima e processos de manufatura mais eficientes diminuem impactos ambientais. Plataformas digitais permitem monitorar emissões, desperdícios e consumo de energia, promovendo práticas mais conscientes e transparentes.

As tecnologias verdes também estão presentes na gestão de resíduos. Softwares e aplicativos que incentivam a coleta seletiva, reciclagem, reaproveitamento de materiais e compostagem tornam o ciclo de descarte mais eficiente. Alguns projetos até utilizam inteligência artificial para separar resíduos ou transformar lixo em novos produtos, fechando o ciclo da economia circular.

Outro avanço importante é a monitoria ambiental por satélites, sensores remotos e drones. Esses recursos permitem acompanhar desmatamentos, poluição hídrica e qualidade do ar em tempo real, oferecendo dados precisos para ações preventivas e políticas públicas mais eficazes.

Embora existam desafios, como custos iniciais e necessidade de políticas públicas de incentivo, às tecnologias verdes mostram que inovação e sustentabilidade podem caminhar juntas. Investir em soluções limpas não é apenas uma questão ambiental, mas também econômica, social e estratégica.      Obras online

Em resumo, tecnologias verdes não são apenas ferramentas; são aliados essenciais para enfrentar os desafios ambientais do século XXI. Elas permitem produzir, consumir e viver de forma mais consciente, equilibrando desenvolvimento humano e preservação do planeta. Com criatividade, investimento e responsabilidade, a inovação tecnológica se torna um motor para um futuro mais sustentável e saudável para todos.

 


 


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Fonte: Izabelly Mendes.

Bilhetes, áudios e cartas: o poder da palavra no amor

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Categoria: ARTIGOS
Publicado: 05 de setembro de 2025
Acessos: 295

Vivemos na era da comunicação instantânea. Mensagens de texto, redes sociais e aplicativos transformaram a forma como nos conectamos. Apesar dessa facilidade e velocidade, algo muito especial permanece intacto: o poder da palavra expressa com cuidado, seja escrita, falada ou gravada. Bilhetes, áudios e cartas carregam uma intimidade e uma delicadeza que tocam profundamente o coração, fortalecendo os laços do amor de maneiras que as palavras rápidas e efêmeras raramente conseguem.

O charme e a simplicidade dos bilhetes

Bilhetes são pequenos tesouros afetivos que trazem uma surpresa doce ao cotidiano. Imagine chegar em casa depois de um dia cansativo e encontrar um papelzinho carinhoso com um “bom dia, amor” ou “pensei em você”. Esse gesto simples demonstra atenção e faz o parceiro se sentir visto e amado. Além disso, bilhetes podem ser guardados para serem relidos nos momentos em que a saudade ou a distância apertam o coração.

O ato de escrever à mão também adiciona um toque pessoal e único, pois a letra, os pequenos erros e até o papel escolhido falam por si só. Os bilhetes são uma forma rápida, prática e cheia de significado para manter o afeto presente mesmo nas rotinas mais agitadas.

A intimidade e a proximidade dos áudios

Os áudios são uma forma moderna e calorosa de comunicação. A voz humana carrega nuances de emoção que texto algum consegue transmitir completamente. Ao ouvir o timbre, a entonação e até as pausas do parceiro, sentimos sua presença mais próxima, quase como se ele estivesse ali, ao nosso lado.

Enviar áudios inesperados com palavras de carinho, risadas compartilhadas ou apenas um “estou pensando em você” pode iluminar o dia e diminuir a distância emocional, especialmente em relacionamentos à distância ou quando a rotina deixa pouco tempo para encontros presenciais.

Além disso, áudios permitem uma comunicação mais espontânea e verdadeira, pois capturam o momento, o sentimento do instante, criando uma memória afetiva sonora que pode ser revisitada sempre que o casal precisar de conforto.

A magia das cartas — tempo e dedicação traduzidos em afeto

Escrever cartas é um gesto quase perdido na era digital, mas que mantém um poder imenso de tocar o coração. Diferentemente das mensagens instantâneas, uma carta exige tempo, reflexão e entrega. Cada palavra é escolhida com cuidado, e o ato de escrever transforma pensamentos e emoções em algo concreto e palpável.

Receber uma carta de amor é uma experiência única: a possibilidade de segurar nas mãos os sentimentos do outro, sentir a textura do papel, observar a caligrafia e ler lentamente cada linha, como um poema dedicado exclusivamente para você.

As cartas são também uma forma de preservar memórias e histórias do casal, que podem ser guardadas, relidas e revisitadas nos momentos bons e difíceis, reforçando a continuidade e a profundidade do vínculo.

Por que a palavra tem tanto poder no amor?

Porque o amor é uma experiência emocional que precisa ser nutrida e expressada no casamento. Palavras cuidadosamente escolhidas criam pontes entre as pessoas, abrem espaço para o entendimento, curam feridas e celebram a parceria.

Quando usamos bilhetes, áudios ou cartas, estamos dedicando tempo, atenção e carinho para dizer ao outro: “Você é importante para mim”, “Estou pensando em você”, “Nosso amor merece ser cuidado”.

Esse cuidado torna o amor mais concreto, mais visível e, sobretudo, mais sentido. Afinal, não é só o que sentimos, mas como expressamos, que constrói a história a dois.

 


 

Incorporar esses gestos na rotina do casal é mais do que decorar a relação com romantismo — é investir em uma comunicação profunda e significativa, que fortalece a intimidade e mantém o vínculo vivo.

Seja um bilhete escondido, um áudio inesperado ou uma carta apaixonada, esses pequenos atos têm o poder de reacender o amor, resgatar a conexão e fazer o cotidiano valer a pena.


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Fonte: Izabelly Mendes.

Como escutar seu parceiro(a) de verdade (sem interromper ou julgar)

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Categoria: ARTIGOS
Publicado: 04 de setembro de 2025
Acessos: 309

Escutar de verdade é uma das habilidades mais importantes — e desafiadoras — em qualquer relacionamento. Muitas vezes, ouvimos o que o outro diz, mas nosso pensamento já está acelerado, preparando respostas ou julgando o que foi falado. Isso cria uma barreira invisível entre os parceiros, que dificulta a conexão profunda e o entendimento mútuo.

Escutar não é apenas esperar sua vez de falar. É estar presente, aberto, sem distrações e sem pressa. É um ato de amor que exige paciência, empatia e atenção genuína. Quando aprendemos a ouvir o outro de verdade, fortalecemos a confiança, o respeito e a intimidade.

Por que escutar é tão difícil?

Nosso cérebro é naturalmente preparado para responder, solucionar problemas e proteger nossos próprios interesses. Quando alguém começa a falar, tendemos a interromper, corrigir ou defender nosso ponto de vista. Além disso, emoções como raiva, medo ou insegurança podem nos tirar do estado de escuta e nos colocar em modo “defesa” ou “ataque”.

Muitas vezes, também temos preconceitos ou julgamentos sobre o que o parceiro está dizendo, o que bloqueia nossa capacidade de compreender o que realmente está por trás das palavras.

Como escutar de verdade?

  1. Esteja presente no momento

Desligue o celular, afaste as distrações e olhe nos olhos do seu parceiro. Demonstre com a linguagem corporal que está atento: incline-se ligeiramente para frente, faça pequenos sinais com a cabeça e evite olhar para o relógio ou para outros objetos. Isso mostra que você valoriza o que está sendo dito.

  1. Pratique a escuta ativa

Não basta ouvir as palavras, é preciso captar o sentimento e a intenção por trás delas. Para isso, repita com suas próprias palavras o que entendeu, por exemplo: “Você está dizendo que se sentiu sozinho ontem, certo?” Esse gesto ajuda a confirmar que você compreendeu e que está interessado em entender melhor.

  1. Evite interromper

Mesmo que tenha vontade de falar ou corrigir, deixe o outro terminar o que está dizendo. Interromper gera frustração e faz o parceiro sentir que o que ele diz não importa. A paciência vale a pena porque o diálogo fica mais claro e profundo.

  1. Suspenda julgamentos

Tente não rotular ou criticar imediatamente o que ouvir. O objetivo da escuta não é concordar ou discordar, mas entender o ponto de vista do outro. Isso não significa aceitar tudo, mas dar espaço para que a pessoa se sinta segura para se expressar.

  1. Pergunte para aprofundar

Quando algo não ficar claro, faça perguntas abertas e sem tom acusatório, como: “O que te fez se sentir assim?” ou “Pode me explicar mais sobre isso?” Essas perguntas incentivam a comunicação e evitam mal-entendidos.

  1. Controle suas reações emocionais

Se sentir que está ficando irritado, ansioso ou defensivo, respire fundo e tente se acalmar antes de responder. Responder com calma evita que a conversa se transforme em briga no casamento.

 


 

Por que vale a pena aprender a escutar?

Quando o parceiro se sente ouvido de verdade, a confiança aumenta e a relação se fortalece. Ele percebe que suas emoções são valorizadas e que não será julgado por seus sentimentos ou opiniões. Isso abre caminho para que ambos sejam mais autênticos, vulneráveis e conectados.

Além disso, a escuta ativa ajuda a resolver conflitos com mais facilidade, pois diminui a chance de mal-entendidos e reforça o respeito mútuo.

 


 

Escutar é um presente que damos ao outro — um gesto simples, mas poderoso, capaz de transformar o relacionamento. É um convite para que o amor se expresse não só nas palavras, mas na atenção, no cuidado e na presença verdadeira.

 


 


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Fonte: Izabelly Mendes.

Feminicídio: Quebrando o Ciclo da Violência Contra a Mulher

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Categoria: ARTIGOS
Publicado: 04 de setembro de 2025
Acessos: 271

O feminicídio é a forma mais extrema de violência de gênero, representando o assassinato de mulheres pelo simples fato de serem mulheres. No Brasil, os números continuam alarmantes: uma mulher é morta a cada duas horas, muitas vezes nas mãos de parceiros ou ex-parceiros. Por trás de cada caso existe um histórico de violência física, psicológica ou sexual, que muitas vezes poderia ter sido prevenido. Romper o ciclo da violência é um desafio urgente, que exige ação da sociedade, das autoridades e das próprias vítimas, com apoio de redes de proteção e políticas públicas eficazes.

Entendendo o ciclo da violência

O feminicídio raramente acontece de forma repentina. Ele é geralmente precedido por anos de abuso, nos quais o agressor exerce controle emocional, isolamento, humilhações e ameaças. Esse padrão cria um ciclo perigoso: tensão crescente, agressão, pedido de desculpas e reconciliação temporária. A vítima, muitas vezes confusa e emocionalmente dependente, acaba permanecendo na relação, aumentando seu risco.

Sinais de alerta incluem:

  • Violência doméstica recorrente: agressões físicas, verbais ou psicológicas frequentes.

  • Controle e possessividade: monitoramento de contatos, atividades e decisões da vítima.

  • Ameaças explícitas de morte: indica risco iminente.

  • Isolamento social: afastamento da vítima de amigos, familiares e redes de apoio.

Reconhecer esses sinais é fundamental para a prevenção e proteção.

Prevenção e conscientização

Romper o ciclo da violência requer conscientização e ação. Campanhas educativas, programas de prevenção e conscientização sobre igualdade de gênero ajudam a sociedade a identificar relacionamentos abusivos e a agir antes que se tornem fatais. A educação desde a infância, baseada em respeito e equidade, também contribui para desconstruir estereótipos que legitimam o comportamento violento.

Fortalecimento da rede de proteção

A denúncia e o apoio institucional são cruciais. Delegacias especializadas, medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha, centros de acolhimento e acompanhamento psicológico oferecem segurança e suporte às vítimas. Além disso, a atuação de familiares, amigos e vizinhos é essencial para alertar e apoiar mulheres em situação de risco.

Políticas públicas eficazes

Para quebrar o ciclo da violência, políticas públicas devem garantir investigação rápida, punição efetiva e acompanhamento de agressores. Programas de reeducação para infratores e monitoramento rigoroso reduzem a reincidência, fortalecendo a sensação de justiça e proteção para as vítimas.

Conclusão

Feminicídio é crime, não destino. Quebrar o ciclo da violência exige ação coletiva, conscientização, denúncia e políticas públicas efetivas. Proteger mulheres significa reconhecer sinais de perigo no casamento, oferecer apoio e garantir que agressores sejam responsabilizados. Cada denúncia, cada medida protetiva e cada campanha educativa contribuem para transformar vidas e prevenir tragédias. Romper o ciclo é possível, e o compromisso deve ser de toda a sociedade, para que nenhuma mulher tenha sua vida ameaçada pelo simples fato de ser mulher.


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Fonte: Izabelly Mendes.

Vidas que Poderiam Ser Salvas: A Realidade do Feminicídio no País

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Categoria: ARTIGOS
Publicado: 03 de setembro de 2025
Acessos: 317

O feminicídio é a face mais brutal da violência de gênero, uma realidade que assola o Brasil com números alarmantes. Uma mulher é assassinada a cada duas horas, muitas vezes dentro de suas próprias casas, pelas mãos de parceiros ou ex-parceiros. Cada estatística representa uma vida interrompida, sonhos despedaçados e famílias devastadas. Por trás desses números, existe um padrão recorrente de violência que, se identificado e combatido a tempo, poderia salvar inúmeras vidas.

O ciclo da violência

Antes do feminicídio, geralmente há um histórico de abusos físicos, psicológicos, sexuais ou financeiros. Relações abusivas seguem um padrão que se repete: tensão crescente, agressão, pedido de desculpas e reconciliação temporária. Esse ciclo mantém a vítima presa ao relacionamento, aumentando seu risco. Sinais de alerta incluem: agressões físicas repetidas, controle extremo sobre decisões e atividades, isolamento social e ameaças explícitas de morte. Reconhecer esses sinais é essencial para prevenir a escalada da violência.

O papel da impunidade

A impunidade é um agravante crítico no feminicídio. Muitos agressores permanecem soltos ou recebem penas brandas, mesmo com registros prévios de violência doméstica. Isso envia uma mensagem perigosa à sociedade: que cometer crimes contra mulheres não terá consequências. A demora na investigação e a ineficiência das medidas protetivas tornam as vítimas ainda mais vulneráveis, perpetuando o ciclo de abuso e aumentando o risco de tragédias.

Ação e prevenção

Transformar números em ação é crucial. Medidas de prevenção incluem:

  • Denúncia imediata: acionar a polícia, solicitar medidas protetivas e buscar apoio de familiares e amigos.

  • Rede de proteção: delegacias especializadas, centros de acolhimento e acompanhamento psicológico são fundamentais.

  • Educação e conscientização: campanhas sobre violência de gênero e respeito aos direitos das mulheres ajudam a mudar comportamentos e reduzir a tolerância à violência.

  • Políticas públicas eficazes: garantir investigação rápida, punição rigorosa e programas de reeducação para agressores reduz a reincidência.

A responsabilidade da sociedade

Combater o feminicídio não é apenas dever do Estado. Cada cidadão tem papel ativo: observar sinais de abuso, apoiar vítimas, denunciar comportamentos violentos no casamento e pressionar por políticas de proteção mais eficazes. O silêncio e a omissão tornam-se cúmplices da violência, permitindo que vidas sejam perdidas de maneira evitável.

Conclusão

“Vidas que Podiam Ser Salvas” é um alerta sobre a urgência de romper o ciclo de violência contra as mulheres. Feminicídio não é destino, mas resultado de relações abusivas e falhas do sistema de proteção. Cada ação preventiva, denúncia ou medida de conscientização é uma oportunidade de salvar vidas. Reconhecer, agir e proteger é a responsabilidade de todos, para que mulheres possam viver com segurança, liberdade e dignidade, sem o temor constante de perder a vida pelo simples fato de serem mulheres.


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Fonte: Izabelly Mendes.

Vale Tudo: casamento de Leonardo e Ana Clara: seria válido ou poderia ser anulado?

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Categoria: ARTIGOS
Publicado: 02 de setembro de 2025
Acessos: 319

A novela Vale Tudo (1988) é um clássico da teledramaturgia brasileira, lembrada não apenas pela vilã Odete Roitman, mas também pelos conflitos familiares e amorosos que marcaram época. No remake foi acrescentado uma nova trama: o casamento do filho da milionária, Leonardo, com Ana Clara. Este enredo levantou nas redes sociais sérias questões de validade.

Advogada Suéllen Paulino

De acordo com Suéllen Paulino, que atua no Direito da Família, no Brasil, o casamento é regido pelo Código Civil, que prevê requisitos essenciais para sua validade. Ela diz se algum desses requisitos for descumprido, o matrimônio pode ser:

 

Nulo, quando há impedimentos absolutos (por exemplo: casamento entre parentes próximos, pessoa já casada ou ausência de idade mínima sem autorização judicial).

 

Anulável, quando há vícios menos graves, mas que ainda comprometem o ato (como erro essencial sobre a pessoa, vício de vontade, incapacidade relativa ou celebração sem testemunhas).

 

Na trama, o filho de Odete se casa contra a vontade da mãe, em um relacionamento marcado por interesses, manipulações e chantagens. "Do ponto de vista jurídico, a reprovação da família não anula o casamento: maiores de idade são plenamente capazes de casar sem necessidade de autorização".

 

Entretanto, de acordo com a advoga, poderia haver hipótese de anulação caso se comprovasse, por exemplo:

 

Que houve vício de consentimento (se o noivo foi coagido ou enganado a se casar).

 

Que havia incapacidade civil (se ele fosse interditado, por exemplo, por questões de saúde mental).

 

Que o casamento tivesse sido celebrado com erro essencial sobre a pessoa (ocultação de identidade, crime, doença grave transmissível etc.).

 

Suéllen Paulin destaca que o simples fato de o casamento do filho de Odete ser desaprovado pela mãe não o tornaria inválido. "Para que houvesse anulação, seria preciso provar judicialmente a existência de vício de vontade, fraude ou impedimento legal. Na prática, o matrimônio em Vale Tudo provavelmente seria válido e eficaz, ainda que marcado por conflitos familiares e pela oposição da poderosa Odete Roitman", finaliza.

Violência Sexual Dentro do Relacionamento: Um Tema Urgente

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Categoria: ARTIGOS
Publicado: 02 de setembro de 2025
Acessos: 279

A violência sexual no contexto de um relacionamento é uma realidade dolorosa e muitas vezes silenciosa. Diferente do que muitos acreditam, o abuso sexual não se restringe a agressões físicas externas; ele pode ocorrer dentro de relações afetivas, afetando pessoas de todas as idades e gêneros. A vítima, muitas vezes, encontra-se presa a sentimentos de culpa, vergonha ou medo de romper o vínculo, o que dificulta denunciar e buscar ajuda. Reconhecer a gravidade desse problema é essencial para combater o ciclo de abuso e proteger a integridade física e emocional de quem sofre.

O que caracteriza a violência sexual no relacionamento

Violência sexual dentro de um relacionamento envolve qualquer forma de coerção, pressão ou ato sexual imposto sem consentimento. Entre as manifestações mais comuns estão:

  • Imposição sexual: forçar ou pressionar o parceiro a praticar atos sexuais indesejados.

  • Ignorar limites: desrespeitar o corpo, a vontade e a autonomia do outro.

  • Uso de chantagem ou manipulação: ameaçar terminar a relação, divulgar informações íntimas ou criar culpa para obter sexo.

  • Exposição digital: compartilhamento de fotos ou vídeos íntimos sem consentimento.

É importante compreender que consentimento é contínuo e que o “sim” em uma situação anterior não autoriza futuras imposições. A ausência de consentimento, sob qualquer circunstância, caracteriza abuso sexual.

Impactos na vítima

As consequências da violência sexual em um relacionamento vão muito além da experiência imediata. Entre os impactos mais frequentes estão:

  • Traumas psicológicos: ansiedade, depressão, medo e síndrome do estresse pós-traumático.

  • Dificuldades de relacionamento: perda de confiança em si mesmo e nos outros, medo de intimidade.

  • Danos físicos: lesões, infecções ou problemas de saúde decorrentes da coerção.

  • Baixa autoestima: sensação de desvalorização e culpa injustificada.

A violência sexual rompe a base de confiança que deveria existir no relacionamento, tornando o ambiente doméstico inseguro e prejudicial.

Como agir e buscar ajuda

Romper o ciclo de abuso exige coragem e suporte. Algumas estratégias importantes incluem:

  • Reconhecer o abuso: entender que nenhum ato sexual forçado é justificável, independentemente do vínculo afetivo.

  • Buscar apoio: amigos, familiares, profissionais de saúde mental e grupos especializados oferecem acolhimento e orientação.

  • Apoio jurídico: delegacias especializadas e serviços de assistência à vítima são fundamentais para medidas protetivas e responsabilização do agressor.

  • Fortalecer a autonomia e autoestima: reconstruir identidade, estabelecer limites e priorizar bem-estar físico e emocional.

Conclusão

A violência sexual dentro do casamento é um tema urgente, que exige atenção, educação e ação. Reconhecer os sinais, buscar ajuda e criar uma rede de apoio são passos cruciais para proteger vítimas e prevenir abusos futuros. Relações saudáveis se baseiam em respeito, consentimento e cuidado mútuo. Amar não significa invadir, controlar ou violar o corpo e a vontade de alguém. Falar sobre o tema e fornecer informações é um passo essencial para transformar a dor em proteção, autonomia e conscientização.


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Fonte: Izabelly Mendes.

Como Superar um Relacionamento Marcado pela Violência

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Categoria: ARTIGOS
Publicado: 01 de setembro de 2025
Acessos: 219

Relacionamentos abusivos deixam marcas profundas que vão muito além do físico. A violência emocional, psicológica, financeira ou sexual corrói a autoestima, gera insegurança e pode transformar a vida da vítima em um ciclo de medo e sofrimento. Superar um relacionamento marcado pela violência é um processo complexo, que exige coragem, apoio e estratégias consistentes para reconstruir a vida e a confiança em si mesmo.

Reconhecendo o abuso

O primeiro passo para a superação é reconhecer que houve abuso. Muitas vítimas têm dificuldade de identificar comportamentos manipuladores ou controladores, pois estes podem ter se manifestado de forma gradual ou disfarçada de “cuidado”. Entre os sinais de violência estão:

  • Controle excessivo sobre escolhas, amizades ou finanças.

  • Humilhações, críticas constantes e chantagem emocional.

  • Ameaças, intimidações ou agressões físicas.

  • Manipulação, culpa e isolamento social.

  • Medo constante de desagradar ou de tomar decisões por conta própria.

Aceitar que o relacionamento foi prejudicial é essencial para iniciar a recuperação emocional.

Buscando apoio

Superar o abuso sozinho é extremamente desafiador. Uma rede de apoio confiável é fundamental. Amigos, familiares, grupos de suporte e profissionais de saúde mental oferecem acolhimento, orientação e segurança. Psicólogos e terapeutas ajudam a processar traumas, reconstruir autoestima e desenvolver estratégias para lidar com os efeitos emocionais do abuso.

Além disso, organizações e serviços especializados podem oferecer orientação legal, proteção e recursos práticos para vítimas que necessitam de medidas de segurança, como afastamento ou denúncias formais.

Reconstruindo a autoestima e a autonomia

A violência corrói a autoconfiança, fazendo com que a vítima duvide de si mesma e de suas capacidades. Para superar o trauma, é essencial reconstruir a autoestima e fortalecer a autonomia:

  • Retomar interesses pessoais: hobbies, estudos e atividades que promovam bem-estar e identidade própria.

  • Estabelecer limites saudáveis: aprender a dizer “não” e a proteger-se de situações prejudiciais.

  • Fortalecer a rede social: reconectar-se com amigos, familiares e grupos de apoio.

  • Praticar autocuidado: priorizar a saúde física e emocional, garantindo momentos de descanso e lazer.

Lidando com emoções e traumas

O término de um relacionamento abusivo pode despertar sentimentos intensos de medo, culpa, raiva e tristeza. É importante permitir-se sentir, processar essas emoções e, se necessário, buscar acompanhamento profissional. Técnicas de respiração, meditação, journaling e exercícios terapêuticos auxiliam a reduzir a ansiedade e o estresse.

Evitando repetir padrões abusivos

Parte da superação envolve compreender os padrões de abuso para não reproduzi-los em um futuro casamento. Refletir sobre os sinais ignorados e sobre as dinâmicas de controle ajuda a criar vínculos mais saudáveis, baseados em respeito, confiança e igualdade.

Conclusão

Superar um relacionamento marcado pela violência exige tempo, paciência e apoio. Reconhecer o abuso, buscar ajuda, reconstruir a autoestima e estabelecer limites são passos essenciais para recuperar a autonomia e a confiança. Embora o processo seja desafiador, é plenamente possível transformar a dor em aprendizado, fortalecendo-se para construir relações futuras seguras, respeitosas e baseadas no verdadeiro afeto.


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Fonte: Izabelly Mendes.

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