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Dor na nuca e/ou no peito, cansaço excessivo, sangramento nasal, tonteira e visão turva estão entre os principais sintomas da pressão alta

A pressão arterial é caracterizada pela força exercida pelo sangue para conseguir circular pelo corpo distribuindo oxigênio e nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo. Já a hipertensão arterial, ou pressão alta, é uma doença crônica relacionada a esta força em que o sangue corre pelos vasos e artérias com uma pressão superior ao considerado normal e que, consequentemente, exige, também, mais esforço do coração. Com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre os cuidados básicos para prevenção, dia 26 de abril foi definido como o Dia Nacional de Combate a Hipertensão Arterial.

Uma pessoa pode ser considerada hipertensa, segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, se ela possui pressão arterial igual ou maior a 14 por 9 (14 x 90 mmHg). Se não tratada da forma correta, a hipertensão eleva o risco de problemas graves como infarto do miocárdio, AVC – Acidente Vascular Cerebral, falência renal, insuficiência cardíaca crônica, entre outros. Segundo o médico nutrólogo Lucas Penchel, apesar da doença não ter cura, ela pode (e deve) ser controlada, não só através de medicação, mas, também, através da mudança de hábitos. “Estresse, obesidade, alimentação, sedentarismo, tabagismo, consumo excessivo de álcool e sono inadequado influenciam diretamente no surgimento e na piora da hipertensão arterial e seus efeitos adversos”, alerta. Além disso, deficiência de vitamina D, ácido úrico elevado, circunferência abdominal acima de 102cm para homens e 88cm para mulheres e deficiência de magnésio – que é um mineral escasso nos solos no Brasil e responsável pela vasodilatação – são também condições de risco.

De acordo com Lucas, quando a doença é provocada por fatores que há como comandar, a medida indicada é tratar o agente causador. "O estresse e a obesidade são considerados fatores de risco, que causam a piora da hipertensão. Se for constatada que a doença surgiu por conta de um desses motivos, o tratamento ideal é cuidar da raiz do problema: controlar o estresse e perder peso. Assim, poderemos resolver o distúrbio”, aponta Lucas.

Ele ressalta que como a má alimentação desencadeia uma série de problemas, ela pode ser considerada, também, peça chave para o combate e controle da pressão alta. “Uma dieta baseada em escolhas ruins, que não agregam valor nutritivo e agridem o organismo, pode, não somente levar o paciente ao ganho de peso, mas também comprometer o sono diário. Além disso, influenciará a prática de exercícios físicos, pois a frequência diminuirá ou ficará precária e, sem sombra de dúvidas, faltará energia para à atividade”, explica.

Normalmente, a pressão alta é uma doença silenciosa, demonstrando alguns sintomas apenas quando já está num nível mais elevado (e perigoso). Dores de cabeça na região da nuca, dores no peito, confusão mental, sangramento nasal, visão turva, tonteira, cansaço excessivo, batimentos cardíacos irregulares e até zumbido no ouvido são alguns sinais de que a pressão pode estar alta.

Além dos problemas mais graves que podem levar à morte, a doença ainda pode trazer complicações diversas como disfunções oculares com perda de visão, aneurismas (que pode levar a pessoa a sofrer um AVC) e síndrome metabólica (conjunto de doenças que aumenta o risco de problemas cardiovasculares como obesidade abdominal, níveis elevados de açúcar no sangue, entre outros).

Ainda que a genética e a idade sejam fatores de risco para o problema, adotar hábitos saudáveis ainda é o método mais eficaz para controlar a pressão arterial. “Prevenção é e sempre será a melhor solução”, afirma Lucas. Ele indica uma dieta rica em frutas, verduras, legumes e cereais integrais, diminuição do uso do sal na comida, prática de atividades regulares pelo menos 4 vezes por semana e visitas regulares ao médico para a realização de checkups. “O acompanhamento com um profissional é de suma importância para o controle das atividades do organismo. Descobrir um problema no início, aumenta as chances de cura ou controle”, conta.  

 

Dr. Lucas Penchel

Diretor Técnico da Clínica Penchel

Nutrologia (Faculdade de Medicina da Santa Casa- SP)

Medicina Esportiva – Universidade Católica de Petrópolis

Pós-Graduando em Endocrinologia (IPEMED)

Mestre em Medicina (Biotecnologia da saúde)

Nutrição em formação (Faculdade Universo)         

Membro da Sociedade Brasileira de Nutrologia                     

Membro da Associação Brasileira do Estudo sobre Obesidade e Síndrome Metabólica

Member do International Colleges for the Advanced of Nutrology

Member of the American Society for Nutrition

 

Clínica Lucas Penchel

Endereço: Av. Afonso Pena, 3924 - Sala 306 – Mangabeiras

Contato: 3234-7622

http://drlucaspenchel.com.br/   

Facebook: @clinicalucaspenchel

Instagram: @drlucaspenchel

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Desde mau hálito, até endocardite bacteriana. Saúde bucal influência o funcionamento do corpo como um todo, explica especialista

Que o sorriso é o cartão de visitas para uma primeira impressão, já é, praticamente, de senso comum. O que muitas pessoas ainda não sabem ou não dão a devida importância é que uma higiene bucal bem-feita não reflete somente na estética dos dentes, evita, também, o surgimento de problemas que podem se tornar doenças graves no futuro. "Ao pensar em problema bucal, o mais lembrado é o mau hálito. No entanto, esse pode ser apenas o alerta para algum distúrbio mais sério, como a gengivite e doença periodontal, por exemplo”, afirma Paulo Coelho Andrade, mestre e especialista em implantodontia e odontologia estética. Segundo ele, doenças cardiovasculares, respiratórios e disfunções podem ser ocasionadas devido à má higiene da boca.

Não há saúde para o corpo, se não houver cuidados com a saúde bucal. “Como em apenas 1ml de saliva contém 150 milhões de bactérias, o indivíduo deve conscientizar-se acerca do perigo que é a possibilidade de uma bactéria cair na corrente sanguínea”, alerta Paulo. O especialista listou quais as consequências que uma má higiene bucal pode acarretar.

  • Mau hálito: ao escovar de maneira errada e não usar diariamente o fio dental, partes de alimentos ficam depositadas entre os dentes. As bactérias da boca interagem com esses restos e liberam sulfato de hidrogênio, responsável pelo mau cheiro, também chamada de halitose.
  • Doenças periodontais: Degradação do osso, que abala a estrutura do mesmo e pode levar à perda óssea. Consequentemente, leva à perda dos dentes.
  • Doenças gengivais: Gengivite é a inflamação inicial causada pelas toxinas liberadas pela placa bacteriana acumulada no dente. Sua evolução é conhecida como periodontite; a inflamação atinge osso e as fibras de sustentação. O estágio final, periodontite avançada, os ossos e fibras de sustentação estão drasticamente danificados, levando a perda dos dentes;
  • Cárie: Considerada como uma deterioração do dente, cárie, se não tratada, pode atingir o nervo e se tornar um abscesso.
  • Doença cardíaca: Com a gengiva inflamada, pode ocorrer durante a mastigação, limpeza ou higiene bucal um sangramento. Neste sangue pode estar presente micróbios causadores da inflamação, que, se cair na corrente sanguínea, pode chegar em outras partes do organismo. Sendo assim, pode ocorrer uma endocardite bacteriana, que é quando as válvulas do coração são atingidas.
  • Problemas respiratórios: Ao cair na corrente sanguínea, as bactérias periodontais podem agravar problemas respiratórios.
  • Disfunção erétil: Se cair na corrente sanguínea, as bactérias periodontais podem inflamar artérias e bloquear o fluxo de sangue para os genitais.

 

Paulo Coelho Andrade

Mestre em Implantodontia pelo Centro de Pesquisas Odontológicas de Campinas e especialista em Implantodontia pela Associação Brasileira de Odontologia, ambos os títulos reconhecidos pelos Conselhos Estadual e Federal de Odontologia, já realizou mais de 50.000 implantes em 20 anos de implantodontia. Autor de vários artigos científicos, publicados dentro e fora do país, também é pós-graduado em Fixação Zigomática, Periodontia, Cirurgias Avançadas, Sedação e Odontologia Estética.

Serviço

Clínica Dr. Paulo Coelho Andrade

Av. Bandeirantes, 466 – Mangabeiras

Belo Horizonte - MG

(31) 3227-7076

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Mas atenção, não é para descuidar! O mal está atingindo as mulheres jovens cada vez mais cedo

Há quem ainda diga que a mulher é o sexo frágil, mas não é bem isso que indica a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE com apoio do Ministério da Saúde.  De acordo com o estudo, os homens são mais suscetíveis à problemas de audição do que as mulheres – em toda a população a proporção é de 1,2% no sexo masculino e 1,0% no sexo feminino. Isso acontece porque os hormônios femininos protegem a audição, fazendo com que o declínio auditivo se inicie mais tardiamente nas mulheres do que nos homens. Essa diferença entre os sexos só diminui quando as células auditivas começam a morrer naturalmente, por volta dos 50 anos. No entanto, isso não significa que elas podem descuidar da saúde auditiva. Cada vez mais as mulheres convivem com o barulho no cotidiano, principalmente as mais jovens.

"A poluição sonora é um dos principais vilões. O ouvido humano acostuma-se com frequências mais altas à medida que é exposto ao barulho. Por isso eu recomendo manter distância de ambientes barulhentos e ouvir música e assistir TV sempre em volumes abaixo de 85 decibéis", alerta a fonoaudióloga Isabela Papera, da Telex Soluções Auditivas.

E a poluição sonora está em todos os lugares. Na música alta nas aulas da academia; no happy hour em bares; nas baladas dos fins de semana; no som nas alturas nos fones de ouvido para a corrida matinal ou até mesmo durante a ida ao trabalho de metrô. É aquela animada playlist que você coloca bem alta enquanto vai de um lugar para outro, todos os dias! O barulho presente nos diversos ambientes e situações de nosso cotidiano podem, sim, prejudicar a audição.

Oi? Hein? Hã?

Há ainda outras diferenças na audição entre os gêneros. As mulheres tendem a ouvir melhor os sons em frequências mais altas e até por isso elas tendem a prestar mais atenção a conversas paralelas. Porém, é preciso ficar atento ao volume das conversas. Já se sabe que uma pessoa alcança em média 70 decibéis falando alto. Se para se comunicar com alguém em um ambiente for necessário muito esforço na fala, existe um forte indício de que é melhor sair de cena e procurar um lugar mais silencioso.

Um outro estudo, este realizado em uma clínica de audição em Massachusetts (EUA), mostrou que as mulheres também se sentem mais à vontade para falar de sua perda auditiva, enquanto os homens preferem esconder essa perda, mesmo que isso prejudique a sua comunicação. Comprovando essa resistência, outra pesquisa na Islândia mostrou que homens idosos com perda auditiva e visual têm grande risco de morrer em um período de cinco anos, caso não usem aparelho auditivo.

“Acima dos 50 anos é recomendado que tanto homens quanto mulheres consultem um otorrinolaringologista anualmente. O médico irá checar se está tudo bem com a audição e pode recomendar uma audiometria, exame que avalia o grau de perda auditiva. A partir daí, será identificado o melhor tipo de tratamento, que pode ser com o uso de aparelhos auditivos”, explica a Fonoaudióloga da Telex.

Genética x perda auditiva

A perda de audição também é influenciada pela genética. Há indivíduos que são geneticamente predispostos a serem mais sensíveis aos sons elevados. Seja o seu caso ou não, algumas atitudes fazem toda diferença quando o assunto é a saúde dos ouvidos. Usar protetores auriculares em ambientes barulhentos é essencial.

Os protetores auriculares podem garantir um bom conforto acústico para quem precisa estar próximo a maquinários ou em lugares barulhentos como estações de trem e metrô. "Muitas pessoas recorrem à música em seus smartphones em volumes cada vez mais altos quando estão nesses lugares para evitar o ruído, mas para os ouvidos, a música alta também é prejudicial. Ao invés dos tradicionais fones, o ideal é o uso dos protetores auriculares que diminuem o som ambiente. E eles podem ser encontrados em diversas cores e formatos para não atrapalhar o look", recomenda Isabela.

E para termos uma noção dos danos causados à audição pelos ruídos do cotidiano, já é possível baixar aplicativos que registram os decibéis do ambiente. "Os efeitos da exposição prolongada a sons altos podem demorar para aparecer, já que a deficiência auditiva atinge estágios cada vez maiores ao longo da vida; por isso é importante se cuidar desde cedo para evitar problemas futuros de perda de audição", finaliza Isabela Papera. 

  

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 A médica Endocrinologista Dra. Amália Lucy Querino, comenta sobre nódulos de Tireoide

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Um nódulo de tireoide pode ser definido como um grupo de células que se desenvolveu e cresceu na glândula tireoide. Os nódulos podem ter várias causas, como alterações normais da própria glândula ou até tumores, benignos ou malignos. “Não se sabe ao certo o que ocasiona esse tipo de, mas se conhecem alguns fatores de risco, como exposição à radiação, idade e sexo. Mulheres são mais propensas a desenvolver os nódulos, porém os homens sofrem com mais casos de câncer”, comenta a Dra. Amália Lucy Querino, médica endocrinologista, Professora da Faculdade de Ciências Médicas IPEMED, que atende casos como esse em seus consultório no Leblon.

Ela acrescenta que a maioria dos casos não há os sintomas tão claros, mas podem ocorrer: dor no pescoço, problemas para engolir e respirar, entre outros, principalmente quando já estão maiores, com cerca de 4 cm. “Ajuda médica deve ser buscada, caso o paciente sinta alguma espécie de caroço no pescoço, pois esses casos precisam ser analisados e talvez seja necessária a realização de uma biópsia com uma agulha fina, procedimento sem grande complexidade, que se faz guiado por ultrassonografia da tireoide”, comenta.
Por se tratar de um órgão superficial e de localização no pescoço onde vemos e tocamos com frequência normalmente se verifica o aparecimento do nódulo através do exame físico pessoal. Após isso, o médico irá fazer uma série de exames para diagnosticar e tratar a condição.
Dra. Amália explica que o tratamento vai depender se é cancerígeno ou não. “Recomenda-se cirurgia para retirar o nódulo quando a biópsia mostra evidência cancerígena, ou nos casos onde os sintomas de falta de ar, engasgos, rouquidão e dificuldade para engolir se tornam intensos. No caso de não ser cancerígeno, muitas vezes não é necessário nem tratamento, apenas um acompanhamento anual com ultrassonografia do pescoço é o suficiente”.
Não há grandes formas de se prevenir o aparecimento de um câncer de tireoide, mas evitar exposição da glândula à radiação em exames como Rx tórax e odontológicos usando um protetor (fornecidos nos locais de exame) a única A melhor maneira de forma de lidar é observando e, em caso de alguma desconfiança, ir a um médico.
Amália Lucy Querino

Clínica Geral e Endocrinologista

Professora da Faculdade de Ciências Médicas IPEMED

Leblon: Av. Ataulfo de Paiva, 135 Sl 1411. 21.25122041/997005986

Barra: Américas Medical City, Av. Jorge Curi, 550, Sala 255. 21.2284-0649

LinkedIn: Amália Lucy Querino

Currículo lattes: http://buscacv.cnpq.br/buscacv/#/espelho?nro_id_cnpq_cp_s=6113926879581707

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A veterinária da Total Alimentos, Bárbara Benitez, explica os sintomas e o alimento indicado para essa afecção

A gastrite em cães é um problema de saúde que causa muita dor, vômitos e não permite que os alimentos sejam digeridos adequadamente. Muitas vezes, esse distúrbio gastrointestinal é ocasionado por outras doenças, como alergias alimentares, infecções renais, pancreatite e câncer. Também pode ser causado por outras questões, como rotina alimentar inadequada, ingestão de determinados produtos químicos agressivos, vírus, parasitas, bactérias e determinados medicamentos.

“Essa doença canina é caracterizada pela inflamação da mucosa que reveste o estômago. Pode se apresentar de forma aguda (repentina e rápida) ou crônica (aparece lentamente e leva mais tempo para se resolver)’, explica a médica veterinária da Equilíbrio e Coordenadora da Comunicação Científica da Total Alimentos, Bárbara Benitez.

Estar atento aos primeiros sintomas é fundamental para evitar o avanço do problema que causa muita dor e incômodo ao animal.

 cao veterinario

Quais os sintomas da gastrite em cães?

Vômito e dores abdominais são os principais sintomas da gastrite em cães, mas outros sintomas também podem aparecer. Sempre que notar algum deles, não hesite em procurar um veterinário para fazer o diagnóstico correto do problema. Saiba quais os sintomas:

  • vômitos frequentes podendo ter sangue;
  • dor abdominal;
  • perda de peso;
  • cachorro não quer comer;
  • diarreia.

Raças de cães com predisposição à gastrite canina

Além dos agentes causadores da gastrite canina que já citamos, as raças de cães pequenos, miniaturas ou braquicéfalos apresentam predisposição para o desenvolvimento do distúrbio. Conheça algumas dessas raças para ter atenção redobrada caso tenha uma delas em casa:

  • Bulldog;
  • Maltês;
  • Shih Tzu;
  • Lhasa Apso.

Alimento para cães com gastrite

“O diagnóstico e o tratamento só podem ser feitos por um veterinário e, em casos crônicos, é fundamental um acompanhamento bem próximo. Uma das principais questões que envolvem o tratamento da gastrite é a alimentação dos cães, que deve ser adequada para evitar uma sobrecarga do sistema digestivo que já está debilitado”, orienta a médica veterinária da Equilíbrio.

Para a nutrição do animal durante o tratamento, a melhor ração é Equilíbrio Veterinary Intestinal - desenvolvida com ingredientes selecionados, para facilitar a digestão sem deixar de oferecer todas as calorias, além de conter nutrientes e vitaminas que o seu animal de estimação precisa para as suas atividades diárias.

“Esse alimento possui proteína vegetal hidrolisada, que tem alta digestibilidade, e é enriquecido com FOS e MOS, ingredientes importantes na recuperação e na manutenção da saúde intestinal”, acrescenta Bárbara.