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No Brasil, a estimativa em 2017 foi de 61.200 novos casos e cerca de 13.772 óbitos

 

Diminuição da dor; redução do tempo de recuperação; ampliação da precisão; aumento do alcance de áreas de difícil acesso; e a realização de movimentos coordenados, são alguns dos benefícios trazidos pela cirurgia robótica, que vem sendo aplicada pelo Hospital Felício Rocho no tratamento do câncer de próstata.

Aplicada a partir dos anos 2000 nos Estados Unidos (EUA), a prostatectomia radical robótica (cirurgia robótica para o tratamento do câncer de próstata) é bastante comum também na Europa e chegou como mais um avanço no parque tecnológico do Hospital Felício Rocho, que conta com uma infraestrutura diferenciada e um corpo clínico altamente qualificado.

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo tumor que mais mata os homens, estando atrás somente do câncer de pulmão. A estimativa em 2017 foi de 61.200 novos casos e cerca de 13.772 óbitos causados pela doença, – o que equivale a uma morte a cada 38 minutos, segundo dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca). A cirurgia robótica para o tratamento do câncer de próstata se tornou um grande avanço na assertividade do procedimento cirúrgico, que é parte essencial no tratamento do câncer.

Disponível no país desde 1998, sendo realizada desde outubro de 2017 no Hospital Felício Rocho, a cirurgia robótica permite com maior precisão, a visualização de uma imagem de alta definição, magnificada e em três dimensões (3D) do local a ser tratado. Ao fazer uso de pinças articuladas, o robô guiado pelo médico, realiza uma dissecção cautelosa e minuciosa dos tecidos, e no caso do câncer de próstata, podem ser preservados os pequenos nervos e vasos sanguíneos responsáveis pela ereção masculina, bem como os tecidos envolvidos com a incontinência urinária.

Segundo o médico urologista e diretor do Hospital, Francisco Guerra, a cirurgia robótica é um caminho sem volta. “O impacto na evolução das vias de acesso para tratamentos cirúrgicos (cirurgia aberta, laparoscopia e agora a robótica) é contundente para os cirurgiões. No entanto, o melhor de tudo isso, é o que visualizamos e vislumbramos para os pacientes em relação aos resultados e melhoria da qualidade de vida”, destaca.

Diante desse cenário, o Hospital Felício Rocho projeta um crescimento exponencial no número de cirurgias robóticas, com uma previsão de realizar mais de 250 cirurgias em 2018.

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O tipo 2 da doença é a sua forma mais comum, abrangendo cerca de 90% dos pacientes

 

Atualmente no Brasil, 14,3 milhões de pessoas convivem com o diabetes, o que representa 9% da população, segundo dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). O tipo 2 da doença é a sua forma mais comum, abrangendo cerca de 90% dos pacientes. Crônico e progressivo, o diabetes pode causar problemas renais, cegueira, surdez, impotência sexual, infarto, amputação de membros, dentre outros.

Visando amenizar este quadro e seguindo exemplos de países como a Inglaterra e Estados Unidos, o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou em novembro deste ano, o parecer número 38/2017, que classifica a cirurgia metabólica como opção de tratamento do diabetes mellitus tipo 2. De acordo com o cirurgião bariátrico e diretor do Instituto Mineiro de Obesidade (IMO), Leonardo Salles, a cirurgia metabólica promove o aumento da produção e descarga de incretinas. “Estas substancias estimulam a célula Beta do pâncreas e aumentam a produção de insulina na corrente sanguínea, ao mesmo tempo que a redução do peso diminui a resistência insulínica periférica”, afirma.

Segundo Leonardo Salles, com a aprovação dos métodos cirúrgicos como tratamento do diabetes, os pacientes irão reduzir drasticamente a necessidade de medicações, muitas vezes podendo suspende-las por completo. “Quando participei do Diabetes Surgery Summit (DDS) na cidade de Roma em 2007, já vinha defendendo essa nova maneira de tratamento do diabetes. Esse foi o primeiro encontro mundial a discutir e propor a cirurgia para o tratamento da doença”, comenta.

Ao justificar o parecer, o CFM afirmou que ao reduzir o peso, a cirurgia ajuda a diminuir as taxas de glicose, pois estimula a produção de substâncias corporais que acabam reduzindo a resistência à insulina e preserva o pâncreas. O órgão é responsável pela produção do hormônio, que por sua vez desempenha papel indispensável durante o metabolismo dos carboidratos no sangue.

Em um parecer que fundamentou o documento do CFM em parceria com membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e de outras instituições, foi comprovado por meio de trabalhos científicos que o tratamento cirúrgico regulariza a glicemia de diabéticos em 81% das vezes em um período de três anos. Já um artigo associa os efeitos do procedimento a níveis glicêmicos normais durante dez anos em 36% dos casos.

Direcionada a pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) entre 30 e 34,9 (obesos em grau inicial) e que não obtiveram resposta eficaz a tratamentos clínicos convencionais contra o diabetes, a cirurgia metabólica segue o mesmo processo da cirurgia bariátrica, se diferenciando somente no âmbito dos objetivos, pois a primeira procura controlar a doença e a segunda foca inicialmente na perda de peso.

Dentre os tipos de cirurgias bariátricas permitidas para o tratamento do diabetes estão o Bypass gástrico e a gastrectomia vertical, que devem ser realizados após a autorização de dois endocrinologistas, conforme especificações do parecer do conselho.

Segundo Leonardo Salles, o Bypass – que significa desvio em inglês –, consiste em um grampeamento do estômago. “Durante a cirurgia do Bypass, o estômago é dividido em duas partes, sendo uma menor, por onde o alimento irá percorrer, e outra maior que ficará isolada do trânsito alimentar. O estômago já reduzido, é então unido ao intestino para que o alimento possa seguir seu curso. A cirurgia pode ser realizada tanto por incisão abdominal quanto por videolaparoscopia, sendo essa última a que apresenta melhor ganho estético e menor desconforto no pós-operatório”, esclarece.

Já na gastrectomia vertical, o cirurgião explica que a técnica consiste no ressecamento de uma grande parte do estômago pela grande curvatura do mesmo, transformando-o em um “tubo”. “Esta técnica não faz nenhum tipo de desvio dos intestinos, porém retira dois terços do estômago, sendo indicada como a segunda opção para o tratamento do diabetes tipo 2, se o Bypass não puder ser realizada”, aponta Leonardo Salles.

O documento também exige que o paciente tenha idade mínima de 30 anos e máxima de 70, sendo obrigatório o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar antes e depois do procedimento. O parecer ainda aponta que os pacientes somente devem recorrer ao método se o diabetes tiver diagnóstico há menos de dez anos, pois assim o pâncreas tem maiores possibilidades de estar preservado e a cirurgia pode surtir efeitos mais significativos. Pacientes com dependência química ou com histórico de doença mental precisam passar por uma avaliação psiquiátrica, antes de receberem a autorização para a cirurgia

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De 2015 para 2016 houve um aumento de 80% no número da cirurgia no Brasil

 

A ninfoplastia ou labioplastia, cirurgia íntima feminina, tem virado febre entre as mulheres. O procedimento, que visa diminuir os pequenos lábios vulvares – quando os mesmos são ou se tornam grandes, assimétricos ou escurecidos – equivalente a quase 2% das intervenções realizadas no Brasil. De 2015 para 2016 houve um aumento de 80% no número da cirurgia, passando de quase 13 mil para cerca de 24 mil.

Segundo a ginecologista da Clínica Penchel, Talitha Melo, a ninfoplastia é muito procurada por mulheres que apresentam hipertrofia ou assimetria nos pequenos lábios da vagina. “Parto, alterações hormonais, ganho do peso e o envelhecimento causam alterações na pele e mucosa vaginal, aumentando a busca pela cirurgia, pois muitas mulheres não se sentem confortáveis com a aparência de sua vagina”, afirma.

Clínica Penchel foto Vinícius Leonardo 9360

Talitha conta que o que tem surpreendido foi o aumento da procura pela cirurgia. “De alguns anos para cá houve uma quebra de vários tabus em relação ao sexo e à sexualidade. Acredito que a intimidade com o próprio corpo e a erotização e superexposição que existem atualmente levam mais mulheres ao consultório”.

“Realizado com anestesia local, o procedimento dura menos de 1 hora e tem um pós-operatório tranquilo, com retorno às atividades cotidianas em cerca de 3 dias, e às relações íntimas em 30 dias”, finaliza a profissional.

Clínica Lucas Penchel

Endereço: Av. Afonso Pena, 3924 - Sala 306 – Mangabeiras

Contato: 3234-7622

http://drlucaspenchel.com.br/   

Facebook: @clinicalucaspenchel

Instagram: @drlucaspenchel

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            Uma grande parcela das pessoas planeja o ano inteiro, ou parte dele, para chegar no Carnaval com o corpo em forma. O nutrólogo Dr. Lucas Penchel explica como recuperar o projeto após as festas de fim de ano

Corpo verao 2018

Você planejou chegar no Carnaval com o corpo perfeito. Seguiu a dieta à risca em 2017. Mas, devido às festas de confraternização de final de ano, o Natal e o Réveillon, seu projeto “shape pro verão” foi comprometido? Calma, ainda há tempo de correr atrás do prejuízo. “Quando se ganha peso em pouco tempo, na maioria das vezes aqueles quilos a mais não são apenas gordura. Há, também líquido retido, mau funcionamento do intestino, além de uma ‘intoxicação’ do organismo”, alerta Dr. Lucas Penchel, médico, nutrólogo e diretor da clínica Penchel.

O consumo de bebidas alcoólicas, produtos industrializados, açucarados e a ingestão de alimentos mais calóricos, além da dieta e das atividades físicas deixadas de lado, faz com que o indivíduo intoxique o organismo. Os malefícios vão desde a estética, como o ganho de alguns quilos, até o mal-estar. “O acumulo de água e sódio faz com que o corpo ou parte dele fique inchado. Uma pessoa pode, por exemplo, ganhar de 2 a 4 quilos de um dia para o outro devido a esta retenção” explica Lucas. Ele afirma que a ingestão excessiva de alimentos não saudáveis como embutidos, sorvetes, bolachas, sucos de caixa, entre outros, e bebidas alcóolicas pode, também, levar à indisposição.

Se para chegar até a meta, o caminho é árduo e demorado, para perder o resultado alcançado é um minuto. Para voltar ao projeto é necessário empenho e dedicação. Voltar à alimentação saudável, rica em fibras, e a rotina de treinos é fundamental. “A ingestão de água em conjunto com a atividade física aeróbica ajuda a desintoxicar. Para quem deseja impulsionar ou agilizar os resultados, a drenagem linfática é uma ótima aliada, pois estimula o sistema linfático, fazendo com que os fluidos se movam melhor pelos vasos. Isso reduz a retenção de líquido, ativa a circulação sanguínea e até combate a celulite”.

O Dr. Lucas Penchel listou os quatro pontos essenciais para quem quer retomar o projeto “shape pro verão” para o Carnaval:

  • Voltar à rotina de alimentação saudável e atividades físicas regulares. O ideal é manter uma frequência de pelo menos 5 dias da semana;
  • Investir em alimentos ricos em fibras para limpar o organismo. Arroz integral, aveia, granola, alface, brócolis, espinafre, cenoura, entre outros;
  • Ingerir pelo menos 1,5L de água por dia para equilibrar e limpar o organismo;
  • Apostar na drenagem linfática. A massagem, além de relaxar, auxilia na redução da retenção de líquidos e celulite.

Dr. Lucas Penchel

Médico Generalista (Unifenas – BH)
Membro do International Colleges for the Advancement of Nutrology
Membro da American Society for Nutrition
Membro da Sociedade Brasileira de Fisiologa
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte
Membro da Associação Brasileira de Medicina Antienvelhecimento
Membro da Sociedade Brasileira de Nutrologia
Membro da Associação Brasileira do Estudo sobre Obesidade e Síndrome
Metabólica (Abeso)
Presidente de mesa do 8º Congresso Brasileiro de Fisiologia Humana e Hormonal

Clínica Lucas Penchel

Endereço: Av. Afonso Pena, 3924 - Sala 306 – Mangabeiras

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Indicado para a perda de alguns ou todos os dentes, o implante dentário melhora mastigação e fonética do paciente

Engana-se quem acredita que o maior benefício do implante dentário é apenas estético. Poder mastigar com todos os dentes na boca ou sem o uso de dentadura é o sonho de muita gente. Indicado para restituir a perda de um ou todos os dentes, o implante oferece uma substituição mais natural que as dentaduras ou roots por ser diretamente fixado aos ossos da mandíbula.

De acordo com Dr. Paulo Coelho Andrade, mestre e especialista em implantodontia e pós-graduado em odontologia estética, os implantes são indicados em casos de doença periodontal avançada, extração dentária e fraturas onde não é possível a reconstituição do dente. “Cada caso deve ser avaliado para que seja aplicada a melhor opção de tratamento no paciente”.

Os implantes dentários são pequenos cilindros de titânio que são integrados ao osso com o intuito de servir de suporte para reposição do dente sobre o implante. Para realiza-lo, é preciso que se tenha gengivas saudáveis e osso suficiente para sustentá-lo. O tipo de implante mais comum é o ósseo integrado, onde são implantados pinos de titânio diretamente nos ossos do maxilar ou mandíbula. Dr. Paulo lista as principais vantagens de se fazer o implante dentário:

. Estética: os implantes dentários garantem resultados estéticos incríveis e muito naturais;

. Eficiência na mastigação: o implante garante melhora da oclusão e, consequentemente, da mastigação, que se torna muito semelhante à eficácia da mesma dos dentes naturais;

. Fonética: a posição incorreta dos dentes ou até o uso de dentaduras pode prejudicar a fala. Corrigir isso ajuda a melhorar muito a fonética do paciente;

. Estabilidade: Um único dente torto ou a falta de um dente pode prejudicar vários outros, ocasionando problemas estéticos, funcionais. O tratamento com implante garante a estabilidade necessária para um sorriso saudável;

. Sociabilidade e resgate da autoestima: O constrangimento do possível deslocamento da dentadura traz insegurança para algumas pessoas, afetando a sua sociabilidade e até autoestima. O implante dentário devolve ao paciente a satisfação de um sorriso bonito e saudável;

. Rápida recuperação e indolor: o avanço tecnológico garante um tratamento sem dor e com uma recuperação rápida e tranquila.

Serviço

Clínica Dr. Paulo Coelho Andrade

Especializada em Implantodontia e Odontologia Estética

Av. Bandeirantes, 466 - Mangabeiras

Belo Horizonte – MG

www.implantodontia-mg.com.br