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Enquanto o tempo vai passando e ainda que por vezes pareça lentamente, vai carregando consigo, parceiros inseparáveis: o descaso, a impunidade e o mais doloroso, a saudade. Desabafo dessa forma porque nesta segunda-feira o cruel e covarde assassinato do meu amado filho Mário completa 140 meses, 4.200 dias sem que as nossas chamadas autoridades da segurança pública tenham identificado os verdadeiros assassinos desalmados para encaminhá-lo ao merecido julgamento.

Meu amado filho Mário teve sua vida ceifada aos 20 anos de idade. Era trabalhador, estudioso, cultivava de maneira ímpar o amor ao próximo e, principalmente, à família. Não tinha inimigos, não se envolvia com drogas ou qualquer outra atividade ilícita. Era do bem. Por onde passava deixava, sempre uma excelente impressão, também porque era simplesmente cativante.

Naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005, preparava-se para confraternizar com amigos e colegas de infância. Haveria um tradicional churrasco entre amigos. Aonde foi covardemente assassinado. Quem realmente assassinou meu amado filho Mário? Quem teria sido o mandante?

Essas indagações nunca foram respondidas pelas autoridades da segurança pública. Até hoje me devem essas explicações. O descaso com que o crime foi tratado é de impressionar qualquer cidadão de bem deste Rio Grande. E por isso acredito que esses bandidos desalmados devem ter enlutado mais de uma dezena de famílias depois de terem assassinado meu amado filho Mário. Porque continuam à solta, gozando do instituto da impunidade, que lhes garante liberdade absoluta.

As vezes em que me vejo com os olhos lacrimejando e com aquele aperto no peito, sei que é a saudade que está brotando novamente em mim. Mistura-se ao sentimento de revolta e impotência, bem distante do sentimento de vingança. Quero sim, como todo Pai, ver os verdadeiros culpados sendo julgados. O Estado me deve isso há anos. Minha cobrança vai persistir até que a Justiça, que dizem tarda, mas não falha, efetivamente aconteça. Enquanto houver um sopro de vida em meu ser, vou exigir que essas autoridades se empenhem e cumpram com sua tarefa constitucional, identificando os autores desse bárbaro e hediondo crime.

Sérgio,

Pai do Mário

  É muita insegurança! No passado víamos manchetes nos jornais: Polícia matou vários bandidos.... HOJE, vemos ....Bandidos assassinaram Policiais, trabalhadores, crianças, idosos...   

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Neste sábado, o brutal e cruel assassinato do meu amado filho Mário completa 139 meses, ou 4.170 dias, da mais pura e hedionda impunidade que, por conta do descaso das nossas autoridades, acaba premiando os assassinos desalmados que ceifaram sua vida aos 20 anos de idade. O tempo vai passando rapidamente, mas a esperança de que a Justiça seja feita, continua forte em mim, latente. São 11 anos e meio de espera para que nossas autoridades identifiquem os verdadeiros assassinos e/ou mandantes deste bárbaro crime e os encaminhem para serem julgados.

Por vezes fico a imaginar quantas outras famílias esses mesmos assassinos desalmados enlutaram depois que assassinaram de maneira brutal e covarde o meu amado filho Mário. Não há como se saber. Mas certamente prosseguiram suas caminhadas no mundo do crime, deixando para trás um forte rastro de vidas ceifadas. E, enquanto o descaso continuar, novas vítimas estarão fazendo parte da extensa lista.

Enquanto isso, resta a mim, Pai do Mário, manter-me fiel aos mandamentos divinos, rezando também para que alguma de nossas autoridades da área da segurança pública se sensibilize e se empenhe no deslinde desse bárbaro crime que até hoje faz parte da grande estatística dos assassinados insolúveis. Sim porque até agora o assassinado do meu amado filho Mário é mais um número a engrossar a fila dos crimes não resolvidos ou, na linguagem técnica, dos inquéritos encaminhados à Justiça com autoria desconhecida.

Meus dias têm sido sombrios desde aquela trágica noite de 29 de setembro de 2005, quando recebi um telefonema com a notícia que nenhum pai quer ouvir. A dor da perda me acompanhará até o último minuto de vida. O sentimento de perda mistura-se ao da impotência para solucionar algo tão cruel. Mesmo com o passar do tempo, meu peito continua apertado, doendo, e as lágrimas que brotam nos meus olhos são constantes. A saudade aumenta, machuca, dói, traz lembranças que nos corroem internamente.

Mas minha luta prossegue. Jamais deixarei de cobrar o que o Estado me deve como pai e cidadão de bem. Meu sentimento de Justiça permanece e está bem distante de um possível sentimento de vingança. Quero sim, ver os responsáveis e/ou mandantes do cruel e covarde assassinato do meu amado filho Mário, identificados, presos e julgados pela Justiça. Os poderes constituídos me devem isso. Não arredo o pé desta cobrança.

Sérgio, pai do Mário Gabardo

  É muita insegurança! No passado víamos manchetes nos jornais: Polícia matou vários bandidos.... HOJE, vemos ....Bandidos assassinaram Policiais, trabalhadores, crianças, idosos...   

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Estamos chegando ao final de mais um ano. Muita coisa mudou nesses últimos 365 dias, menos o descaso com que as autoridades tratam o covarde assassinato do meu amado filho Mário. Como resultado, temos a premiação da impunidade, o que eleva ainda mais o alto índice dos crimes que acontecem em nosso Estado.

Meu amado filho Mário teve sua vida ceifada por desalmados bandidos na noite de 29 de setembro de 2005,  Não tinha inimigos e nunca se envolveu com qualquer espécie de droga. Mas mesmo assim foi assassinado covardemente momentos antes de chegar ao local do encontro.

Desde aquela trágica noite em diante, tenho me debatido em busca de Justiça. Muito longe de qualquer sentimento de vingança, cobro do Estado o cumprimento de sua tarefa constitucional: identificar e encaminhar os executores e/ou mandantes do brutal assassinato para serem julgados no poder Judiciário.

Mas meus brados ecoam na sociedade. Batem nos ouvidos das autoridades que, absolutamente insensíveis, parecem não atender aos justos anseios de alguém da comunidade que paga seus impostos em dia e exige que se dediquem, agindo com profissionalismo, a fim de mandar às barras da Justiça, o verdadeiro autor da morte do meu amado filho Mário.

Este é o décimo-primeiro final de ano que passo com as lembranças que tenho do meu amado filho Mário. São 135 meses que se completam nesta quinta-feira, e nada de concreto essas autoridades conseguiram apresentar. É inaceitável. Inadmissível.

E a indagação deixou no ar: quanto tempo mais essas autoridades precisarão para elucidar um crime hediondo como o do assassinato do meu amado filho Mário? Será que essas autoridades desconhecem o fato de que além da nossa, esses bandidos desalmados já enlutaram outras tantas?

Até quando terei de escrever para cobrar empenho e interesse político das nossas autoridades? Será que imaginam que em algum momento cansarei e deixarei de cobrar? Engano, porque enquanto houver um sopro de vida em meu corpo, estarei cobrando o que o Estado me deve. É meu direito de Pai.

Dias passam. Noites intermináveis servem de refúgio para a esperança que jamais acabará. Meus olhos continuam umedecidos por lágrimas de dor e saudade. Meu peito parece explodir de ansiedade, mas a esperança no dia em que a Justiça seja feita, permanece latente, viva, vibrante......

Sérgio, Pai do Mário 

  É muita insegurança! No passado víamos manchetes nos jornais: Polícia matou vários bandidos.... HOJE, vemos ....Bandidos assassinaram Policiais, trabalhadores, crianças, idosos...   

 

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A crise generalizada na área da segurança pública também no Rio Grande do Sul se arrasta há anos, tendo como principais causas, o descaso das autoridades e a impunidade que acaba premiando os bandidos que continuam suas trajetórias de crimes livremente. É verdade que faltam investimentos em infraestrutura e em pessoal especializado.

Faço estas afirmações baseado, principalmente, no caso do assassinato cruel do meu amado filho Mário, ocorrido na noite de 29 de setembro de 2005, já nessa época, fruto da insegurança oferecida pelo Estado como ente público que tem a missão constitucional, de proporcionar “segurança à sociedade”. De lá para cá, se vão nada menos do que 136 meses, ou 4.080 dias da morte do meu amado filho Mário, até hoje não esclarecida por essas autoridades.

É inaceitável. Inadmissível que durante todo esse tempo, essas autoridades não tenham conseguido identificar os verdadeiros assassinos desalmados que ceifaram a vida do meu amado filho Mário aos 20 anos de idade. Um descaso tão hediondo quanto o próprio assassinato. É um caso de falta de vontade política daqueles que estiveram e estão à frente da pasta da (in)Segurança Pública.

A sociedade gaúcha não pode mais aceitar esse tipo de coisa. Estão no Estado equipes da Força Nacional de Segurança. Mas ao que tudo indica, pouca ou quase nada foi reduzido em termos de criminalidade. Isso demonstra claramente que só a presença de agentes não resolve o problema. Faltam ações efetivas que levem bandidos desalmados para as cadeias superlotadas por ausência de investimentos. Nunca pensaram nisso?

Estamos à beira do caos completo. Os verdadeiros assassinos e/ou mandantes da execução do meu amado filho Mário, ao longo desse tempo todo, impunes, certamente enlutaram outras tantas famílias, premiados que foram pelo Instituto da Impunidade, frente ao descaso absoluto das autoridades que até o momento estão perdendo a corrida para a bandidagem, tendo como escudo, a sociedade absolutamente desamparada.

Tenho me debatido, cobrado, insistindo, para que os verdadeiros assassinos do meu amado filho Mário sejam identificados e encaminhados ao poder Judiciário para responderem pelo que fizeram, mas nada! Estão insensíveis aos apelos de cidadãos de bem que, como eu, pagam seus impostos regiamente e que recebem quase nada em troca do Estado.

Está sim na hora de a sociedade cerrar fileiras e cobrar medidas efetivas do Estado. Determinações que tenham reflexo positivo e imediato visando dar maior proteção à coletividade que produz, que trabalha, que é honesta e que está sendo encurralada pela bandidagem à luz do dia, em qualquer hora, sem o menor constrangimento.

Meu amado filho Mário não será trazido de volta para o nosso convívio. Mas longe de qualquer sentimento de vingança, continuo a exigir do Estado, Justiça. Não descansarei enquanto não receber esta resposta do poder público: os verdadeiros assassinos e/ou mandantes da morte de Mário sejam identificados e encaminhados para julgamento. O Estado me deve isso e cobrarei enquanto houver um sopro de vida em meu corpo. É meu dever e meu direito de Pai.

Sérgio,

Pai do Mário

   É muita insegurança! No passado víamos manchetes nos jornais: Polícia matou vários bandidos.... HOJE, vemos ....Bandidos assassinaram Policiais, trabalhadores, crianças, idosos...   
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Por Sérgio Gabardo

Nesta terça-feira o brutal e covarde assassinato do meu amado filho Mário completa 134 meses ou melhor: 4.020 dias. E o que tenho visto nesse tempo todo é o descaso das autoridades que acaba premiando mais uma vez a impunidade. Um descaso tão hediondo quanto o próprio assassinato. A falta de vontade política em se descobrir quem foram efetivamente os autores e/ou mandantes deste crime se transforma na certeza de que o Instituto da Impunidade é o grande trunfo à disposição da marginalidade.
 
Como já é de conhecimento de todos vocês na noite de 29 de setembro de 2005 meu amado filho Mário saiu para confraternizar comum grupo de amigos e colegas de escola da infância. Seria um encontro fraterno  prazeroso como costumeiramente fazia. Mas Mário não chegou ao local. Pouco antes teve sua vida ceifada por bandidos desalmados. Aos 20 anos Mário era aplicado nos estudos. Cursava Direito na PUC-RS. Era trabalhador cumpridor de suas obrigações. Não tinha inimigos e por onde passava deixava boas impressões. Cultivava o amor e a família. Em fim era do bem.